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Última atualizaçãoSeg, 04 Out 2021

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Missões

Testemunho de mulher resulta em mais de 40 mil conversões

Uma mulher, que por questões de segurança não pode ter o nome revelado, mudou a história de sua aldeia no interior da China. Alguns anos atrás, ele saíra de sua terra natal para trabalhar em uma cidade grande, longe de sua família. Depois de algum tempo, ouviu a mensagem do evangelho e tornou-se uma cristã.

Quando foi visitar seus parentes, meses depois, ficou impressionada como sua vida e suas crenças eram tão diferentes dos outros moradores do local. Começou a dar seu testemunho e a anunciar Jesus. Alguns de seus amigos diziam conhecer a mensagem, mas não haviam se tornado, de fato, seguidores de Jesus Cristo. Depois de ouvirem a verdade, se tornaram cristãos.

Uma de suas amigas sofria com uma doença incurável por muito tempo. Os médicos não podiam fazer mais nada e diziam que não havia esperança. No entanto, depois que a doente aceitou a Cristo como seu Salvador, foi curada e sua saúde completamente restaurada.

A partir desta experiência, aquela mulher ganhou coragem para compartilhar sua história abertamente com todos ao seu redor, tornando-se uma missionária mesmo sem treinamento formal.

Na China, embora o governo negue, existe perseguição religiosa contra cristãos e a venda de Bíblias é proibida. Mesmo assim, aquela mulher enfrentou as dificuldades e perseguições. Logo viu que muitas pessoas da cidade passaram a procurá-la para ouvir o que ela tinha a dizer. Dentro de pouco tempo, até os moradores das aldeias vizinhas ouviram sobre o Cristo vivo e o poder de Deus.

Segundo relata a Mission Network, em pouco tempo havia uma igreja organizada. Mas eles não tinham Bíblias. Estima-se que naquele local remoto no interior da China que anos atrás não tinha sequer um crente, hoje reúne cerca de 44.000 cristãos.

Através de contatos com outras igrejas chinesas, a organização Bibles for China distribuiu recentemente milhares de Bíblias naquela região. A imensa maioria recebeu uma cópia pela primeira vez.

Por questões de segurança, não há vídeos dessa distribuição, mas deve ter sido semelhante ao que foi divulgado nesse material recentemente. Com informações de Acontecer Cristiano e MNN On-line./Prime


Cristã relata como foi ser sequestrada pelo Boko Haram

Quando os terroristas do Boko Haram invadiram a cidade de Gwoza, no estado de Borno – isso em junho de 2014 – uma jovem de 22 anos foi separada de seu pai e foi sequestrada, sendo forçada a se casar com um dos soldados.

Pela primeira vez a Mercy, nome fictício da jovem, falou sobre o que aconteceu no dia que os extremistas a levaram para o cativeiro.

“Todo mundo na cidade correu para se salvar. Meu pai e eu fomos separados. Eu não sei o que aconteceu com ele. Eu acho que ele morreu da mesma maneira que muitos outros morreram, porque eles se recusaram a negar a Cristo. Eu e outras quatro mulheres fomos levadas sob ameaças de espancamento, caso não obedecêssemos às ordens”, relata.

Mercy ficou cinco semanas sob domínio dos extremistas, sendo obrigada a assistir vários assassinatos e sendo submetida às exigências dos seus captores para seguir ao Islã.

Muitas mulheres, com medo, aceitaram se tornar muçulmanas. “Meu primeiro dia foi um inferno, eu chorava muito, mas também orava pedindo a Deus para me dar coragem. Fomos interrogadas, eles nos convidaram a nos tornar muçulmanas. As mulheres aceitaram imediatamente e se casaram com membros do Boko Haram”, disse Mercy.

Mas ela não queria negar a Cristo e por isso foi espancada. “Eu implorei dizendo ser cristã, então apanhei muito e me forçaram a casar com um deles. Participei de ensinamentos islâmicos e orações. Também fui torturada. Vi muitos cristãos sendo mortos, mas não negaram a sua fé.”

Apesar de todo o sofrimento, Mercy permaneceu firme em sua fé e pode ver o cumprimento de diversas mensagens bíblicas. “Graças a Deus fui resgatada após uma campanha do governo e mesmo vivendo entre ruínas agora, sou grata a Jesus porque estar viva e livre”, completa.

 Com informações Portas Abertas/Prime

Muçulmano que agredia a esposa cristã se converte após perder os movimentos e sonhar com Jesus

Um muçulmano se converteu ao Evangelho após agredir a esposa por ela ter abandonado a fé islâmica. Essa história, surpreendente e com dose extra de ação sobrenatural, exibe um resultado prático do poder de transformação da mensagem de Jesus.

O testemunho do casal Gulzhan e Elemes é mais um que apresenta o encontro de um muçulmano com Jesus através de sonhos. Ela, estudava a Bíblia Sagrada com uma colega de serviço, e resolveu entregar sua vida ao Nazareno, aceitando o Filho de Deus como Salvador após sonhar com Ele.

Elemes não aceitava que a esposa tivesse abandonado o islamismo, e todos os dias que a flagrava lendo a Bíblia, a espancava, para forçá-la a voltar à religião na qual foram criados. Certa noite de inverno, ao encontrar a esposa cantando louvores a Deus, resolveu surrá-la enquanto insultava Jesus com palavrões, e a expulsou de casa.

Gulzhan precisou passar a noite na neve, sem calçados ou roupas adequadas para aquele clima, de acordo com informações do Charisma News. Em paz, ela não se desesperou, e procurou abrigo cantando louvores: “Deus tinha enchido meu coração com o Seu Espírito e tanta alegria que eu simplesmente continuei cantando e não sentia frio enquanto eu procurava um lugar para ficar”, afirmou, em relato ao site Frontiers.

Quando seu marido deixou que ela voltasse para casa, ela não se livrou das agressões físicas e verbais. O que sustentava Gulzhan era a convicção de que havia sido aceita por Deus, e mesmo sabendo do que custaria, se mantinha lendo a Bíblia Sagrada diariamente.

O ponto de mudança da história aconteceu um ano após sua conversão, quando seu marido acordou, no meio da noite, aos berros: “Eu não consigo me mexer”, ele gritava. Quando Gulzhan conseguiu acalmá-lo, ele relatou que tinha tido um sonho, e que Deus havia se revelado a ele e dito que sua paralisia era uma lição por ter falado contra Jesus, da mesma forma que tinha acontecido com Saulo de Tarso na estrada de Damasco.

Mesmo assim, levou uma semana até que Elemes se desse conta de que tinha sido cruel e estava se apegando ao que havia aprendido durante toda a vida. Cansado da paralisia, ele pediu que a esposa convidasse outros cristãos para que orassem por ele.

Quando os fiéis chegaram ao local, disseram que sentiram a presença de Deus e oraram por Elemes, mas sua cura não foi imediata.

Ao longo dos dias, enquanto ia aprendendo mais sobre Jesus e a mensagem do Evangelho, Elemes ia livrando-se da paralisia em seus braços, e resolveu entregar sua vida para Cristo. Agora, liberto da raiva e do ódio, ele tem se dedicado a ajudar sua esposa a enfrentar as perseguições dos vizinhos, muçulmanos, e compartilhado a Palavra que transforma.

Fonte: G+

Pastor que teve a esposa grávida assassinada diz sentir “esperança em meio à dor” no primeiro sermão após a tragédia

O pastor Davey Blackburn, que em novembro perdeu sua esposa grávida durante um assalto à sua residência, retornou às atividades na Igreja Resonate e resumiu seu sentimento sobre a situação dizendo sentir “esperança em meio à dor”.

Davey e Amanda Blackburn já tinham um filho pequeno e aguardavam outro. No dia 11 de novembro, um assaltante invadiu a casa da família, estuprou e matou a esposado pastor.

No sermão – o primeiro após a tragédia -, Davey disse à congregação que por um momento, durante seu luto, teve a sensação de que os planos de Deus para ele e sua esposa tinham “sido frustrados”, mas que agora enxerga tudo com maior clareza.

“Você não acha que eu disse a Deus: ‘Deus eu sinto que suas promessas, os sonhos que você colocou no meu coração sobre Amanda… eu sinto que eles falharam’?. Você não acha que eu disse isso? Amanda era uma das pessoas mais justas e piedosas que eu já conheci. […] E ela está sendo abençoada por causa disso”, afirmou o pastor, referindo-se à promessa divina de Salvação.

De acordo com o pastor, “Amanda experimentou [as promessas divinas] e está passando por cada uma delas. Ela era justa e eu acredito que também era muito abençoada [por Deus]”, pontuou.

Ainda atordoado, Davey contou que, certas vezes, tem a sensação de que ele está enfrentando uma viagem sem volta: “Minha mente passa por essa progressão em voltar para casa, então eu percebo que eu não tenho uma casa, porque Amanda era a minha casa. Isso dói”, desabafou. “Às vezes eu sinto como se alguém pegasse a minha cabeça e a afogasse cada vez mais. Eu não tenho fôlego dentro de mim e eu me machuco tão profundamente… Eu não posso respirar debaixo d’água e, ainda, por apenas um minuto, talvez uns dois dias, horas. Mas eu recebo este fôlego, eu sinto essa esperança. Eu também acredito que Amanda está entre os mártires. Sabe por quê? Porque ela e eu nos mudamos [para essa cidade] para nos aproximarmos de pessoas como estas pessoas que as mataram”, acrescentou.

Por fim, segundo informações da emissora WYFF4, o pastor disse ter fé de que os homens que mataram sua esposa se converterão em algum momento: “E se esses três caras acabam encontrando Jesus com isso? Você já imaginou?”, questionou Davey ao público presente ao culto.

Fonte: G+

Pastor é condenado a prisão perpétua na Coreia do Norte

O pastor Hyeon Soo Lim, da Igreja Presbiteriana Coreana da Luz em Toronto (Canadá), foi condenado à prisão perpétua na Coreia do Norte e terá que realizar trabalhos forçados.

Ele foi um dos vários missionários estrangeiros detidos pelo governo coreano sob a acusação de realizar “atividades subversivas”.

A Coreia do Norte é o país onde há a maior perseguição contra cristãos, motivo que leva inúmeras pessoas à prisão, tortura e morte.

Lim nasceu na Coreia do Sul e por servir no Canadá passou a ter cidadania canadense. A agência oficial norte-coreana, KCNA, confirmou a decisão da justiça dizendo que o condenado foi obrigado a confessar o crime de conspiração.

“O acusado Lim reconheceu todas as acusações apresentadas contra ele, entre elas a difamação viciosa de nosso sistema e de nossa suprema dignidade, assim como conspirar para derrubar o nosso Estado”, diz a agência.

Lim está preso desde janeiro, após voltar da China. Sua igreja de Toronto estava na Coreia para realizar missões humanitárias. O pastor já havia visitado o país por várias vezes, atuando em orfanatos e asilos.

Em agosto ele foi forçado a entrar na igreja Pongsu de Pyongyang para confessar “seus crimes” diante da congregação. “Cometi o pior crime de todos, insultar e difamar a dignidade da república”, dizia Lim no vídeo divulgado pelo governo.

O promotor chegou a pedir a pena de morte ao pastor canadense à Suprema Corte, alegando que o crime do religioso merecia a pena mais severa. Mas o tribunal rejeitou a recomendação.

A agência KCNA usa o caso de Lim para ameaçar os demais religiosos que tentam evangelizar a população do país. “O julgamento demonstrou novamente o destino miserável que pessoas como Lim aguardam, seguidores dos regimes americano e sul-coreano, que sem cessar tentam aniquilar nosso sistema socialista e difamam a suprema dignidade de nossa república sagrada”, diz a agência. 

 

Com informações AFP/Prime


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