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Última atualizaçãoSeg, 20 Nov 2017

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Missões

Missionários distribuem mais de 80 mil Bíblias em Cuba para suprir crescimento de cristãos no país

O governo comunista de Cuba proibiu há 50 anos que as livrarias do país vendessem Bíblias, e o acesso da população ao livro sagrado do cristianismo ficou restrito aos que já existiam na Ilha.

A repressão à liberdade religiosa é uma das marcas da ditadura dos irmãos Fidel e Raul Castro. No entanto, a igreja evangélica no país vêm revertendo a opressão e atravessa um momento de crescimento, de acordo com informações da Christian Broadcasting Network (CBN).

No início de junho passado, os cristãos de Cuba receberam um carregamento com mais de 83 mil Bíblias enviadas pelo Conselho Internacional de Missões das Igrejas Batistas.

“A Convenção Batista em Cuba está distribuindo Bíblias para os crentes em mais de mil igrejas por toda a ilha”, informou a CBN. A proibição à venda de Bíblias ainda continua de pé, e os únicos lugares que as pessoas podem obter um exemplar é nas igrejas, através de doações.

O relato dos cristãos na ilha é que as igrejas têm precisado de cada vez mais doação de Bíblias por causa do crescente número de novos-convertidos nos últimos anos.

Esse crescimento de conversões tende a continuar após a retomada das relações diplomáticas entre Estados Unidos e Cuba. As conversas entre os presidentes Barack Obama e Raul Castro se iniciaram após o funeral do ex-presidente sul-africano Nelson Mandela, com intermédio do papa Francisco, segundo informações veiculadas pela imprensa internacional.

Em visita aos Estados Unidos, a presidente do Brasil, Dilma Rousseff (PT), cumprimentou Obama pela iniciativa de retomada das relações diplomáticas com Cuba e a tentativa de derrubada do embargo econômico imposto à ilha.

O governo petista, no poder há quase 13 anos no Brasil, mantém uma relação de proximidade ideológica com os irmãos Castro, que governam Cuba há décadas, ditatorialmente.

 

Fonte: G+


Pregar que Jesus é o filho de Deus pode virar crime na Inglaterra

Um importante teólogo anglicano alertou que o ensino cristão tradicional, como acreditar que Jesus é o filho de Deus, pode tornar-se crime no Reino Unido. O jornal Telegraph pulicou uma entrevista com o pastor Mike Ovey, que também é advogado, atual diretor de Oak Hill Theological College, em Londres.

Ele denuncia que a proposta do primeiro-ministro britânico David Cameron, que deveria minimizar o extremismo religioso pode ser “um desastre” para o ensino religioso no país.

“Como advogado acho que é um desastre. Como crente e professor cristão acho que é um desastre”, asseverou Ovey.  A proposta que deveria defender o que vem sendo chamado de “valores britânicos”, como a democracia, a tolerância e o Estado de direito, poderá reprimir qualquer ponto de vista que se oponha a esses valores.

Ovey lembra que no Reino Unido um grande número de casos recentes comprova que a sociedade tem se voltado contra pregadores cristãos. Vários foram presos após pessoas se queixarem às autoridades de sua mensagem, considerando-a “homofóbica” ou “discurso de ódio”.

Para o pastor, depois da homofobia, o próximo passo é lutarem contra o aborto, assunto que tem cada vez mais levantado debates entre os ingleses. Em breve poderá chegar ao cerne da fé cristã, uma vez que afirmar que Jesus é o filho de Deus apresenta-se como uma ofensa aos muçulmanos, grupo religioso que mais cresce no Reino Unido.

Cameron, que pertence ao Partido Conservador, conseguiu uma surpreendente vitória nas eleições gerais de maio, dando-lhes um poder maior desde então. O primeiro-ministro britânico disse em várias ocasiões que é cristão. Contudo, na mensagem de Páscoa este ano, limitou-se a dizer que o cristianismo é “a base de uma boa sociedade.”

Uma vez que a Igreja Anglicana é a igreja nacional do Reino Unido, não raro políticas afetam as decisões religiosas. 

Com informações de Christian Post/Prime

Igreja Assembleia de Deus nos Estados Unidos comemora crescimento de 47% nos últimos anos

A Assembleia de Deus nos Estados Unidos vem registrando um exponencial crescimento nos últimos 25 anos, com taxas superiores à da população do país.

Os números de crescimento beiram os 50%, com a denominação pentecostal registrando um total superior a 3,1 milhão de membros em 2014, segundo dados do Censo dos Estados Unidos.

De acordo com informações do Charisma News, a Assembleia de Deus iniciou sua curva de crescimento em 1989, quando tinha 2,1 milhões de membros. Desde então, o número de fiéis vem crescendo de forma consistente, e chegou a 3.146.741 membros, o maior já registrado pela igreja.

Esse total equivale a um crescimento de 47% em 25 anos, enquanto a população dos Estados Unidos cresceu 29%, passando de 246 a 318 milhões de habitantes.

Nesse período, a denominação adquiriu novas características, mostrando-se diversificada e acolhendo brancos e negros. Nos Estados Unidos, historicamente, igrejas se consolidaram com uma divisão entre as etnias, e é comum ainda hoje, denominações que só possuem brancos e/ou negros entre seus membros.

“A Assembleia de Deus têm sido marcada pela dependência do Espírito Santo e fidelidade às Escrituras. Este movimento de crescimento só pode ser atribuído a bênção de Deus e Sua obra através do Espírito Santo”, afirmou George Wood, superintendente-geral da denominação nos Estados Unidos.

Atualmente, a Assembleia de Deus possui 12.849 templos no país, sendo que 349 foram abertas em 2014, e 36.884 pastores ordenados. O número que causa mais entusiasmo entre os líderes da denominação é o de jovens em idades entre 18 a 34 anos, que representam 23,4% dos membros.

O país onde as Assembleias de Deus têm mais membros é o Brasil. No entanto, a denominação é dividida entre inúmeros ministérios, com peculiaridades doutrinárias entre si. A Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB) é a representante de todos os ministérios.

 

Fonte: G+

Judeus ortodoxos queimam templo cristão em Israel

Um incêndio na quarta-feira à noite danificou a igreja histórica da Multiplicação dos Pães e Peixes no Tabgha, localizada no Mar da Galileia, norte de Israel. Dezesseis alunos de uma yeshiva (escola rabínica ortodoxa) foram presos acusados de serem autores do incêndio criminoso.

Uma pichação foi encontrada no local. A frase era: “os ídolos falsos serão destruídos.” O depósito da igreja e parte dos escritórios ficaram danificados. Uma sala de oração sofreu danos leves devido à fumaça.

Autoridades disseram que duas pessoas ficaram levemente feridas por causa da inalação de fumaça, mas o fogo está completamente contido.

Pichação na Igreja da Multiplicação

“Os ídolos falsos serão destruídos.”

As investigações apontam para incêndio criminoso. Os jovens que foram detidos são moradores da Cisjordânia. Eles estão sendo defendidos legalmente pela conhecida organização Honenu. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu ordenou que o órgão de segurança Shin Bet acelere a investigação sobre o incidente.

“O chocante incêndio de uma igreja é um ataque contra todos nós”, disse Netanyahu. “A liberdade de culto em Israel é uma das pedras fundamentais dos nossos valores, sendo algo protegido por lei. O ódio e a intolerância não têm lugar na nossa sociedade”, afirmou.

O ministro da Segurança Pública Gilad Erdan denunciou o ataque como um “ato de covardia”. Ele afirmou que a polícia está fazendo da investigação deste incidente uma prioridade: “Não vamos deixar que ninguém perturbe a coexistência entre religiões e etnias em Israel. Prejudicar o princípio da tolerância entre as religiões é um golpe contra os valores mais importantes em Israel, e nossa tolerância será zero para atos como este”.

O local pertence à Igreja Católica em Israel, sendo visitado anualmente por milhares de turistas. É um local histórico na tradição cristã.

Um dos administradores do templo afirmou que este ataque é uma continuação das agressões que os lugares de culto cristão vêm recebendo ao longo dos últimos anos. Para o padre, as autoridades israelenses não conseguiram lidar satisfatoriamente com o problema.

Recentemente, um cemitério cristão na cidade de Kufr Birim foi atacado e vários de seus túmulos foram depredados. O incêndio na igreja é o sétimo ataque contra locais cristãos  desde 2006.

Segundo a tradição, a igreja foi erguida no local onde Jesus alimentou uma multidão com pães e peixes milagrosamente multiplicados. Conhecida como Tabhga, o local possui mosaicos famosos.

O rabino Yitzhak Yosef, uma das maiores autoridades judaicas do país, comentou: “Os comportamentos como este incêndio na igreja devem ser condenados e punidos severamente”. Afirmou que todos os judeus são proibidos de ter este tipo de atitude: “O judaísmo sempre teve o orgulho de ser uma luz para as nações e não, Deus nos livre, o oposto.”

 Com informações de Haaretz/Prime

Pastor Saeed Abedini é espancado novamente na prisão e esposa teme por sua vida; Ore

O pastor Saeed Abedini, preso no Irã, sofreu novo atentado contra sua vida na última semana, ao ser espancado por um de seus companheiros de cela.

Abedini, que é iraniano mas obteve cidadania norte-americana, vem sofrendo agressões físicas e tortura reiteradas vezes, o que desencadeou sérios problemas de saúde.

De acordo com o Centro Americano Para Lei e Justiça (ACLJ, na legenda em inglês), na última quarta-feira, 10 de junho, um membro da família de Abedini recebeu autorização da direção do presídio para visitá-lo, e na ocasião, relatou o espancamento.

O pastor afirmou ao parente que o detento que o agrediu estava acompanhado de outros detentos, que quebraram uma pequena mesa instalada na cela, que ele usava para estudar a Bíblia Sagrada. Na sequência, Abedini foi esmurrado no rosto, e o espancamento só terminou depois que guardas interviram na situação.

Abedini contou ainda que quando foi socorrido, foi levado ao médico da prisão e foi examinado. Os exames não constataram nenhuma fratura, mas o pastor tinha o corpo com diversos hematomas.

A esposa de Abedini, Naghmeh, voltou a pedir a libertação do marido e disse temer pela vida do pastor: “É devastador para mim e para minha família saber que Saeed tenha sido espancado e ter voltado de novo para prisão. “É hora de conseguir que Saeed seja liberto da prisão, antes que seja tarde demais”, disse, segundo informações do Noticias Cristianas.

Saeed Abedini é perseguido por guardas e detentos da prisão onde está detido por ter deixado o islamismo para se converter ao Evangelho, e ter se tornado pastor. Até sua prisão, em setembro de 2012, ele atuava como missionário em sua terra natal, onde trabalhava na construção de um orfanato. Em janeiro de 2013 ele foi condenado a oito anos de prisão acusado de espionagem internacional, pois fazia frequentes viagens entre os Estados Unidos e o Irã.

 

Fonte: G+


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