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Última atualizaçãoSex, 14 Ago 2020

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Governo do Paraguai rechaça ideologia de gênero: Família é pai, mãe e filhos

O ministro da Educação do Paraguai, Enrique Riera, afirmou que a Constituição do país reconhece “uma família tradicional”, formada por “pai, mãe, filhos” e disse que descartarão material que promove a ideologia de gênero e que tinha ficado do governo anterior.

Em uma recente coletiva de imprensa, Riera lamentou a “confusão” e as duras críticas que o governo recebeu depois da divulgação, através das redes sociais, de que as escolas do país ensinavam que o gênero é uma construção social, que o homem e a mulher não nasceram assim, mas que são identidades construídas, entre outros conceitos específicos da ideologia do gênero.

O ministro responsabilizou por estes conteúdos um acordo assinado entre o governo de Fernando Lugo, afastado em 2012, e um grupo homossexual chamado ‘Somos Gay’.

“No governo anterior, houve um convênio assinado com uma organização chamada ‘Somos Gay’, um convênio com a Direção de Educação Permanente. Isso gerou alguns materiais nessa época e ficaram vigentes e atualmente ainda tínhamos no site alguns desses materiais”, disse Riera.

O ministro explicou que o seu escritório “ordenou revisá-los ??porque há uma frase que causa todo o problema”, que é “onde diz literalmente que o gênero é uma construção social”.

“Quero lhe dizer que o Ministério da Educação se baseia no artigo 52 da Constituição Nacional, de uma família tradicional, de valores tradicionais, com pai, mãe, filhos: também é a minha posição e nós naturalmente respeitamos as diferentes opções, mas não as infundiremos nas escolas públicas”, manifestou.

O artigo 52 da Constituição do Paraguai afirma que “o casamento entre o homem e a mulher é um dos elementos fundamentais na formação da família”.

Riera indicou que informou ao presidente do Paraguai, Horacio Cartes, “sobre de onde veio essa confusão. Todos nós recebemos mensagens por WhatsApp, houve denúncias muito duras de alguns setores”.

Fonte: Folha Gospel


Produtor de pornografia abandona empresa e se entrega a Jesus: "Reconheci o meu pecado"

No auge de sua carreira, Keith Repult se tornou o proprietário da segunda maior empresa de distribuição de pornografia dos Estados Unidos. Tornando-se milionário, Keith estava vivendo uma vida de luxo. Porém no seu interior, ele se sentia vazio, dominado pelo alcoolismo, drogas e, logicamente, a pornografia.

No meio de tantos conflitos, uma experiência intensa mudou completamente sua vida: ele conheceu Jesus Cristo.

"Eu nem percebia o domínio que a pornografia e as drogas tinham sobre mim - nem percebia que estava errado, porque tudo isto está tão 'normalizado' nos dias de hoje", disse Keith em uma entrevista ao site cristão 'Gospel Herald'. "Mas quando eu me tornei um cristão, nascido de novo, meus olhos foram abertos. Se há uma coisa que eu quero que as pessoas vejam em minha vida, é que sempre há esperança, e essa esperança só é encontrada em Jesus".

Hoje, Keith é pastor e trabalha ajudando viciados em diversas áreas na Igreja 'Mission', em Ventura, Califórnia (EUA) e com sua esposa, Samantha, também são donos da loja "Surf 'N' Yogurt", que fica na mesma cidade. Ele compartilha sua poderosa história de redenção em seu livro "Just Breathe: All Stories Canseable, All Brokenness Repairable, All adictions Breakable", da editora 'BroadStreet Publishers'.

Sua luta contra o vício e o desejo de aceitação, disse ele, decorreu da solidão e do vazio que experimentou quando era criança.

"Na minha infância e adolescência, vivi constantemente saltando de um lado para o outro entre as casas de famílias adotivas, nunca ouvi as palavras 'eu te amo', e eu desenvolvi uma sensação de não pertencer a lugar nenhum. Eu sentia que não me encaixava", disse ele. "Eu encontrei 'conforto' temporário nas drogas e álcool, e em seguida eu comecei a vender drogas".

Um dia, Keith foi a um bar, onde conheceu um homem que se ofereceu para lhe dar um emprego e decidiu ver qual era o tipo de proposta que aquele homem tinha para lhe fazer.

"Eu fui à sua loja pela manhã, que era uma livraria para adultos", disse ele. "Eu construí algumas prateleiras para ele, e depois disso, ele me disse que ele tinha outra loja na cidade onde ele precisava que eu fizesse um trabalho. Comecei a fazer entregas para ele e depois trabalhei com vendas, e o resto é história".

De acordo com Keith, entrar na indústria cinematográfica adulta foi "muito mais fácil do que abandoná-la".

"Depois de assumir uma empresa de produção de filmes para adultos, eu estava lançando dois filmes por semana, ganhando tanto dinheiro que nem sabia o que fazer com tudo aquilo", ele compartilhou. "Eu sentia que, se eu tivesse essas coisas, eu acreditava que as pessoas gostariam de mim. Eu comprei um relógio de US$ 60.000, carros, casas - o que você puder imaginar, mas ainda assim não era suficiente. Os itens ficaram cada vez mais caros, mas nada conseguia satisfazer a minha alma. Eu tinha um buraco na minha alma e o vento soprava. Em todo tempo eu estava procurando a felicidade".


Decepção e vergonha

À medida que sua empresa de filmes pornográficos crescia, Keith decidiu abandonar as drogas e o álcool e se  casou com sua atual esposa, Samantha. Juntos, eles tiveram três filhas e um filho, e na esperança de viver uma vida mais tranquila, mudaram-se para Ventura, uma pequena comunidade praiana que eles aprenderam a amar. Lá, eles decidiram abrir uma loja de iogurte.

"Eu encontrei a pequena localização perfeita, e coloquei umas faixas que diziam: 'Yogurt Hut: Em breve' - esse era o antigo nome da 'Surf 'N' Yogurt", lembrou ele. "Estávamos tão entusiasmados em abrir a loja. Na manhã seguinte, recebi uma ligação de um amigo que disse: 'você pode vir aqui?". Quando cheguei à loja, vi que alguém pintou na nossa janela com tinta vermelha a frase "As estrelas pornográficas procuradas".

Em outra bandeira, alguém escreveu as palavras, "produtor de pornografia".

"Então, cheio de vergonha e horror e voltei para casa e disse à minha esposa: 'é hora de mudar novamente. Eu quero vender, eu quero mudar", disse ele. "Mas a minha esposa disse: 'não, não vamos a lugar algum. Vamos nos manter firmes aqui".


Vidas restauradas

Através dessa pequena loja de iogurte, Deus começou a trazer as pessoas para as vidas de Keith e sua família, que os mudariam para sempre. Keith acabou conhecendo o pastor Jude da Igreja 'City', que orou com ele e foi a primeira pessoa a compartilhar sobre o amor de Deus com empresário.

"Eu lhe contei toda a minha história, e depois perguntei: 'Bem, você ainda gosta de mim?", disse Keith. "Tudo o que ele disse foi: 'Deus sabia exatamente o que Ele queria quando ele te pegou'. Quando ele falou essas palavras, me apoiei nelas, eu queria mudar minha vida, mas não sabia como. Ele me disse: 'Keith, continue olhando para a cruz".

O contexto em que Keith vivia quando conheceu o pastor Jude não era fácil. Além dos ataques que sofreu de algumas pessoas por causa de seu trabalho com pornografia, após doze anos de sobriedade, ele já havia começado a usar drogas novamente: "A cocaína rapidamente tornou-se um hábito para mim", disse ele.

Ainda assim, ele tinha vontade de ir à igreja, e através do testemunho de uma amiga, Samantha também começou a frequentar os cultos. Logo, o casal tornou-se ativamente envolvido em uma igreja local, e enquanto Deus foi confortando seus corações, eles não queriam mais estar ligados à indústria cinematográfica adulta.

"Eu sabia que queria sair", disse Keith, "Então nós desistimos de tudo e eu fui batizado".

Na esperança de superar seus vícios, Keith decidiu entrar em um programa de 12 passos para rehabilitação. Durante o programa ele foi aconselhado de homens piedosos, que o ajudaram a se recuperar e crescer em sua fé.

"Eu reconheci o meu pecado e entendi como ele realmente era", disse ele. "Eu entendi que tinha vícios que nem percebia que me faziam tão mal".

Hoje, Keith disse que ele não consegue mais se identificar com o homem desprezível que ele já foi um dia. Agora, ele usa seu testemunho para lembrar aos outros que Deus pode salvar até os indivíduos mais desprezíveis.

"A pornografia era 'normal', era algo cotidiano para mim", disse ele. "Agora, vejo que a indústria adulta é perigosa para a vida humana. É perigosa, pervertida, está distorcendo a sexualidade das pessoas. Quatro anos depois da minha conversão, estou sóbrio e abstinente da pornografia. Minha vida parece completamente diferente agora".

Ele acrescentou: "Eu quero encorajar outros que podem estar lutando contra isso, para encontrar alguém em quem você realmente confia e compartilhar sobre essas batalhas. Você não pode manter essas coisas dentro de você. Busque aconselhamento e fale sobre isso. Isso foi doloroso para mim, mas eu o fiz, e mudou completamente a minha vida".

"Corra para a cruz", disse ele. "Deus está esperando para redimir a sua história".

Fonte: Guia-me

Gustavo Bessa conta que passou 5 anos nas drogas: “Eu me perdi dentro da igreja”

É fácil encontrar testemunhos de pessoas que abandonaram o pecado quando conheceram a Cristo. Mas, pouco se fala de pessoas que “se perderam na igreja”. Esse foi o caso do pastor Gustavo Bessa, esposo da cantora Ana Paula Valadão. Durante uma ministração na conferência Radicais Livres 2017, o líder contou que mesmo tendo nascido em uma família evangélica, ele se afastou dos caminhos de Deus e passou cinco anos no mundo das drogas.

“Eu nasci em um lar cristão. Sou a quinta geração de evangélicos na minha família. Meu tataravô se converteu no Triângulo Mineiro quando um caixeiro viajante foi até a fazenda dele e vendeu uma Bíblia. Ele se converteu. Eu nasci nesse contexto de igreja, cresci no contexto de igreja, mas quando eu fiz 17 anos eu me afastei. Eu não tinha problemas com os meus pais, eles sempre foram muito amorosos, muito carinhosos. Um homem de Deus o papai, uma mulher de Deus a mamãe, mas eu me perdi dentro da igreja”, confessou.

“Eram amigos meus da adolescência que pouco a pouco, sem que eu me desse conta… De repente eu estava afundado nas drogas. Comecei na igreja. Já sabia teologia, participava dos concursos bíblicos. Respondia as perguntas da Bíblia doidão. E isso me fez perceber depois que eu voltei para Jesus, que o simples conhecimento de textos bíblicos não é o suficiente para que a pessoa tenha paz no coração”, ressaltou.

“Muito doido”

“Durante cinco anos eu fiquei longe dos caminhos do Senhor. Muito doido. Vivia uma vida de sexo, drogas e rock’n roll. Durante um período da minha vida eu estava fazendo física na universidade e eu me lembro que saía das aulas e ia atá a escola de veterinária em cima do esterco de vaca para catar cogumelo e comer porque eu estava em busca de uma resposta”, salientou o pastor.

“Eu não havia encontrado essa resposta na teologia, não havia encontrado essa resposta nos comentários bíblicos. Eu não havia encontrado essa resposta nas reuniões da igreja. Eu estava em busca, meu coração tinha um vazio infinito. E durante cinco anos eu vivi assim. Eu frequentava os cultos da igreja, mas havia um vazio no meu coração e quando eu saia dos cultos eu ia para festas, para a doideira, para as drogas, para viagens”, disse.

Restauração

O pastor contou como seus olhos se abriram para a realidade. “Em uma noite, no dia 15 de agosto de 1996, eu estava em um quarto de hotel, no Chile, participando de um encontro de estudantes de direito do Mercosul. Era o primeiro encontro de estudantes de direito que englobava pessoas de todo o Mercosul”, colocou.

“Mas, eu não estava nem aí para a conferência, eu estava muito doido no meu quatro. Estava cheirando cocaína e tomando whisky quando de repente esse amor me alcançou. Era três horas da manhã. Alguém disse muito acertadamente que não existe nenhum caminho do homem para Deus. Nenhum caminho que possa levar o homem até Deus. Só existe um caminho de Deus até o homem e esse caminho se chama Jesus. E eu estava naquele quarto de hotel quando a luz do Senhor brilhou no meu coração e o meu grito naquela madrugada, às três horas da manhã, era ‘ele me ama, ele me ama, ele me ama’”, lembrou.

“Outro sujeito que estava no quarto comigo não entendeu nada. Ele disse: ‘Cara, você está doido?’. Eu disse: ‘Não, eu descobri que Deus me ama. Ele me ama. Você não sabe de onde eu vim, eu conheço a Deus e Ele veio me encontrar aqui nesse quarto de hotel. Ele não esqueceu de mim, Ele não me abandonou, Ele não virou as costas para mim, ainda que eu tenha virado as coisas para ele em busca de outras respostas. Ele permaneceu me buscando até me encontrar aqui nesse quarto de hotel”, pontuou.

 

Fonte: Guia-me

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Ex-preso envia Bíblias digitais à Coreia do Norte: "Quero acabar com a falta de conhecimento"

Jung Kwang-il, 44, foi condenado a três anos de prisão em campos de trabalho da Coreia do Norte por um crime que ele não cometeu, agora vive nos arredores da Coreia do Sul. Hoje ele costuma enviar unidades USB, cartões de memória SD e outros dispositivos com a Bíblia, filmes, programas de televisão sul-coreanos e testemunhos de desertores da Coreia do Norte. Tudo por meio de balões.

Jung é o fundador de um grupo chamado “Sem Cadeias”, que tem sede na região da província sul-coreana de Gyeonggi, perto da fronteira da Coreia do Norte. Os dispositivos de armazenamento digital são doados por estudantes das faculdades dos Estados Unidos.

"Confirmamos através do GPS que todos os balões caíram na área do Monte Kumgang, que está localizado na província norte-coreana de Kangwon Jung. Este lançamento foi o último do ano, já que os ventos começarão a mudar", ressaltou. Por isso, ele usa balões com hélio, transporte humano e equipamentos de drones.

Jung questiona como esse tipo de ação só pode acontecer de forma clandestina. “Como é que nada disso acontece na Coreia do Norte? A razão é simples: o país é completamente fechado, sem informação. As pessoas não sabem que a maneira como eles vivem é terrível. Eu quero acabar com a falta de conhecimento”, disse em entrevista para uma TV local.

Estimativas

De acordo com estimativas, cerca de 10% das famílias da Coreia do Norte possuem um computador, e metade dos cidadãos urbanos possui um "notel", que é um tipo de dispositivo portátil chinês. O Escritório coreano do ministério Voz dos Mártires também enviou Bíblias para a Coreia do Norte em 2015.

"Na Coreia do Norte, as crianças ainda são ensinadas sobre o risco de possuir uma Bíblia. Até mesmo meias, certo tipo de roupas e comidas podem ser um perigo para as leis do país. As pessoas que escolhem possuir uma Bíblia sabem que a decisão é extremamente perigosa porque podem acabar sendo executadas", declarou o reverendo Eric Foley.

Um desertor norte-coreano, Hee Yeon Lim, de 26 anos, compartilhou recentemente em uma entrevista que o ditador do país, Kim Jong Un, possui escravas sexuais adolescentes, que foram retiradas das escolas e hoje vivem no luxo enquanto a população morre de fome e as crianças são forçadas a testemunhar execuções públicas.

Regime ditatorial

Lim, que agora reside em Seul, Coreia do Sul, disse que teve a possibilidade de fugir do país com sua mãe em 2015. Seu pai, o Coronel Wui Yeon Lim, da Marinha da Coreia do Norte, que morreu aos 51 anos, estava permanentemente em serviço, e foi sua profissão que lhe deu um olhar mais profundo sobre o regime ditatorial.

Lim contou uma ocasião em que foi forçado junto com colegas a assistir 11 músicos norte-coreanos sendo executados. "Os músicos foram trazidos e imobilizados, para que não pudessem pedir perdão por suas vidas. O que testemunhei naquele dia me abalou o estômago. Eles foram massacrados”.

De acordo com o ministério Portas Abertas, entre 50 mil a 70 mil cristãos estão sendo maltratados como prisioneiros na Coreia do Norte. No ano passado, um relatório da Christian Solidarity Worldwide revelou que o governo comunista jogou os cristãos sob o solo e os pendurou em cruzes pegando fogo.

Fonte: Guia-me

Santander irá devolver verba à Receita Federal após promover pedofilia e zoofilia

Promovida pelo Santander Cultural, a exposição “Queermuseu — Cartografias da diferença na arte brasileira” tem se tornado motivo de indignação desde que foi denunciada por cidadãos e movimentos sociais na última semana.

“Queermuseu” foi inaugurada em 14 de agosto, em Porto Alegre, e deveria ficar em cartaz até 8 de outubro. No entanto, devido aos protestos contra a exposição, o Santander Cultural decidiu neste domingo (10) cancelar a mostra e devolver à Receita Federal os R$ 800 mil captados via Lei Rouanet para sua realização.

A controvérsia começou quando foram publicados vídeos das obras de Adriana Varejão e Bia Leite na internet, com imagens sexuais dentro de um contexto histórico e uma pintura de duas criança com as frases “criança viada deusa das águas” e “criança viada travesti da lambada”.

Segundo o visitante que denunciou a mostra em um dos vídeos, a exposição “incita a pornografia e a pedofilia”. Também foi denunciado o caráter zoófilo da mostra, devido à obra “Cena de Interior 2” (2013) de Varejão, na qual é retratada a relação sexual de duas pessoas com um animal.

Os protestos nas redes sociais foram impulsionados pelo MBL (Movimento Brasil Livre), que condenou o fato de a exposição “ser direcionada para alunos de escolas públicas e privadas”, segundo Kim Kataguiri.

Kataguiri investigou qual seria o público da exposição por meio do formulário que inscrevia a exposição na Lei Rouanet. No texto, está escrito que o programa pretende “aproximar o público escolar das diversas linguagens da arte”.

O produto cultural deveria apontar uma classificação indicativa se fosse veiculado em obra audiovisual. No entanto, segundo o Ministério da Justiça, não há lei que demande essa mesma prática em exposições.

Pronunciamento

Em comunicado divulgado nesta segunda-feira (11), o banco Santander pediu “sinceras desculpas a todos aqueles que enxergaram o desrespeito a símbolos e crenças na exposição ‘Queermuseu’”.

Por outro lado, o banco destacou que irá seguir comprometido “com a promoção do debate sobre diversidade e inclusão, entre outros grandes temas contemporâneos”.

O curador da exposição, Gaudêncio Fidelis, mostrou decepção com a posição do Santander Cultural. “O Santander infringiu as regras mais básicas de direito, de respeito e de consideração aos artistas presentes, sem inclusive consultar a curadoria e sem considerar que estávamos realizando um trabalho de construção de conhecimento”, reclama.

Fonte: Guia-me


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