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Última atualizaçãoSeg, 04 Out 2021

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Missões

Muçulmanos fecham mil igrejas usando “lei de harmonia religiosa”

Uma antiga lei aprovada na Indonésia sempre causou polêmica, mas recentemente vem sendo usada por muçulmanos para justificar ataques contra cristãos. Maior nação muçulmana do planeta, com cerca de 90% da população de 200 milhões professando o islamismo, a Indonésia sempre conviveu com sangrentos conflitos étnicos e religiosos.

Conhecida como “lei de harmonia religiosa”, a legislação exige que os grupos religiosos minoritários recebam autorização dos muçulmanos antes de construir uma igreja. Estima-se que ela tenha sido usada como justificativa para fechar mil templos e casas de culto cristão.

Andreas Harsono, da ONG  Human Rights Watch afirma que “Isso mostra as falhas da regulamentação… Ela discrimina as minorias, possibilitando que a população muçulmana, que á majoritária, pressione o governo a fechar as igrejas”. Essa é a ironia legal, para que os islâmicos tenham harmonia, é preciso fechar locais onde membros de outras religiões se reúnem.

Em outubro, a província de Banda Aceh viu a violência escalonar depois que radicais muçulmanos invadiram e queimaram templos cristãos, alegando que foram construídas ilegalmente.

Em alguns casos, mesmo igrejas que tinham aprovação do governo local para construção, viram-na ser revogadas por causa da pressão dos radicais.  Uma multidão de 700 pessoas fez uma passeata até os escritórios do governo exigindo “a extinção do culto cristão na região”.

Na internet, divulgaram maciçamente a seguinte mensagem: “Não vamos parar de caçar os cristãos e incendiar suas igrejas. Os cristãos são inimigos de Alá!”.

Um membro da igreja Bona Sigalingging disse à imprensa que a luta dos cristãos no âmbito jurídico “é nossa tentativa de manter Indonésia um país para todos”.

De acordo com um relatório publicado pela Human Rights Watch, 80% das casas de culto na Indonésia não tem licenças. A Indonésia está entre os 50 países com maior índice de perseguição, segundo a classificação da Missão Portas Abertas. 

 

Com informações de Christian Headlines/Prime


Jovem é espancada pelo pai após deixar o islamismo e se converter ao Evangelho

A tradição muçulmana reza que, se alguém criado no islamismo se converter a outra religião, essa pessoa deve ser morta. E isso quase aconteceu com Namusisi Birye, uma jovem ugandense que decidiu entregar sua vida a Cristo.

Ela havia acabado de se converter ao Evangelho quando seu pai soube da notícia. Inconformado, ele a esperava para colocar em prática o ensinamento a que foi doutrinado ao longo de toda a vida.

Quando Namusisi chegou em casa, seu pai iniciou o espancamento, de acordo com informações do site Journal Chretien. Os vizinhos interviram na situação quando ouviram os gritos da jovem, mas seu pai insistia que ela deveria ser morta.

“Meu pai tinha uma vara de madeira, e começou a me bater quando entrei em casa. Como minha mãe estava prestes a me bater também, o presidente do Conselho Local, que estava a caminho de sua casa, em Buluba, interveio para me salvar. Em seguida, alguns vizinhos que são cristãos também vieram”, contou Namusisi.

“Nossa filha deve ser morta de acordo com o Islã, porque ela se tornou apóstata. Ela nunca mais poderá ser a nossa filha”, repetia o pai de Namusisi. Durante a longa negociação para que a vida da jovem fosse poupada, os membros da igreja precisaram demover os pais a desistirem da execução.

A alternativa, então, foi sugerir ao casal que eles deserdassem a jovem. O presidente do Conselho Local, Mutaana Paul, ofereceu abrigo à jovem, temporariamente, até que ela pudesse retomar sua rotina: “Agora ela está se recuperando, após ter sido rejeitada por seus pais. Contanto que seus pais não levantem quaisquer outras queixas, vou continuar a ajudar a menina com a esperança de que alguns bons samaritanos serão tocados para ajudá-la”, afirmou Paul.

A decisão de Namusisi por Jesus aconteceu em um evento evangelístico que também enfrentou tumulto. Radicais interromperam a celebração ao verem que um de seus líderes havia sido tocado pela mensagem e decidido aceitar a Jesus Cristo como Salvador. O novo-convertido tem paradeiro incerto, e o grupo de evangelismo teme que ele tenha sido executado pelos muçulmanos.

Fonte: G+

Missionários ajudam moradores de Mariana

No dia 5 de novembro as barragens de Fundão e Santarém se romperam despejando 62 milhões de metros cúbicos de rejeitos de minério e água no vale.

O resultado dessa catástrofe é que vários distritos como Bento Rodrigues, Camargos, Paracatu de Baixo, Ponte do Gama e cidades na região foram atingidos.

E o pior: seis pessoas morreram, dois corpos aguardam ser identificados e outras 21 pessoas estão desaparecidas.

A equipe da Cristolândia Minas Gerais, que faz parte da Junta de Missões Nacionais (JMN), resolveu ajudar os moradores dos distritos afetados e reuniu voluntários para atender as necessidades das famílias que ficaram desabrigadas.

Os voluntários levam recursos e também ajudam a limpar as casas que foram invadidas pela lama. O trabalho continua sendo desenvolvido e interessados em colaborar financeiramente com esta obra podem fazer depósitos em nome da JMN, uma instituição ligada à Convenção Batista Brasileira, através da conta: Bradesco Ag. 0226 C/C 139500-9.

 

Fonte: Prime

Resposta ao extremismo: missionários divulgam o Evangelho a muçulmanos pelas redes sociais

A Missão Portas Abertas vem usando a tecnologia das redes sociais como ferramenta de divulgação da mensagem do Evangelho a muçulmanos de países árabes.

A estratégia é apresentar a mensagem bíblica de forma prática e indireta, com conteúdos que abordam questões ligadas aos valores familiares e educação dos filhos, sempre coerentes com a vontade de Deus.

Um especialista da Portas Abertas revelou que em uma das páginas da Missão, dedicada ao povo iraquiano, alguns comentários dão a dimensão do resultado do trabalho: “Gosto de visitar essa página porque tudo o que postam faz diferença em minha vida, além de ajudar muito em meu crescimento espiritual”, escreveu uma internauta muçulmana que costuma acessar o site.

O especialista acrescentou que além de retornar às páginas, essas pessoas também compartilham detalhes de suas vidas: “A visitante passou a compartilhar mensagens e histórias, interagindo com a equipe e passou também a estimular discussões sobre diversos temas com seus amigos. E em meio às dificuldades que o povo iraquiano vem enfrentando, ela está fazendo uma grande diferença, levando ânimo e esperança através da palavra de Deus”.

Ainda segundo o especialista, muitos dos frequentadores do site mantido pela Missão Portas Abertas expressam, nos comentários, solidão e desespero com os rumos que o extremismo islâmico está tomando. As mensagens, em geral, são comoventes, garante o especialista.

“A página estimula as pessoas à leitura bíblica, oferece um amor ‘virtual’, mas eficaz, que dá segurança às pessoas mesmo diante da realidade cruel em que se encontram. Jesus está sempre online e a conexão com ele nunca falha”, finalizou.

A Missão Portas Abertas pede orações em favor da equipe de missionários que mantém a página no ar, para que a iniciativa se mantenha inovadora e vanguardista, a fim de seguir alcançando vidas no Iraque e em outros países de maioria muçulmana.

Fonte: G+

China quer enviar 20 mil missionários até 2030

Um dos países onde a fé evangélica mais tem crescido nas últimas décadas é a China. A abertura gradual do regime comunista está permitindo que a Igreja chinesa participe cada vez mais em fóruns e movimentos evangélicos em todo o mundo. Agora, os crentes chineses estão lançando um desafio.

Muitas igrejas na China continental vêm sendo destruídas eseus pastores continuam sendo presos. Apesar das dificuldades internas, diversas lideranças organizaram recentemente o evento “Missão China 2030”. A conferência, realizada em Hong Kong lançou um projeto impensável anos atrás: enviar 20.000 missionários chineses para diversos países do mundo até 2030.

No final do evento, os primeiros 200 candidatos a missionários foram apresentados. O pastor Daniel Jin, diretor da revista China Mission Today desafiou a Igreja chinesa a “trabalhar e orar” para cumprirem esses desafios missionários nos próximos anos.

Caso os alvos sejam alcançados, essa será a nova força mundial de evangelização. Jin fez ainda uma interessante observação “Ao longo dos últimos 200 anos, desde os dias de Robert Morrison, cerca de 20.000 missionários serviram na China. É hora de ‘pagar’ essa dívida com o evangelho”.

Para David Ro, diretor do Movimento de Lausanne para a Ásia comemora: “Esta primeira conferência é realmente um ponto de virada na história da Igreja chinesa”. Nos próximos anos, eles vão realizar conferências anualmente. A de 2016 será em Pequim, onde os líderes evangélicos vão continuar lutando para alcançar o objetivo lançado este ano.

Na última década, muitas novas igrejas foram construídas, muitas vezes sem consentimento oficial. Quando o governo local nega permissão para construir uma igreja, os moradores constroem um “salão social”, onde os encontros são realizados ou reúnem-se em casas.

De acordo com um estudo da Academia Chinesa de Ciências Sociais, pelo menos 45 milhões de evangélicos estão organizados nessas igrejas domésticas.

Não se sabe o número oficial de cristãos no país, pois o governo comunista ensina o ateísmo como norma. Com informações de CBN/Prime


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