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Última atualizaçãoSex, 14 Ago 2020

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Jim Caviezel diz que foi chamado para levar Cristo a Hollywood: “Temos que ser amor”

O ator Jim Caviezel acredita que foi chamado por Deus para fazer filmes bíblicos e compartilhar o amor de Jesus Cristo na indústria do cinema. Ele irá interpretar Lucas no filme “Paulo, Apóstolo  de Cristo”, que irá estrear no Brasil em 3 de maio.

“Quando pensamos em conversão, isso não vai nos tornar necessariamente mais ricos, mas vai fazer uma coisa — nos dará um coração cheio de uma alegria que nos faltava”, disse Caviezel em entrevista ao site The Christian Post.

“Certamente, na minha indústria, eu vi muitos que são ricos, mas estão mortos”, acrescentou o ator. “A mensagem do meu Senhor para mim foi: ‘Você sentiu meu amor passar por você. Você não pode julgá-los, você tem que ser amor por eles, porque esse é o único Cristo que eles vão conhecer’”.

Caviezel destacou que embora a indústria do cinema evite abordar filmes baseados no cristianismo, ele prefere servir a Deus do que a superficialidade de Hollywood. “Minha indústria existe há um século, a palavra de Deus existe há cerca de 5 mil anos, se você voltar para Moisés e Abraão”, afirmou o ator.

Lembrando de sua atuação no filme A Paixão de  Cristo”, ele comentou: “Eu sou o cara certo? Não, eu nunca pensei que fosse o cara certo para interpretar Jesus, mas um amigo meu me disse: ‘Deus nem sempre escolhe o melhor, mas Ele escolheu você’”.

Caviezel acredita que assumir o papel desses homens de Deus é um “chamado”. O ator ainda pretende espalhar os ensinamentos bíblicos em Hollywood com todos que ele tem contato. “Se quisermos preservar a verdade, temos que mostrar por amor”, comenta.

O ator observa que quando o Evangelho não é compartilhado, é como se os cristãos estivessem apenas fazendo parte de um clube. “Se eu dissesse a você: ‘Por que você se converteu?’ Você diria: ‘Por causa do amor Dele por mim’. Bem, então, por que você não compartilha isso com os outros?’”, questiona Caviezel. “Acabamos nos tornando como um clube de elite, e isso não é apropriado”.

O longa “Paulo, Apóstolo de Cristo” mostra a trajetória do mais infame perseguidor dos cristãos ao apóstolo mais influente de Jesus. O filme apresenta os últimos dias de Paulo, aguardando a execução pelo imperador Nero em Roma sob o olhar atento do ambicioso prefeito da prisão de Mamertine, que procura entender como esse homem pode representar uma ameaça.

Fonte: Guia-me


Israel Salazar, ex-integrante do Diante do Trono, está com câncer e pede orações

Israel Salazar comunicou aos seus seguidores das redes sociais que ele está com câncer, um linfona de Hodgkin, diagnosticado depois de surgir nove nódulos no pescoço do cantor.

Ex-membro do ministério Diante do Trono, o cantor tem seguido carreira solo e passou os últimos dias se apresentando em igrejas no Sul do país. Mas nesta quarta-feira (14) ele fez uma biópsia para iniciar o tratamento.

“Ele [linfoma] está em mim, mas ele não é meu, porque o meu corpo é de Jesus”, declarou ele ao lado de sua esposa. “No corpo de Jesus não tem linfoma, não tem câncer… o corpo de Jesus é curado”, declarou.

O tratamento da doença é feito com quimioterapia, Israel declara que acredita na cura. “Nós cremos na cura completa deste problema. Nós oramos e pediu, mas Deus não curou antes do processo [de quimioterapia], mas ele pode curar durante este processo”, completou.

As agendas de março e abril do cantor foram canceladas, pois o tratamento pode durar de três a seis meses. Em todo o momento Israel se colocou como um homem de fé e declarou que esta batalha está vencida no nome de Jesus.

Ele aproveitou o momento para pedir orações de seus amigos e admiradores.

Fonte: Folha Gospel

Pastor evangelizou soldado israelense antes dele ser morto: “Ele precisava da Verdade”

O evangelista norte-americano Todd White foi com sua equipe até Israel, em junho de 2017, para explorar os lugares os quais Jesus andou. Em seu trajeto, ele teve a oportunidade de orar por policiais palestinos e israelenses e registrar estes momentos.

Indo em direção ao Monte do Templo, em Jerusalém, eles atravessaram o Portão do Leão e se depararam com dois policiais palestinos. Com a ajuda de uma mulher para fazer a tradução em árabe, White disse: “Você pode perguntar se ele tem algum problema nas costas?”

Depois de saber que o oficial realmente tinha um problema nas costas, o evangelista fez uma oração: “Eu te agradeço, Senhor, em nome de Yeshua. Toda dor, vá embora agora mesmo”.

O palestino se movimentou para checar se a dor havia sumido, e depois confirmou que sim. “Eu tive um encontro com um homem que se chama Yeshua. Face a face. E ele mudou minha vida”, explicou White ao policial, esclarecendo que Jesus o havia curado.

Mais à diante, White encontrou três policiais israelenses e questionou se algum deles tinha “algum problema nos joelhos ou nas costas”. Um deles respondeu que sim e recebeu uma oração do evangelista: “Pai, eu te agradeço agora mesmo, no poderoso nome de Yeshua. Eu te agradeço por toda dor, indo embora agora mesmo”, afirmou. Sorrindo, o policial judeu checou que sua dor havia sumido.

Três semanas depois, White recebeu a notícia de que o policial israelense pelo qual ele havia orado, Hail Stawi, de 30 anos, foi morto em um ataque terrorista no mesmo local onde ele foi evangelizado.

 

“Era o que nós havíamos orado, tenho certeza, porque vimos a foto dele. Este homem que não conhecia a Deus, era judeu, tudo o que este homem precisava era que alguém compartilhasse a Verdade”, disse White, emocionado.

Na ocasião, em 14 de julho de 2017, três terroristas abriram fogo contra um grupo de policiais perto do Portão do Leão, matando dois policiais israelenses e ferindo outros dois. Os terroristas fugiram para o Monte do Templo, onde foram mortos por policiais.

“Quantos cristãos já passaram por este homem? Quantos cristãos já passaram pelos soldados israelitas? Desde que eu descobri isso, eu me prostro e clamo: ‘Deus, me faça uma testemunha melhor. Eu não quero apenas passar pelas pessoas e não dar a elas a oportunidade da vida eterna’”, declarou o evangelista.

White ainda alertou as pessoas que acreditam que é preciso ter um “chamado” para evangelizar as pessoas. “Se você puder olhar para alguém e, honestamente, conseguir dizer ‘Jesus não agiu o preço por esta pessoa’, então você pode apenas passar por ela”, disse ele. “Está na hora de negar a si mesmo, pegar a sua cruz e segui-Lo. Não fique sentado apenas vendo as pessoas passarem”.

Veja

Fonte: Guia-me

“O físico afeta o espiritual”, diz pastor sobre cuidados com a saúde e alimentação

Na virada do ano, uma das metas da maioria das pessoas é perder peso e ter uma vida mais saudável. O cuidado com a saúde física é importante e pode provocar reflexos na saúde espiritual, de acordo com o pastor Shane Idleman, da igreja Westside Christian Fellowship, na Califórnia, nos Estados Unidos.

Durante uma pregação, Idleman incentivou os cristãos a avaliar mais profundamente não apenas o que escutam, mas também o que colocam dentro de seus corpos. Ele ainda definiu que o hábito de não comer de forma saudável se desenvolve quando uma pessoa tem a capacidade de cuidar do seu corpo, mas escolhe não cuidar.

“O físico afeta o espiritual”, disse o pastor em seu sermão. “O que aflige o Espírito Santo em nossas vidas? A desobediência’.

Incentivando os cristãos a se “submeterem a Deus ao invés do ‘deus de suas barrigas’”, Idleman advertiu que o estilo de vida moderno pode promover a gula. Esse tema também já foi um desafio para ele, que lutou contra a obesidade ao longo de sua vida.

“Nessa mesma época, no ano passado, eu tinha provavelmente uns 108 quilos”, ele revelou. “[A obesidade] sempre foi uma luta desde que eu era pequeno”.

Por outro lado, o pastor reconhece que o consumo de alimentos prejudiciais é “uma luta para a maioria de nós”, refletindo ainda mais sobre sua própria jornada. “Quando estava com excesso de peso era porque eu negligenciava essa área. É difícil pregar o que você não está vivendo”, comentou.

Fonte: Guia-me

A ilha grega onde leprosos eram abandonados para esperar a morte

A primeira vez em que vi Spinalonga foi quatro anos atrás. Observei-a do alto de uma colina próxima à aldeia de Plaka, no norte da ilha de Creta.

Com apenas 8,5 hectares de área, a ilha no Golfo de Mirabello estava escurecida pela sombra, escura como se coberta por carvão.

Árida e pedregosa, a ilha no passado serviu como um posto militar durante o período de domínio veneziano - e depois otomano.

Uma cidadela medieval é testemunha deste capitulo na história de Spinalonga.

Em 1904, com a expulsão dos otomanos pelos cretenses, a ilhota foi transformada em uma colônia para leprosos, que virou o destino geral de portadores da doença quando Creta tornou-se parte da Grécia, em 1913.

Séculos de estigma

No pico de suas atividades, a colônia teve até 400 habitantes.

A lepra, doença que causa deformidades na pele e danos aos nervos das regiões do corpo afetadas, também torna seus portadores alvos de um estigma social.

Ao longo da história, aqueles com a doença foram desprezados por famílias, comunidades e mesmo médicos.

A estigmatização era tamanha que desde de tempos muito antigos a lepra carrega o apelido de "a morte que precede a morte".

Passado apagado

Na Grécia do século 20, pacientes diagnosticados com lepra tinham propriedades e posses confiscadas, além de cidadania cassada e suas identidades simplesmente apagadas dos registros oficiais.

Eram então deportados para Spinalonga, onde jamais recebiam tratamento.

O único médico designado para a ilha só era acionado para fazer a viagem de Plaka até ali se algum morador fosse acometido de outra doença.

O mais impressionante é que, apesar de tratamentos para a lepra terem sido descobertos em 1940, o governo grego manteve Spinalonga operacional até 1957.

Foi apenas depois de um especialista britânico visitar o local e preparar um relatório denunciando as autoridades gregas pelo descaso com os doentes que Atenas decidiu oficialmente desativar a colônia.

Em 2013, eu não consegui visitar a ilhota. Mas depois de ler o livro A Ilha, de Victoria Hislop, uma dramática história de segredos de família, traições e casos de amor ocorrendo na colônia de leprosos, decidi aprender como era a vida de verdade paras as pessoas exiladas em Spinalonga.

De longe, em meio às águas verdes de Mirabello, entre a passagem e outra de uma lancha veloz, Spinalonga é bonita. Mas assim que nossa barco aproximou-se da ilhota, a cidadela pairou sobre nós como uma nuvem negra.

Irmandade

Estava acompanhada de Maurice Born, etnólogo e coautor do livro Vidas e Mortes de um Cretense Leproso, escrito em parceria com Epaminondas Remoundakis, sobrevivente da colônia que lutou por melhor tratamento e melhores condições de vida para os moradores.

"A história de Spinalonga é a história de uma imensa mentira", explicou Born enquanto cruzamos um túnel na cidadela conhecido como Portão de Dante.

Mesmo décadas após o fechamento da colonia de leprosos, em 1957, pouquíssimo se sabia sobre a ilha. O governo grego, disposto a apagar as pistas da existência da colônia, queimou todos os arquivos.

Sobreviventes de Spinalonga recusaram-se a falar sobre suas experiências. Por anos, foi como se a colônia jamais tivesse existido.

Porém, o livro de Hislop, publicado em 2005 - e que deu origem a uma serie de TV -, mudou tudo.

Como que de repente, pessoas começaram a falar sobre Spinalonga. Todo mundo era um especialista. E Atenas, feliz com o retrato favorável pintado pela narrativa romantizada da autora, permitiu que as pessoas falassem.

Surgiu daí uma história "gourmetizada" - e errada - da vida na colônia de leprosos.

'Egoísmo'

Depois de cruzarmos o túnel, chegamos a uma rua com ruínas de casas venezianas e otomanas.

Born parou para mostrar o local onde um dia funcionou um bistrô administrado por leprosos. "O Estado grego queria destruir todas as evidências da colônia, mas na década de 1980 turistas começaram a aparecer com objetivo específico de visitar seus vestígios", conta o etnólogo.

Um outro arco nos levou ao que um dia funcionou com um setor comercial, com lojas - algo que os leprosos foram autorizados a ter na década de 1930 -, um café e uma pequena escola. Um lado da rua foi restaurado com propósitos turísticos, com fachadas coloridas.

Não muito longe dali fica um prédio de pedra cavernoso em que ainda está o incinerador usado para queimar roupas infectadas.

À medida que caminhamos pelo vilarejo abandonado, Born continuou a revelar detalhes sobre a vida na colônia.

Antes dos anos 1930, os habitantes de Spinalonga viviam apenas pensando na sobrevivência individual, em um "estado de egoísmo". "Ninguém cuidava um do outro, o padre local tinha dificuldades para encontrar ajudantes para enterrar os mortos."

As coisas só mudaram com a chegada de Remoundakis, que formou a Irmandade de Spinalonga, uma sociedade dedicada a melhorar as condições de vida na ilha. E a fazer lobby junto ao governo grego.

"Antes da irmandade, tudo o que havia era comida, jogos de azar e raki (bebida típica grega, feita de uvas destiladas)", disse Born.

Espelhos proibidos

A irmandade estabeleceu ordem e uma melhor qualidade de vida na ilhota. Houve até concertos feitos por moradores com habilidades musicais. Em um dos cafés podia-se também ouvir discos em uma vitrola doada aos habitantes de Spinalonga.

Entre as muitas regras estabelecidas pela irmandade, uma das mais importantes era a proibição de espelhos - ninguém queria ver o próprio reflexo.

Mas era impossível deixar de observar a destruição causada pela lepra em outros moradores.

"Era muito comum buscar a solidão para evitar os rostos uns dos outros", completou Born.

Em 1938, os moradores receberam permissão para dinamitar partes da fortaleza medieval e criar uma trilha ao longo do perímetro da ilha, navegável mesmo por aqueles com a mobilidade debilitada pela doença.

A trilha deu aos exilados algo próximo de uma libertação.

Fizemos o percurso, e o sentimento de claustrofobia que tive no vilarejo desapareceu. Ventos fortes corriam pela trilha como prisioneiros libertados das algemas. Observei a incrível vista para a Baía de Mirabello e respirei o ar salgado vindo do mar.

Chegamos à solitária Igreja de São Jorge, construída há séculos pelos venezianos, nas proximidades de um pequeno cemitério.

"Quando turistas começaram a visitar a ilha nos anos 80, muitos depredaram os túmulos", contou Born.

Em 2013, os restos mortais dos habitantes da colônia foram colocados em um ossário próximo ao cemitério, e cobertos com novas placas de concreto.

Na entrada do cemitério, uma placa pede respeito aos mortos.

Levou várias décadas para que sua historia fosse contada. Mas aqueles que nunca deixaram Spinalonga enfim encontraram paz.

Fonte: BBC


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