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Última atualizaçãoSex, 14 Ago 2020

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Mais de 2 mil pessoas aceitam Jesus durante culto realizado em universidade, nos EUA

Mais de 38 mil pessoas lotaram o estádio da Universidade de Phoenix no Arizona, nos Estados Unidos, no último domingo (11), para um encontro que tinha o objetivo de despertar a nação para Deus.

Durante o evento “Harvest America”, liderado pelo pastor Greg Laurie, cerca de 2.904 pessoas indicaram a decisão de seguir a Jesus Cristo, de acordo com a organização. Além disso, mais de 42 mil pessoas acompanharam o culto online e, dentre elas, 494 aceitaram Jesus.

“Nós queremos pregar o Evangelho em praça pública e levantar uma bandeira: ‘É nisso que os cristãos acreditam’”, disse o pastor John Collins, que atua na organização do encontro.

“Cremos que nossa nação está precisando de um avivamento. As soluções que homens e mulheres estão esperando não vão ser encontradas na política. Nós acreditamos que elas vão ser encontradas em um relacionamento com Jesus Cristo”, Collins acrescentou.

Com um tom evangelístico, o pastor Laurie usou histórias simples e experiências de vida para ensinar sobre Jesus, relembrando os desafios de ter tido uma mãe alcoólatra e sua luta contra as drogas.

“Eu quero falar com pessoas que estão se perguntando: ‘O que eu estou vivendo?’”, disse Laurie ao The Republic. “Nós todos estamos à procura de algo. Este é o evento perfeito para alguém que já se perguntou sobre Jesus Cristo”.

Além de números expressivos no público, o evento contou com mais de 7 mil voluntários e a participação de 400 igrejas do Arizona.

Um dos voluntários foi Andrew Jarman, de 23 anos, que participa da Missão de Resgate de Phoenix, um programa que oferece reabilitação de drogas e auxilia moradores de rua. “Foi uma experiência muito legal. Muitas pessoas participaram. Foi uma loucura”, disse o jovem.

Greg Overmyer, de 48 anos, acredita que eventos como esse podem ajudar a unir o país em tempos de divisão política.

“A América é rotulada como uma nação cristã e, realmente, muitas partes de nossa constituição foram construídas sobre ideais cristãos. Mas para sermos verdadeiramente uma nação cristã, temos que submeter nossa vontade à vontade de Deus e amar uns aos outros”, disse Overmyer.

Fonte: Guia-me


Zé Bruno: Que raio de cristão acha que Deus precisa de homens para fazer Sua obra?

"Deus não precisa de mim para fazer o que Ele tem que fazer". A frase é clara e expõe um sentimento acompanhado de indignação, exposto em uma reflexão recente do pastor e vocalista da Banda Resgate, Zé Bruno em um vídeo que integra uma série de reflexões.

No vídeo intitulado "cur.rí.cu.lo (te conheço?)", Zé Bruno falou um pouco sobre visão ministerial e destacou que é importante ter sempre em mente que a aparente 'prosperidade' ou o 'sucesso' de um ministério não é por si só uma prova de que Deus está se movendo naquele projeto (igreja, grupo, etc).

"Tem uma frase que é comum você ouvir... alguém que diz assim: 'Deus está com aquele cara, porque se ali acontece um milgre, é porque Deus está com ele'. E muitos dizem assim: 'Está vendo? Esta obra é de Deus, porque está acontecendo essas coisas. Então eu sou um servo de Deus", disse.

"É... parece que faz lógica. Gente que diz: 'Senhor, eu estou fazendo milagres, ajudando gente, isso é sinal que o Senhor está comigo' e Deus diz: 'Claro... que não", acrescentou.

Para embasar sua reflexão, Zé Bruno leu a conhecida passagem de Mateus 7:22-23, na qual Jesus alerta sobre os falsos profetas.

"Muitos, naquele dia, hão de dizer-me: Senhor, Senhor! Porventura, não temos nós profetizado em teu nome, e em teu nome não expelimos demônios, e em teu nome não fizemos muitos milagres? Então, lhes direi explicitamente: nunca vos conheci. Apartai-vos de mim, os que praticais a iniquidade", diz o trecho lido por Zé Bruno.

O pastor então destacou que um cristão verdadeiro não pode acreditar que Deus realmente precisa de homens para executar Sua obra.

"Você acha mesmo que Deus precisa de um homem para fazer o que Ele tem que fazer? Numa boa... você acredita nisso mesmo? Que raio de cristão é você?", questionou.

Zé Bruno também continuou a criticar os falsos profetas, alertando que eles não são verdadeiros pastores de ovelhas, mas homens que cuidam de "cabeças de gado".

"Gente que trata o povo de Deus, não como rebanho de ovelhas, mas como cabeças de gado, só falta usar um chapéu. Isso dói no coração. Muita gente acha que pregadores que fazem essas coisas que eu estou fazendo agora são 'invejosos'. O povo é santo, porque ele é de Deus", afirmou.

O vocalista da banda Resgate finalizou sua reflexão fechando a ilustração inicial de um currículo e destacando que alguém não pode colocar em suas atribuições, obras pelas quais não foi responsável.

"O seu currículo não pode conter aquilo que você não fez. O seu currículo não pode ter feitos pelos quais você não foi responsável", disse.

"Quando eu olho para trás, para as minhas experiências, se eu sou, de verdade, um servo de Deus, compreendo o Reino e o Rei, eu sei que nenhuma delas fui eu que fiz. Todas elas, pela graça, Deus realizou apesar de mim. Porque Deus não precisa de mim para fazer o que Ele tem que fazer. Ele me dá a dádiva, oportunidade, privilégio de poder compartilhar com Ele, na sua divindade, a realização de algo que não acontece pelas minhas mãos, nem pelas mãos de ninguém, mas por pura graça, poder e misericórdia de Deus", acrescentou.

Fonte: Guia-me

Um casal cristão perde a guarda de dois filhos por "falar a verdade que o coelho da pascoa não existe"

Em abril, no Canada um casal cristão apresentou uma ação judicial contra a Sociedade de Apoio Infantil 'Hamilton', depois que esta retirou duas crianças adotivas de sua casa, porque eles recusaram a mentir para as meninas, dizendo que o coelhinho da Páscoa realmente existia.

"Nós temos uma política de não mentir", disse Derek Baars, um dos pais adotivos, naquele momento, ao comentar que um funcionário da organização insistiu que ele e sua esposa, Frances Baars, contassem às suas duas filhas de 3 e 4 anos, que "o coelhinho da Páscoa é real".

"Nós explicamos à agência que não estamos preparados para contar uma mentira às crianças. Se as crianças nos perguntassem sobre esse assunto, não mentiríamos para elas", acrescentou.

Membros da Igreja Presbiteriana Reformada da América do Norte, Derek e sua esposa perderam a guarda sobre suas filhas e as crianças foram levadas da casa onde moravam com o casal.

Não sendo suficiente isso agora a província de Ontário aprovou uma nova lei que permite que o governo separe crianças de suas famílias que se recusam a aceitar a (identidade de gênero ou expressão de gênero), escolhida por seus filhos.

O chamado 'Ato de Apoio às Crianças, Jovens e Famílias de 2017' - ou 'Lei 89' - foi aprovado por um votação de 63 a 23, de acordo com o site 'The Christian Times'.

A nova lei exige as entidades de proteção de crianças, adoção, provedores de serviços de adoção e juízes levem em consideração e respeitem a "raça, ancestralidade, local de origem, cor, origem étnica, cidadania, diversidade familiar, deficiência, credo, sexo, orientação sexual e identidade e expressão de gênero" de cada criança.

"Eu consideraria que é uma forma de abuso, quando uma criança se identifica de um jeito e seu cuidador está dizendo: 'não, você precisa fazer isso de um jeito diferente", disse o ministro dos Serviços para Crianças e Famílias, Michael Coteau, que apresentou o projeto de lei para ser votado. "Se é abuso, e se estiver dentro da definição, uma criança pode ser removida do ambiente onde vive para ser colocada em proteção, onde o abuso é interrompido".

O projeto de lei substitui a Lei de Serviços à Criança e da Família, ou a Lei 28, que rege a proteção da criança, serviços de acolhimento e adoção.

O projeto de lei 28 afirmava que os pais de uma criança retém o direito de "direcionar a educação da criança e a educação religiosa". No entanto, a nova lei altera-se assim: "direcionar a educação e a educação da criança ou do jovem, de acordo com o credo da criança ou do jovem, identidade comunitária e identidade cultural".

Irwin Elman, advogada provincial de crianças e jovens da Ontário, disse em um comunicado: "Acredito que este novo Ato, em seus princípios, representa uma mudança de paradigma para a província com seu compromisso com a participação de crianças e jovens em todas as decisões que os afetam, a criação de um sistema de serviço centrado na criança e o compromisso com os direitos das crianças".

Jack Fonseca, estrategista político sênior da Coalizão 'Campaign Life', discorda das diretrizes da na 'Lei 89'.

"Com a aprovação da 'Lei 89', entramos em uma era de poder totalitário, dado ao Estado, como nunca antes testemunhado na história do Canadá. A 'Lei 89' é uma grave ameaça para os cristãos e para todas as pessoas de fé que têm filhos ou que desejam formar suas famílias através da adoção".

Fonte; Guia-me

Judeus que creem em Jesus estão sendo barrados de imigrar para Israel

Quando o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, anunciou que a nação estava “comprometida com a liberdade de todos os credos”, muitos judeus messiânicos tentaram fazer a aliá, termo que designa a imigração judaica para Israel.

“Em todo o Oriente Médio, as comunidades cristãs têm sido dizimadas e as minorias perseguidas. Mas aqui em Israel, estamos orgulhosos de ter uma comunidade cristã que está crescendo e prosperando, e nós garantimos os direitos de todos”, afirmou Netanyahu enquanto recebia o presidente norte-americano Donald Trump em seu país.

No entanto, judeus messiânicos revelaram que têm tido o direito negado de imigrar para Israel, por causa de sua fé. Um deles disse ao site Kehila News Israel que quando ouviu o discurso de Netanyahu, “só conseguia pensar: infelizmente os direitos de todos ainda não estão garantidos”.

Israel tem encorajado ativamente judeus de todo o mundo para fazerem a aliá. Aqueles que imigram, recebem um pacote de benefícios para começar a construir sua vida na nação, incluindo descontos em compras de casas e carros, reduções de impostos sobre sua renda e aulas gratuitas de hebraico.

Durante esse processo, o indivíduo precisa provar com seus documentos que é judeu ou neto de judeus. No entanto, os judeus que acreditam em Jesus Cristo são encarados como “cristãos” e não são considerados elegíveis para a cidadania israelense — mesmo que tenham provado a sua linhagem judaica.

Um casal de judeus messiânicos, que escolheu manter sua identidade anônima, apresentou todos os seus documentos para fazer aliá e esperou uma resposta por meses. Eles compraram uma casa em Israel e começaram a viver de suas economias, sem contar com o apoio do estado. Finalmente, veio a resposta do Ministério do Interior de Israel.

“‘Você teve a cidadania negada porque pertence ao judaísmo messiânico, que é uma exceção à Lei do Retorno’, apesar do fato de sermos 100% judeus”, contou J.

Ele ainda observou que em todas as nações democráticas do mundo, os judeus são livres para acreditar no que quiserem. Mesmo em Israel, é possível encontrar um judeu envolvido na Nova Era, Budismo ou ateísmo.

“Mas se eu acredito em Yeshua (Jesus), sou rotulado como um ‘missionário perigoso’”, disse J. “A ideia do Primeiro-Ministro não é garantir os direitos de todos. Talvez, agora é a hora de defender as palavras que ele proclamou ao presidente dos Estados Unidos”.

Os advogados de J. acreditam que o casal não irá receber a cidadania, apesar de um processo de apelação que já dura anos.

Em outro caso, a judia israelense A. e seu marido, que não é judeu, foram chamados pelo Ministério do Interior e interrogados separadamente. “Nós sentimos como se fôssemos criminosos”, disse ela.

“Nós não estamos aqui para tentar mudar as leis de Israel. Estamos apenas pedindo alguma forma de permanecer aqui e continuar servindo a nossa cidade”, disse J.

Fonte: Cpad News

Funcionário cristão é afastado de escola após orar por aluno nos EUA

O secretário de uma escola em Virgínia (EUA) foi afastado de seu trabalho por orar com um aluno que estava apresentando um comportamento inadequado em sala de aula. A oração foi considerada “inaceitável” pelo distrito escolar, mesmo com o conhecimento e consentimento da mãe do aluno.

O caso veio à luz na semana passada, quando o diretor da McIntosh Elementary School e um secretário da escola, foram colocados em licença administrativa depois que o secretário orou por um estudante do jardim de infância que estava tendo "alguns desafios comportamentais", informou a Daily Press.

No dia 17 de maio, o diretor Francis, um secretário que não foi identificado e o oficial de segurança da escola responderam a um pedido de assistência do professor do aluno sobre o comportamento do garoto, disse a porta-voz da Newport News Public Schools, Michelle Price.

A mãe do aluno, que estava na escola na época, também correu para a sala de aula para ver o que estava acontecendo. Eles tentaram acalmar o menino, mas aparentemente não tiveram sucesso. O oficial de segurança e a mãe deixaram a sala, ficando apenas o professor, o diretor e o secretário com o aluno.

Licença administrativa

Michelle Price disse que a mãe entendeu que o secretário faria uma oração com o aluno, com um óleo de unção usado nas igrejas, para tentar acalmá-lo. Os relatórios locais não disseram o que aconteceu a seguir.

Seis dias depois, a divisão escolar veio a conhecer o fato, depois de receber um relatório anônimo sobre isso, de acordo com a imprensa. No dia 23 de maio, Francis e o secretário foram colocados em licença administrativa. Michelle explicou que a ação tomada não foi punitiva e foi feita apenas como parte dos procedimentos durante uma investigação.

A divisão escolar ainda está investigando o incidente, segundo a advogada. Enquanto isso, o blogueiro ateu Hemant Mehta comentou o incidente, dizendo que a escola "parece ser administrada como uma igreja", referindo-se ao uso de óleo de unção para tentar acalmar a criança.

Ele disse que mesmo se os administradores da escola tivessem o consentimento da mãe sobre o uso de óleo de unção em seu filho, "isso não significa que eles deveriam ter feito algo assim". O blogueiro ateu se perguntou se outros estudantes também estão sujeitos ao tratamento do "óleo de unção" quando se comportam mal.

Fonte: Guia-me


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