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Última atualizaçãoSex, 16 Fev 2018

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Notícias

Ministério Público desiste de pedir a demolição do Templo de Salomão

As suspeitas de irregularidades e fraudes na construção do Templo de Salomão, da Igreja Universal, levaram a uma investigação do Ministério Público de São Paulo, que chegou a cogitar um pedido de demolição da obra. Porém, a Promotoria de Justiça, Habitação e Urbanismo do Ministério Público afirma que irá tentar um acordo com a igreja.

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Segundo a revista Veja, o promotor Maurício Antônio Ribeiro Lopes afirma que a igreja poderá doar ou adquirir terrenos para a construção das casas populares. O número de casas populares a serem construídas e o valor total a ser desembolsado pela denominação de Edir Macedo para cumprir o acordo ainda seriam negociado.

Apesar da declaração do promotor, a igreja afirma que não tem conhecimento de tal proposta, e ressaltou em nota oficial que “a Promotoria de Justiça de Habitação e Urbanismo da Capital, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) e as demais autoridades envolvidas podem confirmar que a Universal tem colaborado ativamente, atendendo todas as exigências e sugestões propostas, tanto no curso da obra quanto agora”.

Os problemas legais em torno da construção desse que passou a ser o maior templo religioso do Brasil começaram em 2008, antes do início das obras. A prefeitura paulistana concedeu permissão para a construção através de um alvará de reforma emitido pelo Departamento de Aprovação de Edificações (Aprov), durante a gestão do prefeito Gilberto Kassab (PSD).

O alvará de reforma permitia à Igreja Universal do Reino de Deus construir o Templo de Salomão sem destinar 40% do terreno à moradia popular, uma exigência da lei de zoneamento da cidade, e ainda livrava a denominação do pagamento de uma taxa de 5% do valor da obra, referente a uma soma de aproximadamente R$ 35 milhões.


Bandidos queimam igrejas e aterrorizam cidades e desafiam polícia no interior de Minas Gerais

Uma série de incêndios em igreja e capelas tem assustado e intrigado moradores de várias cidades no interior de Minas Gerais. Desde março, sete igrejas católicas foram incendiadas, e o caso tem intrigado também a polícia mineira. Além de queimar as igrejas, os criminosos também quebram as imagens de santos presentes nos templos e deixam uma cruz de sal grosso no local, como uma espécie de assinatura.

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Segundo reportagem do Fantástico, os criminosos se aproveitam de que à noite as pessoas da zona rural se recolhem em suas casas para agir livremente. De madrugada, eles invadem as igrejas, quebram as imagens e colocam fogo no lugar. Por fim, eles deixam no lugar a característica cruz de sal grosso.

Os ataques começaram no mês de março, e até agora sete igrejas, em quatro diferentes cidades foram incendiadas. O último caso aconteceu no fim de agosto. Na mesma noite foi incendiada uma capela em Macuco e outra uma hora depois em Quatro Barras, a poucos quilômetros de Macuco.

Moradores das regiões onde os crimes aconteceram lamentam a destruição das igrejas, e temem por outros ataques.

- Não estou dormindo de noite. Estou muito preocupada ainda com o que eu vi que nunca tinha visto: o santuário nosso, de nós rezar todo domingo, dia de semana nós reza também, pegando fogo sem a gente poder salvar – lamenta a catequista Maria da Glória Batista.

O crime intriga também especialistas em religião, como o doutor em ciências da religião Pedro Ribeiro. Ele explica que a cruz de sal deixada pelos bandidos e o fogo são, normalmente, usados como sinais de purificação.

- Fazer uma cruz de sal junto de alguma capela, junto a um espaço qualquer, significa ‘vamos purificar’, ‘vamos afastar os maus espíritos que estavam aqui’. O que é intrigante pra mim: quem acha que em uma capelinha, em que as pessoas se reúnem para rezar, para celebrar, que aquilo dali é uma coisa má, é uma coisa de espírito mau? – questiona o estudioso, que classifica os atos como uma agressão ao catolicismo.

- São sinais de dizer: ‘quem faz aquilo que meu Deus proíbe está errado e, portanto, eu tenho que punir’. Ora, isso é intolerância. Isso vai contra todo pensamento da tolerância religiosa, da aceitação do diferente, do sadio diálogo entre as religiões – afirma Ribeiro.

Pesquisadores descobrem papiro de 1.500 anos com informações sobre a Igreja Primitiva

Um papiro de 1.500 anos com relatos da Igreja Primitiva sobre a Última Ceia foi encontrado por pesquisadores da Universidade de Manchester e classificaram o documento como o mais antigo com referências ao encontro entre Jesus e seus discípulos antes da crucificação.

“Esta é uma descoberta importante e inesperada, um dos primeiros documentos encontrados que faz referência à Última Ceia”, disseram os pesquisadores.

Segundo informações da agência Europa Press, o texto completo do papiro diz: “Temam todos aqueles que reinará sobre toda a terra. Que as nações e os povos saibam que Cristo é o nosso Deus, pois ele falou e eles começaram a ser; Ele mandou e foram criados; Ele pôs tudo sob os nossos pés e se livrou da vontade de nossos inimigos. Nosso Deus preparou uma mesa no deserto sagrado e deu-lhes o maná para comer para um novo pacto: o corpo imortal do Senhor e o sangue que Cristo derramou por nós na remissão dos pecados”.

Segundo os estudiosos, o texto do papiro é uma combinação de passagens bíblicas, incluindo o Salmo 78: 23-24 e Mateus 26: 28-30, entre outros. O papiro contém uma das mais antigas referências documentadas sobre a Última Ceia e o maná.

A responsável pela pesquisa, Roberta Mazza, afirmou que estava “animada” por conta da descoberta de que o conhecimento da Bíblia era mais enraizado no Egito do século VI d. C. do que se acreditava até agora.

Na opinião de Roberta Mazza, a descoberta lança nova luz sobre o cristianismo primitivo, pois o documento foi concebido apenas 300 anos após o imperador romano Constantino se converter ao cristianismo.

A equipe de especialistas encontrou este papiro enquanto trabalhava com milhares de fragmentos de documentos inéditos históricos preservados nos cofres da biblioteca da universidade.

“Embora não sabemos quase nada sobre o proprietário do documento, apesar de que poderia ter sido um residente da aldeia Hermoupolis (el Ashmunein), é duplamente fascinante porque o fabricante sabia claramente sobre a Bíblia, mas ele cometeu um monte de erros. Poucas palavras contém erros ortográficos e outras estão na ordem errada. sugerindo que ele estava escrevendo de memória, ao invés de copiar de outro texto”, disse Mazza.

Seita criada na China defende que Jesus Cristo reencarnou em uma mulher

No último dia 21 de agosto se iniciou na China o julgamento de uma família responsável por um assassinato brutal que aconteceu em maio na cidade chinesa de Zhaoyuan, na província de Shandong. Membros de uma seita que diz que Jesus encarnou em uma mulher, os suspeitos do assassinato afirmam ter cometido o crime porque a mulher morta por eles era um “demônio”.

Segundo informações do Noticias Cristiana, Wu Shuoyan, 37 anos, estava à espera do marido e do filho de seis anos para jantar, em uma lanchonete do McDonald’s, quando foi abordada pela família, que começou a conversar com ela. Em determinado momento da conversa, o grupo que a abordou pediu o número de seu telefone celular. Ao negar fornecer a informação, o grupo começou a espancá-la, e a ameaçar as demais pessoas no local para que não interferissem.

Os responsáveis pelo ataque foram o marinheiro desempregado Zhang Lidong, de 54 anos, suas filhas de 18 e 29 anos, e outras duas mulheres. Todos são réus no processo. O outro filho de Lidong também estava presente durante o ataque, mas não foi listado como réu por ter apenas 12 anos de idade.

Zhang Lidong e os outros membros de seu grupo espancaram Shuoyan até a morte usando um cabo de vassoura. Durante o espancamento eles gritavam com a vítima, dizendo para ela “não voltar na próxima reencarnação”. Ao serem detidos, eles afirmaram que faziam parte da Church of Almighty God (Igreja de Deus Todo Poderoso, tradução livre), também conhecida por Eastern Lightening.

A Almighty God surgiu na década de 90, quando o professor de física Zhao Weisha conheceu uma mulher chamada Yang Xiangbin, que se auto intitulava “Lightning Deng” (relâmpago de Deng) e havia escrito um livro com uma nova versão chinesa da história de Cristo. Intitulado “Lightning From the Orient”, o livro é, ainda hoje, a “bíblia” de quase um milhão de fiéis que seguem a seita, e acreditam na declaração feita por Zhao Weisha de que Yang Xiangbin, é uma reencarnação de Jesus Cristo.

Mantida como um grupo secreto até 2012, a seita já conta com ramificações por todo o mundo e, segundo o site português Observador, é comandado a partir do bairro de China Town, em Nova Iorque, por líderes que teriam fugido da China com passaportes falsos.

Familiares de membros da seita afirmam que o grupo faz com que seus novos membros até mesmo abandonem suas famílias. Segundo relatado pelo The Telegraph, um dos casos é o de Peng Lijuan, uma mulher de 28 anos formada em Ciências da Computação que abandonou o marido e o filho pequeno para seguir à seita.

- Pode ver como é que este culto está tão longe do Cristianismo, que apregoa que a família é importante. Quem diria a uma mãe para deixar a sua criança para trás? – questiona o marido de Peng Lijuan.

Além de casos similares ao da mulher que abandonou a família, ex-membros da Church of Almighty God afirmam também que o grupo religioso convence novos membros a aderir à religião por meio da sedução, e afirmam até mesmo já terem presenciado encontros de mulheres nuas que dançavam em volta de fogueiras, promovidos pela seita.

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