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Última atualizaçãoSex, 16 Fev 2018

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A emoção de confiar em Deus

Texto: I Samuel 17:20-51

Introdução:
A fé é o coração da vida cristã. No entanto, muitos crentes lutam para confiar completamente no Senhor. A fé, muitas vezes começa a diminuir quando as graves adversidade ou quando as orações parecem ficar sem resposta. Mas a coisa emocionante de conhecer o Senhor Jesus Cristo é que o nosso Pai celestial nos ouve quando oramos. Confiar em Deus significa olhar além do que podemos ver; ou seja, vê o que Deus vê. Ele se deleita em atender às nossas necessidades e satisfaz os desejos dos nossos corações segundo a Sua vontade.

I. Como Davi demonstrou sua confiança em Deus?
A. A história de Davi e Golias ilustra a importância de confiar completamente no Senhor, especialmente quando enfrentamos desafios esmagadores. Todo o exército israelita, assim como o rei, estava aterrorizado com o gigante filisteu.
B. Davi estava focado na natureza espiritual da batalha. Ele declarou que a vitória vem do Senhor (I Samuel 17:46-47) e, em seguida, matou o gigante com uma pedra da sua funda. Com o seu campeão derrotado, os filisteus rapidamente perderam o coração permitindo os israelitas alcançá-los e vencer a batalha.

II. Qual foi a chave para a vitória de Davi?
A. Davi tinha muitas características naturais que fizeram dele um bom lutador. Ele era jovem, forte e preciso, com uma funda. Ele tinha experiência ao defender seu rebanho contra animais selvagens. Mas nenhuma dessas coisas foi a chave para seu sucesso contra o filisteu.
B. Davi viu o quadro final – o do gigante morto, antes mesmo de ele pegar uma pedra para sua funda. Ele sabia que o Senhor lhe daria a vitória porque Golias estava zombando não só do exército israelita, mas também do seu Deus.

III. Como uma pessoa pode ter certeza que totalmente confia em Deus?
A. Existem três níveis de fé. Um diz: “Sei que o Senhor pode fazer isso” Um segundo declara, “Eu sei que Ele vai fazê-lo, pelo menos para algumas pessoas” O nível mais alto de fé diz, “Eu creio que ele já fez” Deus pode nos dar a capacidade de ver algo como acabado. E se você não compreendeu a Sua vontade, Ele vai corrigi-lo suavemente.
B. No nível mais alto de fé, você não vai mais se preocupa. A preocupação revela que você não está totalmente confiando em Deus. Quando você confiar completamente nele, você vai parar de suplicar ao Senhor e começar a agradecer-Lhe por responder a sua oração.

IV. O que é necessário para mudar a vida de fé?
A. Purifique seu coração. Mesmo uma pequena quantidade do pecado, como amargura, falta de perdão, ou orgulho, irá dificultar a sua comunhão com o Senhor.
B. Renove a sua mente. Após o seu coração ser limpo, você será capaz de ver quando e onde Deus está trabalhando.
C. Certifique-se de que seus motivos são puros. É sua intenção justa ou egoísta? Primeiro, determine qual a vontade do Pai para a sua situação, então você será capaz de orar com confiança.
D. Concentre-se no Senhor. Muitas vezes, quando nos aproximamos do Senhor em oração, a nossa concentração não está nele. Nós vivemos em nossas emoções, os fatos e as opiniões dos outros. Todos os três são inimigos da fé eficaz.
E. Visualize a resposta à sua oração. O mundo tomou a “visualizar” prazo e torceu. Mas ela pode realmente ser uma ferramenta dada por Deus para fortalecer sua fé.
F. Ande a luz do produto acabado. Viva como se fosse apenas uma questão de tempo antes de sua oração ser respondida. Sua parte é descobrir a vontade de Deus, render-se, e esperar em Seu tempo. Quando você anda em tal nível de fé, você terá uma incrível sensação de paz e contentamento (Filipenses 4:6-7).

Conclusão:
Você já se acostumou a uma vida cheia de dúvida e descrença? Minha oração é que você vai aprender a confiar em Deus completamente. O segredo para a fé vitoriosa é descansar na capacidade do Pai para lidar com seus problemas. Confesse seus pecados, se concentre no Senhor, e renda-se completamente a Sua vontade. Então, viva como se o seu pedido já tivesse sido atendido. Você nunca mais será o mesmo novamente.

Pr Aldenir Araújo 


A importância da célula na consolidação de vidas

Todo organismo vivo só consegue se reproduzir se estiver sadio; isso acontece com as aves, peixes, animais, plantas e pessoas. E para estar sadio, o organismo precisa estar no ambiente certo. Para que um novo cristão possa crescer de forma sadia, ele precisa estar em um ambiente que possibilite a sua saúde espiritual.

Entendemos que o ambiente do culto de celebração é um importante lugar, onde flui a vida de Deus, gerando saúde, crescimento espiritual e relacional. No meio da multidão não é tão fácil praticar um relacionamento profundo uns com os outros, como é possível no ambiente da célula; nem é possível exercer os seus dons e frutos espirituais de forma completa.

Um lugar onde todos podem crescer de forma plena

Para que haja multiplicação no Reino de Deus é preciso implantar as condições necessárias para que as pessoas alcançadas pelo Evangelho possam crescer com saúde espiritual, eliminando aqueles embaraços que podem estar sugando a vitalidade e o desenvolvimento natural na vida de um novo convertido.

Sabemos que um culto não é o lugar ideal para o cristão se desenvolver de forma plena, embora seja necessário para o ato de congregar. Já no pequeno grupo, isso é totalmente possível.

Argelino Carvalho 

Os textos aqui apresentados não representam a opinião do Canal Cristão do Sul.

5 grandes mentiras sobre o sexo

Mentira 1: Fazer sexo não tem nada demais

Errado! Sexo tem um impacto enorme. Ele liga duas pessoas para sempre (Gênesis 2:24), mesmo que elas nunca tenham se conhecido antes. Você não pode tirar de suas lembranças um dos atos mais íntimos. É por isso que Deus quer nos guardar do sexo, para que vivamos isso apenas com a pessoa na qual iremos nos casar.

Mentira 2: Posso ser um “virgem técnico"

Aos olhos de Deus, permanecer virgem significa mais do que apenas não ter relações sexuais (Mateus 5: 27-28). Significa manter a sua mente, corpo e espírito sexualmente puros. Tocar em lugares íntimos do corpo e chegar no "quase tudo" não encaixa você nessa imagem.

Mentira 3: Sexo iguala o amor

Para muitos, o sexo é como um laço emocional, que pode parecer amor. Mas aqui está uma notícia: muitos tratam o sexo como uma coisa mais física do que emocional. O sexo deve ser a expressão máxima do compromisso final, o casamento. O amor vem em primeiro lugar, o casamento em segundo e o sexo, em terceiro.

Mentira 4: Ter relações sexuais é como qualquer outro pecado

Deus definitivamente perdoa o pecado sexual da mesma forma que ele perdoa todos os pecados. Mas a Bíblia se atenta de forma especial a isso, porque o sexo afeta as pessoas como nenhum outro pecado faz (1 Coríntios 6: 18-20). A maioria dos pecados envolvem principalmente suas ações, mas sexo antes do casamento envolve o seu coração, mente e corpo. Esse tipo de dano interno, e muito difícil de superar.

Mentira 5: Todo mundo está fazendo isso

Isso não é verdade. Em cada escola, cada cidade e cada estado há muitas pessoas felizes, que optaram por seguir o plano de Deus e guardar o sexo para o casamento. Eles também estão se guardando de todos os tipos de dor de cabeça. Portanto, eles não são apenas legais; eles são muito, muito inteligentes.

Fonte: Guia-me http://guiame.com.br/nova-geracao/se-liga/5-grandes-mentiras-sobre-sexo.html

Mandamento, Lei, Preceito e Ordenança

Podemos inferir qual é a grande importância da lei e dos mandamentos de Deus para nós, através das inúmeras passagens bíblicas que a eles se referem (mais de 650 citações diretas das palavras do nosso título, sem contar os mandamentos e estatutos propriamente ditos, especialmente na Lei de Moisés).
É importante lembrar que desde a criação do primeiro casal, Deus lhes deu mandamentos específicos mesmo quando se encontravam em estado de inocência e sem pecado no Jardim do Éden.

De maneira que ainda que não sejamos salvos pelas obras da lei, todavia não estamos sem lei em Cristo. Ao contrário, pela fé nele confirmamos que a lei é espiritual, santa, perfeita, justa e boa, refletindo o caráter do grande Legislador.

Evidentemente, como afirma o apóstolo Paulo em I Timóteo 1.9,10, a lei não é feita para o justo, mas para os que são seus transgressores, mas, como nos encontramos ainda sujeitos à ação do pecado, necessitamos da lei para nos indicar qual seja a vontade de Deus, pois conforme proferido pelo mesmo apóstolo, não conheceríamos a cobiça como sendo pecado, caso a lei não dissesse: “não cobiçarás.”

Nosso Senhor confirmou a validade da lei até que tudo se cumpra, ou seja, quando já não estivermos mais sujeitos ao pecado, quando atingirmos aquele estado de perfeição prometido para o por vir. Quando formos assexuados como os anjos, certamente não mais necessitaremos das leis contra o adultério, contra a fornicação, o incesto, e toda sorte de impureza sexual, mas enquanto no corpo, neste mundo, precisamos da lei para confirmar juntamente com o testemunho do Espírito Santo que todas as obras da carne, assim definidas pela lei, são pecaminosas.

Tão importante é a lei que na dispensação da graça, Deus a tem escrito nas mentes e nos corações dos crentes, por estarem estes debaixo da Nova Aliança, na qual prometeu fazê-lo pela habitação do seu Espírito em nós.

A lei que é escrita no nosso interior, sobrenaturalmente, e que nos inclina a amar os mandamentos de Deus, e a odiar os pecados que ela condena, é a mesma lei moral que foi revelada a Moisés, só que melhor entendida em seu sentido amplo e interno pelo ensino de Jesus nos evangelhos, pelos apóstolos no Novo Testamento, e pelo Espírito Santo.

De modo que tendo sido revogada a Antiga Aliança, não foram revogados, no entanto, os seus mandamentos, os quais Jesus não veio revogar, mas cumprir. Desta forma, quando Jesus afirma que devemos guardar os Seus mandamentos, não devemos pensar que isto exclua as ordenanças morais do Antigo Testamento, pois neste se dá também testemunho do mandamento que nos é dado para nos arrependermos e cremos em Cristo, conforme Ele próprio afirmou em seu ministério terreno que a Lei e os Profetas (modo de se designar o conjunto das Escrituras do Velho Testemunho) testificavam a Seu respeito.

A este conjunto de ordenanças o Senhor acrescentou um novo mandamento, a saber, que os crentes se amassem com o mesmo amor com o qual Ele nos amou – o amor ágape divino, de comunhão mútua entre Deus e os que são nascidos do Espírito.

Se a lei nos alerta quanto ao que pode interromper a nossa comunhão com Deus e nos sujeitar ao Seu juízo ou correção, como poderíamos considerá-la como um inimigo?

Mas quando o assunto se trata da nossa salvação (justificação e regeneração) a lei, nossa amiga, não pode nos ajudar, porque isto pode ser feito somente pela graça, virtude, mérito e poder de Cristo.
A veemência com que o apóstolo Paulo escreveu a favor da justificação somente pela graça, mediante a fé, é explicada pela forte oposição que ele sofreu em seus dias da parte dos judeus legalistas, que ensinavam que a salvação não era pela graça e mediante a fé, mas por se guardar todos os mandamentos da Lei de Moisés.

É preciso pois ter muito cuidado ao se interpretar a palavra do apóstolo Paulo quando usa o termo “lei”, especialmente nas epístolas aos Romanos e aos Gálatas, pois quando diz por exemplo, que o crente não está debaixo da lei, o que ele quer afirmar é que não está debaixo do sistema da Antiga Aliança, por se encontrar numa Nova Aliança, e assim, a palavra lei nesses casos não se refere de modo nenhum aos mandamentos morais do Antigo Testamento.

Paulo não descumpria a Lei, conforme seu próprio testemunho na defesa que apresenta no livro de Atos, mas se opunha, como de fato todo verdadeiro crente deveria fazer, à afirmação de que a salvação é por se guardar todos os mandamentos da lei, aparte da graça e da fé.

Você pode ler os versículos bíblicos contendo destacadas as palavras
1 – nomos (grego) – lei;
2 – entole (grego) – mandamento, preceito;
3 – mitzvah (hebraico) – mandamento, lei, preceito, ordenança;
4 – torah (hebraico) – lei, estatuto; relativas ao assunto, acessando o seguinte link:

http://www.escrita.com.br/escrita/leitura.asp?Texto_ID=33525

Pr Silvio Dutra

Os textos aqui apresentados não representam a opinião do Canal Cristão do Sul.

Destruindo a Fábrica do Mal e Não Apenas os Seus Produtos

O domínio do pecado não é uma mera força contra a vontade e os esforços dos que estão sob ele. Este domínio consiste principalmente na conquista da mente e de todas as suas faculdades, e especialmente da vontade, por meio de fascínio e tentações para os quais a natureza humana não está capacitada a resistir e vencer. Tanto que, ainda que alguém resista à prática consumada do pecado, todavia, o desejo permanece no interior do coração.

Esta vitória é alcançada somente pela nova natureza recebida na conversão a Cristo, pela qual somos feitos coparticipantes da natureza divina. É o novo homem criado segundo a justiça em Cristo Jesus que está habilitado a vencer o pecado, por meio da graça. O velho homem nada pode fazer porque se encontra morto espiritualmente, em delitos e pecados.

Por isso, ao se referir à nossa escravidão ao pecado, nosso Senhor afirmou que somente ele pode nos livrar desta servidão, uma vez que não há poder na nossa própria natureza para tal propósito.

Não se vence portanto o pecado, por ações violentas de nossa própria vontade contra ele, nem com meras deliberações de que faremos uma reforma de nossas vidas, mas nos sujeitando efetivamente ao poder de Deus, que nos purifica de todo o pecado, com base no sangue que Jesus derramou para a sua expiação.

Aquele portanto, que pode distinguir entre o que seja a natureza do pecado em si, e as meras impressões do pecado sobre a nossa mente e vontade, está a caminho da paz, porque certamente, sairá mais do que vencedor desta guerra contra o pecado, por meio de um viver santificado pela graça e aplicação da Palavra de Deus ao seu coração, pelo Espírito Santo.

Mais do que evitar determinados pecados, deve-se combater o mal pela raiz, pela subjugação do princípio do pecado que opera na carne, por meio de um andar no Espírito Santo, e na novidade de vida da nova criatura que fomos feitos em Jesus.

Vê-se com isto quão importante é a prática da oração, da meditação na Palavra, da vigilância do coração, e de todos os demais exercícios espirituais que nos são ordenados por Deus para que tenhamos um viver vitorioso sobre todas as forças do mal, quer externas, quer internas.

Silvio Dutra

Os textos aqui apresentados não representam a opinião do Canal Cristão do Sul.


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