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Última atualizaçãoQui, 21 Set 2017

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Gustavo Bessa conta que passou 5 anos nas drogas: “Eu me perdi dentro da igreja”

É fácil encontrar testemunhos de pessoas que abandonaram o pecado quando conheceram a Cristo. Mas, pouco se fala de pessoas que “se perderam na igreja”. Esse foi o caso do pastor Gustavo Bessa, esposo da cantora Ana Paula Valadão. Durante uma ministração na conferência Radicais Livres 2017, o líder contou que mesmo tendo nascido em uma família evangélica, ele se afastou dos caminhos de Deus e passou cinco anos no mundo das drogas.

“Eu nasci em um lar cristão. Sou a quinta geração de evangélicos na minha família. Meu tataravô se converteu no Triângulo Mineiro quando um caixeiro viajante foi até a fazenda dele e vendeu uma Bíblia. Ele se converteu. Eu nasci nesse contexto de igreja, cresci no contexto de igreja, mas quando eu fiz 17 anos eu me afastei. Eu não tinha problemas com os meus pais, eles sempre foram muito amorosos, muito carinhosos. Um homem de Deus o papai, uma mulher de Deus a mamãe, mas eu me perdi dentro da igreja”, confessou.

“Eram amigos meus da adolescência que pouco a pouco, sem que eu me desse conta… De repente eu estava afundado nas drogas. Comecei na igreja. Já sabia teologia, participava dos concursos bíblicos. Respondia as perguntas da Bíblia doidão. E isso me fez perceber depois que eu voltei para Jesus, que o simples conhecimento de textos bíblicos não é o suficiente para que a pessoa tenha paz no coração”, ressaltou.

“Muito doido”

“Durante cinco anos eu fiquei longe dos caminhos do Senhor. Muito doido. Vivia uma vida de sexo, drogas e rock’n roll. Durante um período da minha vida eu estava fazendo física na universidade e eu me lembro que saía das aulas e ia atá a escola de veterinária em cima do esterco de vaca para catar cogumelo e comer porque eu estava em busca de uma resposta”, salientou o pastor.

“Eu não havia encontrado essa resposta na teologia, não havia encontrado essa resposta nos comentários bíblicos. Eu não havia encontrado essa resposta nas reuniões da igreja. Eu estava em busca, meu coração tinha um vazio infinito. E durante cinco anos eu vivi assim. Eu frequentava os cultos da igreja, mas havia um vazio no meu coração e quando eu saia dos cultos eu ia para festas, para a doideira, para as drogas, para viagens”, disse.

Restauração

O pastor contou como seus olhos se abriram para a realidade. “Em uma noite, no dia 15 de agosto de 1996, eu estava em um quarto de hotel, no Chile, participando de um encontro de estudantes de direito do Mercosul. Era o primeiro encontro de estudantes de direito que englobava pessoas de todo o Mercosul”, colocou.

“Mas, eu não estava nem aí para a conferência, eu estava muito doido no meu quatro. Estava cheirando cocaína e tomando whisky quando de repente esse amor me alcançou. Era três horas da manhã. Alguém disse muito acertadamente que não existe nenhum caminho do homem para Deus. Nenhum caminho que possa levar o homem até Deus. Só existe um caminho de Deus até o homem e esse caminho se chama Jesus. E eu estava naquele quarto de hotel quando a luz do Senhor brilhou no meu coração e o meu grito naquela madrugada, às três horas da manhã, era ‘ele me ama, ele me ama, ele me ama’”, lembrou.

“Outro sujeito que estava no quarto comigo não entendeu nada. Ele disse: ‘Cara, você está doido?’. Eu disse: ‘Não, eu descobri que Deus me ama. Ele me ama. Você não sabe de onde eu vim, eu conheço a Deus e Ele veio me encontrar aqui nesse quarto de hotel. Ele não esqueceu de mim, Ele não me abandonou, Ele não virou as costas para mim, ainda que eu tenha virado as coisas para ele em busca de outras respostas. Ele permaneceu me buscando até me encontrar aqui nesse quarto de hotel”, pontuou.

 

Fonte: Guia-me

A partir de 8 min

 


Santander irá devolver verba à Receita Federal após promover pedofilia e zoofilia

Promovida pelo Santander Cultural, a exposição “Queermuseu — Cartografias da diferença na arte brasileira” tem se tornado motivo de indignação desde que foi denunciada por cidadãos e movimentos sociais na última semana.

“Queermuseu” foi inaugurada em 14 de agosto, em Porto Alegre, e deveria ficar em cartaz até 8 de outubro. No entanto, devido aos protestos contra a exposição, o Santander Cultural decidiu neste domingo (10) cancelar a mostra e devolver à Receita Federal os R$ 800 mil captados via Lei Rouanet para sua realização.

A controvérsia começou quando foram publicados vídeos das obras de Adriana Varejão e Bia Leite na internet, com imagens sexuais dentro de um contexto histórico e uma pintura de duas criança com as frases “criança viada deusa das águas” e “criança viada travesti da lambada”.

Segundo o visitante que denunciou a mostra em um dos vídeos, a exposição “incita a pornografia e a pedofilia”. Também foi denunciado o caráter zoófilo da mostra, devido à obra “Cena de Interior 2” (2013) de Varejão, na qual é retratada a relação sexual de duas pessoas com um animal.

Os protestos nas redes sociais foram impulsionados pelo MBL (Movimento Brasil Livre), que condenou o fato de a exposição “ser direcionada para alunos de escolas públicas e privadas”, segundo Kim Kataguiri.

Kataguiri investigou qual seria o público da exposição por meio do formulário que inscrevia a exposição na Lei Rouanet. No texto, está escrito que o programa pretende “aproximar o público escolar das diversas linguagens da arte”.

O produto cultural deveria apontar uma classificação indicativa se fosse veiculado em obra audiovisual. No entanto, segundo o Ministério da Justiça, não há lei que demande essa mesma prática em exposições.

Pronunciamento

Em comunicado divulgado nesta segunda-feira (11), o banco Santander pediu “sinceras desculpas a todos aqueles que enxergaram o desrespeito a símbolos e crenças na exposição ‘Queermuseu’”.

Por outro lado, o banco destacou que irá seguir comprometido “com a promoção do debate sobre diversidade e inclusão, entre outros grandes temas contemporâneos”.

O curador da exposição, Gaudêncio Fidelis, mostrou decepção com a posição do Santander Cultural. “O Santander infringiu as regras mais básicas de direito, de respeito e de consideração aos artistas presentes, sem inclusive consultar a curadoria e sem considerar que estávamos realizando um trabalho de construção de conhecimento”, reclama.

Fonte: Guia-me

Dois Missionários chinês são assassinados, e governo intensifica mais ainda a perseguição

Depois que extremistas muçulmanos assassinaram dois missionários chineses no Paquistão, muitos esperavam que o governo chinês se esforçasse para proteger os cristãos do país. Em vez disso, o Partido Comunista chinês está intensificando ainda mais a perseguição religiosa em seu território.

De acordo com um relatório da BBC, os missionários Meng Lisi e Li Xinheng foram ao Baluchistão, uma das cidades mais violentas do Paquistão, para evangelizar os muçulmanos locais. No entanto, eles foram encontrados por extremistas violentos, que os assassinaram a sangue frio.

O governo chinês não somente está fechando os olhos para este duplo assassinato, como também está aumentando sua campanha contra o cristianismo no país. Pouco depois da ocorrência dos crimes no Paquistão, autoridades chinesas prenderam quatro pastores de uma igreja na província de Zheijing. Mais tarde os líderes cristãos foram libertados, mas continuam proibidos de pregar o evangelho ou de dar qualquer entrevista na mídia sobre suas detenções.

A mãe de Xinheng diz que ela está "orgulhosa" de seu filho que não hesitou em compartilhar sua fé cristã, mas está decepcionada com o governo chinês que menosprezou a morte destes dois missionários.

Muitos suspeitam que a passividade do governo chinês neste caso também esteja ligada a interesses econômicos da China sobre o Paquistão. A China está investindo mais de US$ 55 bilhões no Paquistão, um país-chave em seu plano de conectar a Ásia e a Europa com uma nova rede de mercado.

Especialistas também dizem que o governo da China (Partido Comunista) vê os missionários cristãos do país como um "problema".

"Eles acham que o cristianismo é uma religião ocidental importada para a China, então, como você pode exportar o cristianismo da China?", diz Fenggang Yang, um especialista em religião na China, formado pela Universidade de Purdue.

"Isso é algo novo e as autoridades chinesas ainda estão lutando para descobrir o que fazer com isso", acrescentou.

As autoridades chinesas têm atacado repetidamente os cristãos do país e já destruíram mais de 1.000 cruzes, derrubando-as de diversos templos de igrejas, entre os anos de 2015 e 2016.

No entanto, apesar da repressão, os recentes assassinatos dos dois missionários chineses revelam que a Igreja na China está viva e bem atuante, não só em seu próprio território, mas também está levando o evangelho para além das fronteiras do país e para algumas das partes mais hostis do mundo, como é o caso do Paquistão.

Fonte: Guia-me

Menino de 14 anos de idade se arrepende de ter `mudado de sexo´

O australiano Patrick Mitchel tinha apenas 12 anos de idade quando foi diagnosticado que sofria de “disforia de gênero”. Com autorização da família, começou um processo de “mudança de sexo”. Contudo, dois anos após a cirurgia que o transformou em uma “menina”, ele diz estar arrependido e que ainda se sentia membro do sexo masculino.

Desde então ele vem fazendo um doloroso processo para voltar ao sexo com que nasceu, incluindo tratamentos cirúrgicos.

“Desde quando ele era mais jovem, vestia roupa feminina”, justifica Alison, a mãe de Patrick. Seu filho começou a tomar hormônios de estrogênio, que lhe ajudou a desenvolver seios e deixou o cabelo crescer.

Em entrevista ao programa 60 minutes, Mitchell, que hoje tem 14 anos explica que ser menina não é como ele pensava. Por isso, optou pela “destransição”.

Alison admite que o filho já não demonstra mais a antiga confusão a respeito de sua identidade sexual. Ela reclama que os médicos foram “precipitados” ao darem o diagnóstico de disforia de gênero quando ele tinha apenas 12 anos.

“Fico triste que ele estivesse confuso e pelos tempos difíceis que passou, mas estou muito feliz com quem ele é hoje”, encerrou.

Agora a família faz planos para ir a Coreia do Sul para que o menino possa fazer a cirurgia de retirada das mamas. É um dos únicos países do mundo que aceita fazer essa operação em menores de idade.

Fonte: Cpad News

 

Crises de fé na sociedade leva pastores a se unirem para evangelizar, no Reino Unido

Os líderes da Igreja na Grã-Bretanha estão se unindo para “continuar encontrando novos meios de espalhar o Evangelho”. A iniciativa veio depois que um novo estudo descobriu que o Reino Unido está se tornando uma sociedade cada vez mais ímpia, com mais da metade da população se descrevendo como "sem nenhuma religião". De acordo com os últimos dados do levantamento de atitudes sociais britânicas do Centro Nacional de Pesquisas Sociais (NatCen), a proporção de não-crentes bateu o recorde de 53%.

Os evangélicos que frequentam a Igreja da Inglaterra são apenas 15% das pessoas, com 9% ligados a igreja católica, 17% para outras denominações cristãs e 6% para outras religiões. A proporção daqueles que se descrevem como "sem religião" também aumentou desde que a pesquisa começou em 1983, quando estava em 31%.

Dos 6% pertencentes a outras religiões, metade eram muçulmanos e uma outra parcela com hindus, judeus, sikhs, budistas e grupos menores. Em geral, o declínio da religião tem sido impulsionado por jovens. Em 2015, 62% das moças e rapazes de 18 a 24 anos disseram que não tinham religião, o que aumentou para 71% no ano passado.

Cada vez menos religiosos

A queda afeta as idades, mas as pessoas sem religião permanecem na minoria entre os grupos mais velhos, representando 40% das pessoas que têm 65 a 74 anos e 27% com mais de 75 anos. A separação é de 50% entre pessoas com idade de 55 a 64 anos. O inquérito das atitudes sociais britânicas realizou 2.942 entrevistas em toda a Grã-Bretanha, com a pergunta: "Você se considera pertencer a uma religião em particular? Se sim, qual?"

Roger Harding, do Centro Nacional de Pesquisas Sociais, que publicou a pesquisa, disse que os últimos números seguiram "a tendência a longo prazo de que cada vez mais não somos religiosos". Ele acrescentou: "As diferenças por idade são rígidas e, com tantas pessoas mais jovens sem religião, é difícil ver essa mudança diminuindo em breve. Este resultado deve fazer com que todos os líderes religiosos parem para pensar".

Uma pesquisa de 2015 divulgada pelo Pew Research Center encontrou, de forma semelhante, que a "participação dos cristãos na população dos EUA está em declínio", já que há 5 milhões de crentes a menos nos EUA do que em 2007. Além disso, milhões de pessoas se identificam como ateus.

Fonte: Guia-me


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