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Última atualizaçãoSeg, 04 Out 2021

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Missões

Governo pressiona e igrejas cristãs de Angola aceitam projeto de criação de denominação única

Um acordo de unificação das igrejas cristãs na Angola está muito perto de ser colocado em prática pelos líderes religiosos do país. A proposta partiu do governo, que vê a necessidade de uma representação única dos cristãos.

Foi criada uma comissão instaladora com membros da Igreja de Coligação Cristã de Angola, e seu presidente, pastor Antunes Huambo, disse que as 1.200 igrejas e templos considerados “seitas ilegais” pelas autoridades receberam com grande satisfação o projeto da unificação.

Quando concluído, o projeto criará a Igreja Nacional, de acordo com informações do site local Angop. Huambo destacou que o Ministério da Justiça e Direitos Humanos deu um prazo de 18 meses para que o processo de unificação das diferentes denominações do país seja concluído.

O país lusófono é campo missionário de diversas denominações, incluindo Assembleia de Deus, Batista, Universal e Mundial, dentre outras, e vive uma explosão de denominações neopentecostais.

Antunes Huambo afirmou que hoje o Estado angolano não reconhece nenhuma Igreja. “De fato, é uma lei que não se enquadra do ponto de vista sociológico, antropólogo, histórico e realista do nosso povo. E se as 1.200 Igrejas e seitas se unirem, numa única igreja nacional, as autoridades competentes não irão ter dificuldades em legalizá-la, porque todos estarão agrupados numa única instituição religiosa”, comentou.

Segundo o pastor, a doutrina na futura Igreja Nacional vai contemplar os valores, a diversidade, o respeito pela diferença e os princípios bíblicos e teológicos das Sagradas Escrituras, assim como as leis da Constituição da República de Angola.

Segundo o líder religioso, o que existe no momento é uma desordem generalizada: “Temos vindo a constatar que alguns conselhos eclesiásticos estão a esconder igrejas e seitas ilegais”, enfatizou.

 

Fonte: G+


Perseguição aos cristãos hoje é a maior da história

O alerta foi dado antes, mas nenhuma providência em larga escala foi tomada.  Como consequência, a perseguição aos cristãos está ultrapassando um recorde histórico.

Não havia estatísticas dois mil anos atrás, mas pelos números populacionais de hoje, é possível afirmar que os seguidores de Jesus nunca foram tão perseguidos. A situação é especialmente difícil no Oriente Médio, o berço das maiores religiões do mundo.

A crescente perseguição é alimentada principalmente pelo extremismo islâmico. A grande mídia muitas vezes minimiza os fatos, classificando de “limpeza étnica”, mas o fato é que a cristofobia é real.

Afinal, 80% dos atos de perseguição religiosa no mundo são contra cristãos, aponta a International Society for Human Rights, uma ONG da Alemanha. De acordo com o Center for the Study of Global Christianity, do Seminário Gordon Conwell, dos EUA, mais de 100.000 cristãos são assassinados por ano, ou seja, 11 cristãos por hora.

A escalada dos ataques contra cristãos nos últimos anos vem sendo divulgadas por todas as organizações que monitoram a perseguição religiosa. Na Inglaterra, David Alton, um renomado defensor da liberdade religiosa, divulgou números alarmantes.

“Algumas avaliações afirmam que cerca de 200 milhões de cristãos em mais de 60 países ao redor do mundo enfrentam algum grau de restrição, discriminação ou pura e simples perseguição”, disse ele ao jornal The Guardian.

Os tipos de perseguição variam, indo desde assassinato e estupro, passando por tortura e chegando até discriminação e exclusão social.

Considerando que existem cerca de 2 bilhões de cristãos no mundo, pode-se dizer que um em cada de cristãos do mundo enfrenta problemas por causa da sua fé.

A ONG Ajuda à Igreja que Sofre (AIS), afirma que o principal impacto é a onda de migração de pessoas cristãs do Oriente Médio e do norte da África, que buscam liberdade e uma vida de paz na Europa. Consequentemente, áreas enormes do mundo estão experimentando um declínio muito acentuado do número de cristãos.

De acordo com o Centro de Pesquisas Pew, os cristãos enfrentam assédio em 102 países. Cerca de 75% da população mundial estaria vivendo hoje em países com sérias restrições ao exercício da liberdade religiosa.

A Portas Abertas, missão que monitora constantemente a situação dos perseguidos, estima que 4.344 cristãos foram mortos por causa de sua fé e 1.062 igrejas foram atacadas em 2014. Em alguns países os números são difíceis de ser confirmados.  Na Coreia do Norte, por exemplo, acredita-se que existem cerca de 70.000 cristãos detidos em campos de concentração.

Lee Marsden, professor de relações internacionais, da Universidade de East Anglia, especialista em religião e segurança, disse que o colapso dos regimes autoritários no Oriente Médio durante a Primavera Árabe foi um fator determinante. Como consequência, por exemplo, na Síria e no Iraque estima-se que fugiram ou foram mortos cerca de 70% dos cristãos que viviam ali.

A solução, segundo os estudiosos do assunto passa por um aumento da pressão sobre os governos, embora as Nações Unidas tenham se mostrado ineficaz na maioria dos casos. Por isso, ao invés de citar somente a questão religiosa, é bom ressaltar que se trata da violação de um direito humano básico.

Nina Shea, autora do livro do livro “Perseguidos: O Ataque Global aos Cristãos” (Mundo Cristão) faz um apelo: “Nós, cristãos, devemos orar, nos informar e agir politicamente em nome desses irmãos e irmãs que estão sendo perseguidos em tantos lugares”. 

Com informações de Prophecy News

 

Extremistas hindus se convertem após serem evangelizados por pastor que quase mataram

Um pastor que foi perseguido e espancado por extremistas hindus entre 2008 e 2009 evangelizou seus malfeitores anos depois e os levou a Cristo. A história do pastor Mahara Degal (foto) foi contada no fórum Open Heaven, com o relato do próprio sobre a reviravolta que viveu após sofrer intensa perseguição junto a outros cristãos na Índia.

Durante os anos 2008 e 2009 houve uma intensificação da intolerância religiosa contra cristãos, e extremistas hindus se organizavam em grupos para destruir igrejas e casas de cristãos, e matar cada seguidor de Jesus que encontrassem pela frente.

À época, os extremistas propagavam que seu propósito era banir o cristianismo do país, começando pelo estado de Orissa. Alguns pastores foram feitos mártires, após serem espancados e queimados vivos.

Mahara Degal estava entre os que fugiram depois de serem espancados e quando voltaram, encontraram suas casas saqueadas e incendiadas pela horda de extremistas enfurecidos. Ele escapou com vida por muito pouco, pois teve uma das pernas quebradas.

Por necessidade, o pastor se mudou para uma aldeia vizinha e se isolou por um tempo, para se recuperar. Quando pôde, retomou seu trabalho missionário. Em 2012, recebeu um equipamento do ministério Faith Comes by Hearing (“A fé vem pelo ouvir”, em tradução livre), que possui vários versículos da Bíblia Sagrada gravados no dialeto regional Kui.

O dispositivo, chamado Proclaimer, é recarregável a partir da energia solar, e possibilita a divulgação da mensagem do Novo Testamento aos aldeões.

Com uma bicicleta, o pastor Degal passou a visitar diversas aldeias na região, compartilhando o Evangelho, e em 2014, quando chegou ao distrito de Kalahandi, encontrou dois extremistas hindus que estavam entre seus perseguidores.

“Eles puderam conhecer o Senhor Jesus através do dispositivo Proclaimer”, disse o pastor Degal. “Estou tão feliz, porque aqueles que estiveram envolvidos em tão violenta perseguição, também estão vindo a conhecer o Senhor”, acrescentou.

Hoje, Degal comemora o fato de que uma pequena igreja, sem templo, se formou na aldeia onde vive. Cinco famílias se converteram ao Evangelho a partir de seu trabalho de evangelização: “Eles também se reúnem para os serviços de culto aos domingos. Eles ouvem a Palavra de Deus e a memorizam, pois quando peço para contar alguma passagem bíblica, eles são capazes de contar. Então, eu estou realmente animado com o que o Proclaimer está proporcionando, ajudando a minha vida evangelística e a vida de tantos outros não crentes”, comemorou.

 

Fonte: G+

Crescimento populacional vai diminuir ritmo da evangelização no mundo, dizem pesquisadores

Uma projeção da Organização das Nações Unidas (ONU) aponta que a população do planeta vai saltar dos atuais 7,3 bilhões para 11,2 bilhões até 2100. Esse crescimento vai dificultar a propagação do Evangelho, de acordo com o Center for the Study of Global Christianity (CSGC).

A previsão do CSGC de que a evangelização vai encontrar dificuldades para alcançar a totalidade da população mundial se baseia em dados históricos. Ao longo de dois mil anos, desde a Igreja Primitiva, o Evangelho alcançou 70% da população mundial.

O grande salto evangelístico aconteceu no século 20, que começou, em 1900, com 45,7% das pessoas do mundo cientes da mensagem de Jesus Cristo, e terminou, em 1999, com mais de 70% de alcance.

Porém, o salto populacional do período diminuiu o ritmo, e a previsão é que, por causa do maior número de pessoas no planeta, até 2050 esse percentual cresça apenas mais 2 pontos, chegando a 72%.

Nos últimos 45 anos, o número de organizações missionárias mais que duplicou, o que ajudou no crescimento da população abrangida. Em 1970 existiam 2.200 entidades dedicadas à propagar o Evangelho. Em 2015, esse número chega a 5.100.

Para o CSGC, a “desaceleração” do evangelismo vai acontecer também pela influência de outros fatores, como o crescimento de outras religiões e a necessidade dos cristãos em se dedicar à formação daqueles que se converterem, o discipulado.

Dentre os fatores que permitiram a explosão evangelística ao longo do século passado está o alcance às tribos africanas, que não possuíam vínculos com as principais religiões do mundo. Essa situação permitiu aos missionários apresentar a mensagem do Evangelho a grupos enormes, mesmo que nem todos tenham se convertido.

Por outro lado, em um século, o número de cristãos na África cresceu 67 vezes, saltando de 7 milhões em 1900, para 470 milhões em 2010. Por outro lado, no mesmo período, o número de muçulmanos passou de 11 milhões para 234 milhões. A percentagem de adeptos às religiões primitivas das tribos caiu de 76% para 13% em 110 anos.

Islamismo

A religião que oferecerá maior resistência à divulgação do Evangelho será a muçulmana. Hoje, os jovens adeptos ao islamismo já representam uma fatia maior dentro da religião do que os jovens representam para o cristianismo. Segundo o CSGC, os jovens são 34% dos muçulmanos, enquanto no cristianismo esse número é de 27%.

Outro dado importante é a taxa de natalidade entre os muçulmanos: ao longo da vida, as mulheres seguidoras de Maomé têm, em média, 3,1 filhos, contra 2,7 das mulheres cristãs, de acordo com oChristianity Today.

Dentro desse cenário, o CSGC prevê que, em 2050, o islamismo poderá ter mais adeptos do que o cristianismo. No entanto, o instituto alerta que essas perspectivas podem mudar, com eventos extraordinários, ou com dedicação dos missionários em evangelizar países com alto índice demográfico, como China e Índia, que hoje figuram das listas de maiores perseguidores aos cristãos.

 

Fonte: G+

Estado Islâmico crucifica 25 pessoas na Síria

Vinte e cinco pessoas foram crucificadas por militantes do Estado Islâmico na Síria no último dia 2, segundo informações do Observatório Sírio de Direitos Humanos.

O caso aconteceu na província de Deir al Zur por não cumprirem o jejum do mês do Ramadã, as vítimas foram amarradas a postes nas localidades de Al Mayadín e Basira, pelo menos oito delas morreram.

As informações divulgadas afirmam que em Al Mayadín as pessoas foram crucificadas do lado de fora de uma espécie de quarto do EI. Cada uma delas tinham um cartaz pendurado no pescoço comentando a pena: “crucificação por um dia inteiro e 70 chibatadas por romper o jejum do Ramadã”.

A punição foi gravada e postada na internet, mostrando uma fileira de homens crucificados em postes. Os vídeos são uma forma de divulgação e promoção do grupo de terroristas, assim eles mostram as atrocidades que cometem para provar poder e intimidar.

Há mais de um ano que o Estado Islâmico proclamou o califado em diversas cidades da Síria e também no Iraque. O crescimento do grupo jihadista tem preocupado as autoridades internacionais, o Departamento de Estado dos Estados Unidos já apresentou seu relatório anual dizendo que o EI é o principal grupo terrorista do mundo.

Fonte: Prime


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