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Última atualizaçãoSab, 11 Nov 2017

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Missionário recebe 600 chibatadas, mas resiste com fé: "Quero estar onde Deus quer"

O missionário João Marcos Florentino compartilhou a emocionante história de Daniel, um professor de uma universidade islâmica que se converteu ao cristianismo e por isso foi preso e torturado por extremistas. Durante sua viagem missionária pelo Oriente Médio, no período do Ramadã, João conheceu o homem culto, estudioso, que era bem sucedido no país e que perdeu tudo para fazer missões.

“Ele era proprietário de um supermercado o que possibilitava dar a sua família uma vida de muito conforto. Ele também era professor e foi justamente por seus estudos e discussões em sala de aula sobre o alcorão e sua doutrina que várias dúvidas foram se formando em seu coração, especialmente as relacionadas ao Senhor Jesus”, contou João Marcos.

Daniel questionava se os cristãos, judeus e muçulmanos reconhecem a Abraão como patriarca, porque os judeus não se tornaram cristãos, e os cristãos não se tornaram muçulmanos. O missionário João continua: “Angustiado, ele procurou seu líder para dialogar sobre seus questionamentos e sobre aquilo que Deus vinha lhe revelando. Porém a reação do líder da mesquita ao ouvir suas argumentações foi de ódio e incompreensão”, contou no artigo publicado no site da Junta de Missões Mundiais.

João disse que Daniel foi denunciado ao governo, sendo preso e condenado a um ano e seis meses de prisão, além de 600 chibatadas. Daniel também teve todos os seus bens confiscados, como supermercado, casa, seis automóveis, entre outros. Sua esposa e filhos tiveram de morar de favor com familiares.

Mudança de vida

“Para não morrer, teve que deixar a esposa e os filhos após cumprir a sentença e fugir para outro país. Ali, Deus o conduziu a uma igreja cristã, onde foi acolhido e o pastor começou pacientemente o discipulado e a ajudá-lo em suas dúvidas. Foi então que entregou sua vida a Jesus. Foi-lhe dada oportunidade de sair daquele país, mas decidiu ficar para continuar a estudar profundamente a teologia bíblica, mesmo que lhe custasse continuar separado da família”, contou João.

Quando finalmente Daniel teve a chance de voltar para seu país de origem e reencontrar a sua família, ele levou consigo uma Bíblia e encontrou 17 pessoas interessadas em estudar as Escrituras. Daniel chegou a criar um caderno de perguntas e respostas, que se tornou seu livro de ensino. Dessas 17 pessoas, batizou quatro, mas foi denunciado novamente. Dessa vez, seu vizinho o denunciou.

João Marcos explica: “A polícia secreta revirou toda a casa dele. O marcante de tudo isso foi que seu caderno estava em cima da mesa quando a polícia chegou, e como eles estavam procurando a Bíblia, não perceberam os escritos. Assim que os agentes se distraíram, conseguiu tirar o caderno da mesa e o escondeu. A polícia achou dinheiro e a Bíblia. Ele explicou que a posse da Bíblia era por ele ser um estudioso do islamismo, mas os agentes não aceitaram suas alegações. Mais uma vez foi detido e por 20 dias foi torturado”, contou.

Missões

Quando Daniel foi libertado, precisou mais uma vez fugir. Ele conseguiu sair do país com a família e foi assim que ele encontrou o missionário João. “A família e ele vêm sendo acompanhados por um de nossos missionários da terra no Oriente Médio, ao tempo que tem sido uma bênção para o Evangelho nessa região atuando como missionário”, disse João.

“No fim do encontro que tivemos, perguntamos a ele o que deseja para si e sua família, se gostaria de voltar para casa ou ir para outro local. Sua resposta foi: ‘O que eu quero é estar onde Deus quer que eu esteja, não importa onde’”, finalizou. O nome do missionário Daniel foi substituído para não ferir sua proteção local.

Fonte: Guia-me


Ator de Transformers deixou o tráfico ao ser tocado por Deus: "O plano Dele é melhor"

Remi Adeleke é ex-militar e hoje um ator bem sucedido. Mas as coisas nem sempre foram tão boas para com ele. O artista passou por tempos bem obscuros em sua vida e carreira, e somente quando ele conheceu Jesus, tudo começou a mudar. Ele revela em um vídeo do movimento “I’m Second” seu testemunho.

"Desde que eu era jovem, eu sempre quis controlar as coisas. Sempre senti que precisava ser o único a fazer as coisas acontecerem na minha vida. É difícil para mim confiar nas pessoas ou confiar nos que estão longe de mim", revelou.

Ele lembra que vive em Nova York desde o início dos anos 2000 e que lutou contra a imagem de ser um "bandido". "Eu não tinha um exemplo de homem para me dizer o que eu deveria fazer. Então, comecei a roubar a minha mãe e isso progrediu para assaltar na rua. Depois disso comecei a vender drogas", contou.

Então, seu pai morreu. E isso acabou com sua vida. "Um dia eu estava deitado na cama, uma voz continuou me pressionando, dizendo que eu precisava me juntar ao exército".

Silêncio

Durante seu treinamento, Adeleke fez provas de sobrevivência no tempo frio do Alasca. "Enquanto eu caminhava por esta região selvagem, tive tempo de refletir no silêncio. Comecei a pensar em como eu tratava minha mãe e pessoas que eu amo. Desejava por essa presença paterna. Mas, comecei a ter pensamentos suicidas. Eu estava no ponto mais baixo da minha vida", ressaltou.

"Eu não sabia nada sobre a Bíblia, mas eu simplesmente comecei a gritar por Jesus. ‘Ajude-me Jesus, ajude-me’. Comecei a me cercar de cristãos que realmente viviam a Bíblia. Tudo o que eu queria fazer era estar com Ele", disse.

Então, Adeleke sentiu o Senhor dizer-lhe para sair do exército. "É hora de você seguir em frente", ele sentiu Deus dizer. Então ele saiu, mas as coisas ficaram ainda mais difíceis. "Eu não sabia como pagar as contas. Eu estava esperando ter muitas oportunidades para trabalhar e isso não aconteceu”, colocou.

“Comecei a ficar realmente nervoso e eu só tinha cerca de seis meses de poupança. Minha esposa estava grávida do nosso primeiro filho. Nós estávamos acabados e por isso nos divorciamos. Fiquei tão frustrado. Fiquei com raiva de Deus. Foi o silêncio", disse Adeleke.

Um novo tempo 

Então, o telefone tocou. "Uma senhora com quem trabalhei anos antes me lançou em um programa de TV. Ela disse: ‘Estou tentando encontrá-lo para um filme que será filmando amanhã. Os Transformers’. Eu começaria como um extra, mas algo aconteceu”, disse.

"Eles disseram que o diretor queria me atualizar para um papel principal e perguntaram se eu estava disponível para filmar o resto da produção. E eu disse: ‘com certeza’. O diretor era Michael Bay”, pontuou o ator.

"Quando eu olho para minha história, para as forças armadas, para um casamento, sendo pai, agora como ator. Se houver uma palavra para resumir isso eu diria: Deus. Ele esteve comigo durante toda a minha vida. Ele viu o bem, o mal e o feio. Ele usou tudo para me levar para onde eu estou hoje", contou.

No caminho

Agora, Adeleke quer seguir Jesus todos os dias de sua vida. "Eu só quero permitir que Deus faça tudo o que Ele quer fazer na minha vida. Se Ele quer me tirar desta carreira de ator na próxima semana, então que seja assim. Se ele quiser que eu volte para o exército, então que seja assim. Se Ele quiser que eu entre em um ministério de tempo integral, que seja assim", disse.

"Eu sei que o plano dEle é melhor do que qualquer plano que eu poderia ter. E mesmo que o plano dEle não tenha sentido para mim, é tudo o que eu preciso. E tudo isso não é apenas bom para mim, mas para minha família também", finalizou.

Fonte: Guia-me

Mais de 2 mil pessoas aceitam Jesus durante culto realizado em universidade, nos EUA

Mais de 38 mil pessoas lotaram o estádio da Universidade de Phoenix no Arizona, nos Estados Unidos, no último domingo (11), para um encontro que tinha o objetivo de despertar a nação para Deus.

Durante o evento “Harvest America”, liderado pelo pastor Greg Laurie, cerca de 2.904 pessoas indicaram a decisão de seguir a Jesus Cristo, de acordo com a organização. Além disso, mais de 42 mil pessoas acompanharam o culto online e, dentre elas, 494 aceitaram Jesus.

“Nós queremos pregar o Evangelho em praça pública e levantar uma bandeira: ‘É nisso que os cristãos acreditam’”, disse o pastor John Collins, que atua na organização do encontro.

“Cremos que nossa nação está precisando de um avivamento. As soluções que homens e mulheres estão esperando não vão ser encontradas na política. Nós acreditamos que elas vão ser encontradas em um relacionamento com Jesus Cristo”, Collins acrescentou.

Com um tom evangelístico, o pastor Laurie usou histórias simples e experiências de vida para ensinar sobre Jesus, relembrando os desafios de ter tido uma mãe alcoólatra e sua luta contra as drogas.

“Eu quero falar com pessoas que estão se perguntando: ‘O que eu estou vivendo?’”, disse Laurie ao The Republic. “Nós todos estamos à procura de algo. Este é o evento perfeito para alguém que já se perguntou sobre Jesus Cristo”.

Além de números expressivos no público, o evento contou com mais de 7 mil voluntários e a participação de 400 igrejas do Arizona.

Um dos voluntários foi Andrew Jarman, de 23 anos, que participa da Missão de Resgate de Phoenix, um programa que oferece reabilitação de drogas e auxilia moradores de rua. “Foi uma experiência muito legal. Muitas pessoas participaram. Foi uma loucura”, disse o jovem.

Greg Overmyer, de 48 anos, acredita que eventos como esse podem ajudar a unir o país em tempos de divisão política.

“A América é rotulada como uma nação cristã e, realmente, muitas partes de nossa constituição foram construídas sobre ideais cristãos. Mas para sermos verdadeiramente uma nação cristã, temos que submeter nossa vontade à vontade de Deus e amar uns aos outros”, disse Overmyer.

Fonte: Guia-me

Gays 'protestam' em conferência cristã e pastor aproveita para evangelizar: "Amamos vocês"

Um protesto que um grupo de defesa dos direitos LGBT tinha anunciado anteriormente como "histórico" acabou se tornando não tão notável assim no dia da abertura do encontro anual da Convenção Batista do Sul (SBC) em Phoenix (EUA), conforme relataram testemunhas. Apesar da manifestação aparentemente mais "tímida", os folhetos distribuídos pelo grupo incluíram o logotipo e o tema da Conferência 'SBC 2017' como alvo do protesto.

Não mais de 10 ou 15 pessoas pareciam se juntar ao protesto da organiza 'Faith in America' (FIA), pedindo que a SBC deixe de considerar a homossexualidade e a identidade transgênero como pecados. Eles distribuíram panfletos e abordaram pessoas para conversar do lado de fora do Centro de Convenções de Phoenix, se dispersarem por volta das 13h (horário local), conforme as testemunhas relataram à agência 'Baptist Press'.

O ex-presidente da Convenção Batista do Sul, James Merritt foi abordado por um manifestante que ele descreveu como "respeitoso" e afirmou que a presença do grupo não representou nenhuma ameaça ao evento, mas sim uma bênção aos participantes da conferência.

"Eu não consigo acreditar que eles vieram aqui por conta própria. Eles podem até pensar que sim", disse Merritt à 'Baptist Press'. "Mas eu acho que Deus os trouxe aqui, e Deus nos fez um favor, trazendo-os aqui para que possamos estender-lhes o amor de Cristo e a bondade do Espírito Santo".

Merritt, que é pastor principal da Igreja 'Cross Point', perto de Atlanta e apresentador do programa de TV 'Tocando Vidas', disse que pediu a Deus em suas orações matutinas, para que todos os manifestantes vissem o amor de Cristo em cada participante da Conferência a quem eles abordassem.

"Havia um cavalheiro mais velho aqui - que inclusive era de alguma igreja - e tentou me dar uma broche para eu usar", disse Merritt. "Eu apenas sorri para ele e não disse nada... Eles realmente foram respeitosos e têm o direito de estar aqui".

Além dos manifestantes, um outdoor móvel da FIA continuou a circundar silenciosamente o bloco adjacente ao Centro de Convenções, onde conferência anual da Convenção Batista do Sul foi realizada. A grande placa expunha uma estatística de que 40% dos adolescentes sem residência nos EUA são LGBT e convidaram os participantes do evento para uma refeição grátis às 18h30 No Hotel 'Hyatt Regency', localizado nas proximidades.

Merritt lembrou a reunião anual de 2002 em St. Louis durante sua presidência, quando os grupos pró e anti-LGBT alinharam as calçadas fora do centro de convenções de St. Louis. Naquele ano, cerca de 50 manifestantes homossexuais foram presos, informou a BP.

Um representante da Convenção Batista do Sul, Joe Sims - membro da Primeira Igreja Batista de Bremen, Geórgia - disse que ele e seu pastor também falaram com um manifestante durante a hora do almoço. Ao meio dia, ele só viu cerca de oito manifestantes.

"Eles nos entregaram um folheto", contou Sims, "e, claro, a primeira coisa que notei no folheto era que eles usavam nosso logotipo. Achei um tanto incomum que eles usassem nosso logotipo na frente, mas acho que foi um Maneira de distribuí-lo na entrada do evento".

Joe Sims relatou que "os manifestantes apenas queriam conversar".

"Meu pastor, Herman Parker, apenas fez a seguinte declaração: Não fomos nós, cristãos, quem classificamos a homossexualidade como pecado. Nós não colocamos na 'lista do pecados'. Foi Deus quem fez isso. Portanto, não podemos 'tirá-la da lista'. De qualquer forma, ainda amamos vocês", relatou Sims.

A FIA se descreve como um grupo sem fins lucrativos, fundado em 2006 "para encerrar décadas e séculos de ensinamentos religiosos para justificar a marginalização e discriminação de outros" e é "dedicada a influenciar os discursos da comunidade de mídia e fé sobre religião e sexualidade".

Em um comunicado de imprensa de 31 de maio o grupo anunciou o protesto, que o co-fundador da FIA e o co-presidente Mitchell Gold disseram que seria um "momento histórico".

"Não se trata de conflito e divisão, mas sim de falar a verdade e defender nossos filhos e adolescentes, que estão sendo feridos", disse ele em maio. "É também uma forma de encontrar local comum em torno de nossos filhos e jovens".

Fonte: Guia-me

Zé Bruno: Que raio de cristão acha que Deus precisa de homens para fazer Sua obra?

"Deus não precisa de mim para fazer o que Ele tem que fazer". A frase é clara e expõe um sentimento acompanhado de indignação, exposto em uma reflexão recente do pastor e vocalista da Banda Resgate, Zé Bruno em um vídeo que integra uma série de reflexões.

No vídeo intitulado "cur.rí.cu.lo (te conheço?)", Zé Bruno falou um pouco sobre visão ministerial e destacou que é importante ter sempre em mente que a aparente 'prosperidade' ou o 'sucesso' de um ministério não é por si só uma prova de que Deus está se movendo naquele projeto (igreja, grupo, etc).

"Tem uma frase que é comum você ouvir... alguém que diz assim: 'Deus está com aquele cara, porque se ali acontece um milgre, é porque Deus está com ele'. E muitos dizem assim: 'Está vendo? Esta obra é de Deus, porque está acontecendo essas coisas. Então eu sou um servo de Deus", disse.

"É... parece que faz lógica. Gente que diz: 'Senhor, eu estou fazendo milagres, ajudando gente, isso é sinal que o Senhor está comigo' e Deus diz: 'Claro... que não", acrescentou.

Para embasar sua reflexão, Zé Bruno leu a conhecida passagem de Mateus 7:22-23, na qual Jesus alerta sobre os falsos profetas.

"Muitos, naquele dia, hão de dizer-me: Senhor, Senhor! Porventura, não temos nós profetizado em teu nome, e em teu nome não expelimos demônios, e em teu nome não fizemos muitos milagres? Então, lhes direi explicitamente: nunca vos conheci. Apartai-vos de mim, os que praticais a iniquidade", diz o trecho lido por Zé Bruno.

O pastor então destacou que um cristão verdadeiro não pode acreditar que Deus realmente precisa de homens para executar Sua obra.

"Você acha mesmo que Deus precisa de um homem para fazer o que Ele tem que fazer? Numa boa... você acredita nisso mesmo? Que raio de cristão é você?", questionou.

Zé Bruno também continuou a criticar os falsos profetas, alertando que eles não são verdadeiros pastores de ovelhas, mas homens que cuidam de "cabeças de gado".

"Gente que trata o povo de Deus, não como rebanho de ovelhas, mas como cabeças de gado, só falta usar um chapéu. Isso dói no coração. Muita gente acha que pregadores que fazem essas coisas que eu estou fazendo agora são 'invejosos'. O povo é santo, porque ele é de Deus", afirmou.

O vocalista da banda Resgate finalizou sua reflexão fechando a ilustração inicial de um currículo e destacando que alguém não pode colocar em suas atribuições, obras pelas quais não foi responsável.

"O seu currículo não pode conter aquilo que você não fez. O seu currículo não pode ter feitos pelos quais você não foi responsável", disse.

"Quando eu olho para trás, para as minhas experiências, se eu sou, de verdade, um servo de Deus, compreendo o Reino e o Rei, eu sei que nenhuma delas fui eu que fiz. Todas elas, pela graça, Deus realizou apesar de mim. Porque Deus não precisa de mim para fazer o que Ele tem que fazer. Ele me dá a dádiva, oportunidade, privilégio de poder compartilhar com Ele, na sua divindade, a realização de algo que não acontece pelas minhas mãos, nem pelas mãos de ninguém, mas por pura graça, poder e misericórdia de Deus", acrescentou.

Fonte: Guia-me


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