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Última atualizaçãoQui, 26 Abr 2018

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Conduta de cristãos secretos leva oficial da Coreia do Norte que os espionava a se entregar a Jesus

Uma cristã norte-coreana que conseguiu escapar do país contou um testemunho de evangelismo silencioso e impactante, que culminou com a conversão do oficial encarregado por denunciar sua família pelo crime de acreditar em Jesus.

Kim Sang-Hwa cresceu sem saber que seus pais eram cristãos, tamanha a discrição que é exigida dos seguidores de Jesus no país. Certo dia, antes de fugir do regime comunista totalitário implementado pela dinastia ditadora da Coreia do Norte, ela soube de como a vida de seu pai foi usada para levar um funcionário do governo a Jesus.

O oficial do Partido Comunista era encarregado de espionar a família de Kim e denunciar às autoridades tão logo obtivesse provas de sua fé cristã. “Como muitas famílias cristãs, nossa família foi banida na década de 1950 para uma aldeia remota”, relatou à Missão Portas Abertas.

“Eles continuaram a esconder sua fé para não serem descobertos pelos oficiais, mas lembro-me de acordar uma noite, quando eu tinha seis anos. Nossa casa era muito pequena, então todos dormíamos no mesmo quarto. Quando abri meus olhos, vi meu pai e mãe sob o cobertor e eu podia ouvir um ruído suave do rádio. Mais tarde eu soube que eles estavam ouvindo a transmissão de uma estação de rádio cristã”, relembrou.

Certo dia, ao encontrar uma Bíblia escondida no fundo de um armário, Kim ficou aterrorizada e chegou a considerar a hipótese de delatar seus pais às autoridades, tamanha é a doutrinação imposta pelo governo.

“Eu estava com medo até mesmo de tocar a Bíblia, mas não podia simplesmente deixá-la lá. Eu fechei os olhos, peguei o livro e o coloquei de volta. Eu pesava minhas opções. Devo dizer ao meu professor sobre isso? Devo visitar o oficial de segurança local? Por quinze dias eu não pude pensar em mais nada. Éramos ensinados na escola era nosso dever denunciar aquele ‘livro ilegal’. Mas era a minha família que estava envolvida naquilo. Além disso, também passei a me questionar: “Quem é esse Deus?'”, revelou.

A Coreia do Norte é um dos países onde há maior opressão contra o Evangelho, e frequentemente cristãos são condenados a trabalhos forçados no campo, ou sentenciados à morte, pela simples posse de um exemplar da Bíblia Sagrada.

Depois de muito ponderar sobre o assunto, ela tomou coragem e questionou seu pai sobre o “livro proibido”. “Ele ficou muito surpreso e sentou-se ao meu lado e me perguntou: ‘Você vê aquelas árvores antigas? Quem as fez?’. Eu disse que não sabia e ele me explicou toda a história da criação do mundo, incluindo como Deus criou Adão e Eva”, afirmou.

Com o tempo, sua mãe passou a ensiná-la a memorizar os versículos da Bíblia, seu pai explicou o contexto do Evangelho, o plano da Salvação através de Jesus, e seu avô a ensinou a orar: “É só falar com Deus. Nada mais, nada menos que isso”, ele simplificou.

“Para mim, todas essas histórias e ideias eram muito interessantes. Eu também passei a ler a Bíblia sozinha. Mas percebi o quanto isso era perigoso em meu país. Meu pai sempre enfatizava não compartilhar nada com ninguém. Então ele começava a orar em sussurros, de maneira quase inaudível, dizendo: ‘Pai, ajude o povo norte-coreano a buscar o Seu reino em primeiro lugar”, relembrou.

O testemunho

A conversão do oficial, já em seu leito de morte, foi fruto da vida em retidão do pai de Kim. Ele se encontrava, de tempos em tempos, com outros cristãos, em um local secreto, e assim eles cultuavam a Deus, estudavam a Bíblia e oravam juntos.

“Quando um homem estava morrendo, meu pai foi vê-lo em seu leito de morte. Ele confessou para o meu pai: ‘Eu sei tudo sobre você, sua família e sua fé. Eu era um espião e pedi às autoridades para seguir você”, contou Kim.

Surpreso, o pai de Kim ficou intrigado com o fato daquele homem fazer aquela revelação em seu leito de morte e pedir para vê-lo. Então, o oficial afirmou que havia sido impactado com o testemunho de vida dele e queria entregar sua vida a Jesus Cristo. “Você é um bom homem. Nunca te denunciei a ninguém. Diga-me como eu também posso me tornar cristão”, disse o moribundo.

“Em seus últimos momentos de vida, aquele homem se arrependeu de seus pecados e entrou no Reino de Deus. Meu pai conseguiu ajudar a levá-lo até lá”, afirmou Kim, que hoje vive na Coreia do Sul com a família.

Ela pretende um dia ter possibilidade de voltar à Coreia do Norte para compartilhar a mensagem do Evangelho com seus conterrâneos.

“Eu gostaria de poder voltar para a Coreia do Norte e compartilhar o Evangelho com as pessoas lá e ter comunhão com os crentes locais. Eu estaria pronta para morrer pelo Evangelho. Penso que se eu não tivesse uma família aqui na Coreia do Sul, já voltaria e ajudaria as pessoas que precisam”, afirmou, salientando que diariamente repete a oração que viu seu pai fazendo, anos atrás, pela salvação dos compatriotas.

Fonte: Folha Gospel


Evangelistas que foram presos por pregar nas ruas vencem causa na Justiça

Dois pastores evangelistas que haviam sido presos e condenados por 'perturbar a ordem pública' com agravantes religiosos, após pregarem nas ruas Bristol, no Reino Unido, ganharam sua causa na Justiça, o que tem sido considerada uma vitória notável e um encorajamento para os cristãos em todo o país.

"Este não é um caso isolado. Quantas vezes teremos de ir ao tribunal antes que a lei [liberdade de expressão] seja respeitada?", disse Michael Overd - um dos evangelistas - após ter sua vitória anunciada na Corte de Bristol, na última quinta-feira (29), segundo informou a BBC News.

Overd, 53, que se apresentou como um "soldado cristão", prometeu que continuará levando a mensagem das Boas Novas, apesar das consequências que já sofreu por isso.

"Meu coração sangra por este país, mas eu sou um patriota e voltarei às ruas para continuar pregando", afirmou ele.

Michael Stockwell, de 51 anos, o segundo pregador - nativo dos EUA - que havia sido preso e condenado no mesmo caso, comentou: "Sinto-me feliz que tudo tenha acabado. Meu coração ainda arde pelo povo de Bristol e anseia que eles possam ouvir o Evangelho sendo pregado nas ruas sem impedimentos".

"Quando fomos condenados por 'perturbar ordem pública' em fevereiro, fiquei chocado porque a mensagem do amor de Deus agora é considerada por alguns como odiosa e perigosa", continuou Stockwell, de acordo com o jornal Premier.

"A liberdade de expressão está sob crescente agressão nesta nação. As pessoas devem ser livres para expressar suas crenças em público, sem risco de danos, violência ou outras repercussões. Por isso, o resultado de hoje significa uma vitória tão grande", acrescentou.

Os pregadores foram condenados e multados em fevereiro depois que foram acusados ​​de disseminar o discurso de ódio contra muçulmanos e homossexuais por terem lido a Bíblia e dizerem que "Jesus é o único caminho para Deus" diante de uma multidão de 100 pessoas no ano passado.

Overd disse na audiência, que ocorreu no início desta semana, que ele não odeia muçulmanos ou homossexuais.

"Se amamos verdadeiramente os muçulmanos, devemos levar a verdade até eles. Jesus disse que qualquer profeta que vem de qualquer outra maneira é um mentiroso e um ladrão. A Bíblia e o Alcorão são fundamentalmente diferentes", declarou Overd, acrescentando que ele não concorda com a homossexualidade, Mas não julga os homossexuais como sendo piores que qualquer outra pessoa.

Os juízes da Corte de Bristol disseram na quinta-feira passada que, apesar dos relatórios das testemunhas de que os pregadores tentaram intencionalmente ofender as pessoas, não havia provas desde que a ofensa tivesse sido agravada religiosamente.

O juiz Martin Picton disse: "Concluímos que o Sr. Stockwell não fazia mais do que expressar com convicção, as suas crenças religiosas sinceras, como ele sempre teve o direito de fazer".

Picton disse que Overd parecia ter satisfação em "trabalhar em meio à multidão", como o jornal 'Bristol Post' relatou, mas admitiu que não poderia provar que ele cometeu uma infração de ordem pública.

Andrea Williams, do Centro Jurídico Cristão, que defendeu os pregadores, elogiou a decisão do Tribunal, afirmando: "Num momento em que os cristãos estão cada vez mais temerosos em expressar suas crenças no espaço público, este é um resultado bem-vindo e necessário. Agradecemos ao juiz tomar a decisão certa hoje".

Fonte: Guia-me

Descendentes dos cananeus bíblicos ainda vivem no Líbano, dizem cientistas

Os descendentes dos cananeus bíblicos ainda vivem no Líbano, de acordo com um novo estudo genético publicado pelo periódico científico American Journal of Human Genetics.

Os cientistas extraíram o DNA dos restos mortais de cinco pessoas encontrados na antiga cidade cananita de Sídon. Os cadáveres datados há cerca de 3.700 deram sequência seu genoma.

Os genomas antigos foram comparados com 99 libaneses que hoje vivem na região e descobriram que 90% herdam a composição genética de seus antigos ancestrais.

Os libaneses modernos são “provavelmente descendentes diretos dos cananeus”, disse o Dr. Marc Haber, do Instituto Wellcome Trust Sanger, de acordo com o Independent .

“Mas além disso, eles têm uma pequena proporção de ascendência euro-asiática que pode ter chegado através de conquistas por populações distantes, como os assírios, persas ou macedônios”, acrescentou.

As referências na Bíblia sobre a população cananéia mostram que a expulsão e morte desse povo poderia ter implicado em seu desaparecimento da região.

Em Deuteronômio 20: 16-18, a Bíblia mostra que os israelitas foram orientados por Deus a destruir totalmente os hititas, os amorreus, os cananeus, os ferezeus, os heveus e os jebuseus.

“Se não, eles os ensinarão a praticar todas as coisas repugnantes que eles fazem quando adoram os seus deuses, e vocês pecarão contra o Senhor, contra o seu Deus”, justifica o trecho bíblico.

No entanto, outros trechos do Antigo Testamento, como em Juízes 1:19, comprovam que este comando não foi cumprido e muitos cananeus sobreviveram. “Eles ocuparam a serra central, mas não conseguiram expulsar os habitantes dos vales, pois estes possuíam carros de guerra feitos de ferro”.

Fonte: Guia-me

Aos 92 anos, ex-presidente dos EUA ainda dá aulas na escola dominical de sua igreja

A idade avançada ainda não é o suficiente para fazer com que o ex-presidente Jimmy Carter deixe de desenvolver o ministério que move o seu coração em sua igreja: ensinar sobre a Bíblia na escola dominical.

O jornalista e autor cristão David Schechter relatou em uma publicação para o site 'Charisma News' - no qual contribui como colunista - sobre a alegria de poder assistir uma aula ministrada por Carter.

Segundo Schechter, no domingo em que ele compareceu à igreja para assistir à aula ministrada pelo ex-presidente, centenas de outras pessoas também estavam ali por este mesmo motivo.

"Esperando nos bancos estão muitos dos 130 membros da Igreja Maranatha, juntamente com algumas centenas de visitantes de todo os Estados Unidos e três mulheres jovens chinesas, sentadas à nossa frente", contou o jornalista.

"Poucos minutos depois de 9h50, Jimmy entra, com o rosto suave, sorrindo, e de microfone na mão", acrescentou. "Hoje, diz ele, estaremos revendo 'uma das seções mais difíceis da Bíblia".

Segundo David Schechter, com simplicidade, Carter perguntou se havia pastores ou missionários presentes e três pessoas se colocaram de pé. Então o professor pediu a um deles que fizesse a oração inicial.

O jornalista contou que antes de iniciar a ministração do conteúdo da aula - sobre o livro de Ezequiel, no Antigo Testamento - Carter falou sobre seu estado de saúde, abordando um colapso que sofreu devido a uma desitratação com certo bom humor.

"Eu tive um tratamento excelente no Canadá ... de forma gratuita', diz Carter, provocando risos, 'mas meus médicos de Atlanta me fizeram usar um monitor cardíaco - o que torna o sono incômodo", contou David.

Já se voltando para o conteúdo da aula, Carter lembrou que o profeta Ezequiel surgiu como um "mensageiro de más notícias", enviado por Deus para dizer aos israelitas que são responsáveis ​​por suas tribulações, por sua deslealdade e então o professor alertou a classe sobre o peso da responsabilidade pessoal em suas decisões.

"Carter sugere redefinir o que constitui uma vida bem-sucedida. 'Que tipo de pessoa eu quero ser?'; 'Tomamos decisões sobre o tipo de pessoa que queremos ser e como queremos viver o resto de nossas vidas", contou David citando as palavras do professor.

David contou que o final da aula de Carter se focou em alertar os alunos sobre a única forma de alcançar uma vida "plena, frutífera, feliz e pacífica": se entregar a Jesus e caminhar com Ele.

Segundo o jornalista, assistir à aula de Carter, além do fato de ser ministrado por uma boa reflexão, também serviu como uma agradável surpresa, de ver que um ex-presidente de 92 anos ainda se coloca à disposição do Reino para ensinar sobre a Bíblia em sua igreja.

"Este ex-presidente não-autárquico, de construção de casas, de eleições, de erradicação de doenças também ensina na igreja em vários domingos, diante de centenas de visitantes, que, como nós, partem dali nada menos que impressionados", finalizou.

Fonte: Guia-me

"Eu falo sempre de Deus, porque estou vivo por causa Dele", diz zagueiro Neto

Sábado dia (29), a tragédia com o avião da equipe da Chapecoense completou 8 meses e o zagueiro  Neto - sobrevivente da queda da aeronave na Colômbia -  na manhã quarta-feira (26) falou um pouco mais sobre sua recuperação e também sobre o livro que ele está para lançar, intitulado "Posso Crer no Amanhã".

Segundo Neto, o livro não se resume somente ao fato dele ter sobrevivido ao acidente, mas irá retratar diversos outros milagres que ele e sua esposa vivenciaram, sempre acreditando no sobrenatural de Deus.

Neto contou, por exemplo, que o nascimento de seus filhos já foi um grande milagre, pois sua esposa não tinha condições de engravidar.

"O livro conta mais ou menos a minha história, o que Deus fez na minha história. Foram muitos milagres que aconteceram na minha vida, inclusive acho que os meus filhos - eu acho não, tenho certeza - são dois milagres. Minha esposa teve um casal de gêmeos com um ovário só, porque em um ela teve um tumor, perdeu e já estava perdendo o outro ovário com um cisto e conseguiu engravidar de gêmeos", contou.

O atleta lembrou que foi notável sua transformação de vida, quando ele passou a entender e reconhecer o poder de Jesus sobre todas as coisas.

"Depois que eu comecei a entregar a minha vida para Deus mesmo, descansar Nele, saber que Jesus Cristo está no controle de todas as coisas, eu pude tirar todo o fardo pesado que a vida coloca na gente", afirmou.


O acidente

Lembrado por todos como um homem que "sempre fala de Deus", Neto explicou que este costume se tornou ainda mais intenso, devido às provas do cuidado divino sobre sua vida.

"Esse acidente, por Deus permitir que eu estivesse vivo aqui, mais uma vez, para falar um pouco mais Dele, também. Eu tenho sempre que falar tudo Dele, porque eu não tenho mérito nenhum de estar aqui", destacou.

Neto foi questionado sobre um sonho ruim que ele teve com relação à queda do avião e que mais parecia algum tipo de "aviso". O atleta contou que chegou a enviar uma mensagem para sua esposa antes do acidente, na qual pediu que ela orasse para "repreender o pesadelo".

"Eu falei para ela do sonho, antes de viajar para São Paulo, porque tinha um jogo contra o Palmeiras antes e de São Paulo a gente ia direto", contou.

A mensagem que Neto enviou para sua esposa dizia: "Fiquem na santa paz de Cristo e ora por nós, repreendendo o pesadelo que tive".

"Eu tive dois sonhos que marcaram muito a minha vida. Primeiro, eu tive o sonho que eu estava no céu e eu via Deus. Eu subia como se fosse em um elevador e quando a porta se abria, Deus me falava assim: 'Meu filho, te esperei muito tempo aqui'. Eu chorava demais de alegria e falava: 'Eu não sou merecedor de estar aqui, Deus", acrescentou o jogador. "Depois eu tive o sonho que eu caía do avião e ficava vivo... um pesadelo. Eu contei para ela", disse Neto olhando para a esposa. "Mas ela não quis ouvir no dia".

Deus no controle

Neto destacou que entregar cada dia nas mãos de Deus é essencial e vários acontecimentos em sua vida têm servido para comprovar este pensamento.

"Tem coisas que acontecem na nossa vida... e como eu sou um cara cristão, procuro confiar. Tem coisas que eu não vou entender. Talvez um dia, quando eu morrer, Deus abra o jogo comigo e me explique, mas hoje eu não vou entender, porque eu sou limitado. Eu sou mais um ser humano que está de passagem por aqui. Este é um lugar temporário. Então, aconteceram algumas coisas na minha vida que ficou claro que era para acontecer o pior, porque Deus estava no controle e hoje eu entendo isso", afirmou

O jogador compartilhou que antes do acidente, sofreu uma lesão em um jogo, o que o impediu de jogar a final de um campeonato e chegou a questionar Deus, o motivo pelo qual estava passando por tudo aquilo.

"Já tinha feito um ano de 2015 ótimo e 2016 estava começando maravilhosamente bem. A federação colocou um jogo da final para a mesma data do aniversário dos meus filhos. Eu tive que remarcar a festa. [No jogo, antes do acidente], eu caí no chão com uma pancada, sem os movimentos da perna. Eu tentei levantar, não consegui, queria entender e perguntava: 'Senhor, por que isso está acontecendo?", contou.

"Eu não joguei a final, que era o meu sonho, fiz uma cirurgia, era para tirar um disco e parafusar uma placa em duas vértebras. Chegou no dia da cirurgia, tive que tirar dois discos da cervical e parafusar em três vértebras, colocar uma placa com seis parafusos. Eu achava que o futebol para mim tinha acabado, porque todos os que sofreram esse tipo de lesão pararam de jogar", acrescentou.

Porém a recuperação do jogador foi "sobrenatural", como ele mesmo disse e o mais incrível ele ainda estava por descobrir.

"Eu voltei a jogar, correndo muito mais rápido do que eu imaginava. Em três meses era para eu voltar, mas em 20 dias eu estava correndo e sem entender aquele sobrenatural que estava acontecendo na minha recuperação", afirmou.

"Em resumo, aconteceu o acidente e depois, quando eu acordei no hospital, o médico chegou para mim e falou: 'um dos motivos de você estar vivo é a placa que você tem no pescoço. Ela limitou os seus movimentos, porque você bateu com a cabeça muitas vezes", finalizou.

Fonte: Guia-me


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