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Última atualizaçãoSex, 16 Fev 2018

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3 dicas para vencer a pornografia, com Fabiola Melo

A YouTuber cristã Fabiola Melo abordou um tema bastante delicado em seu canal, a pornografia. Ela deu três dicas super importantes para quem luta contra esse problema.

“Há uns tempos a pornografia era uma coisa só masculina, mas hoje em dia eu tenho recebido muitas mensagens de meninas que estão viciadas em pornografia e masturbação. Somos cristãs e queremos ter uma vida para a glória de Deus, mas ainda estamos sujeitas às tentações desse mundo. E para te ajudar a se libertar desse vício eu quero te dar 3 dicas”, iniciou.

Dica 01: Nunca pare de lutar!

“A maioria das histórias de pessoas que tem problema com a pornografia começaram com uma queda. E essa queda foi terrível e chocante. Vai passando o tempo e você vai tentando, mas quando você menos espera, cai de novo. Você começa a perceber que o tempo de uma queda para outra fica mais curto. Você cai com mais frequência. A sensação é que aquilo tomou conta de você e você não consegue mais se libertar. Ai, você não pede mais perdão”, explicou.

“Ai o que você faz? Para de pecar? Não, para de pedir perdão. Você para de se arrepender. Você sabe que são apenas alguns minutos de prazer e esses minutos viram culpa e remorso. Você não consegue parar, evitar. Quando você chega nesse estágio, você já está intoxicado. Você precisa lutar para se livrar isso. Se não isso vai acabar com você”, exortou.

Dica 02: Entenda a natureza monstruosa da pornografia!

“Entenda uma coisa, você não vai parar de ver pornografia enquanto você não enxergar a natureza monstruosa da pornografia. O mundo lá fora sempre fala sobre coisas com conotações sexuais. Tudo o que elas fazem e falam, as músicas que elas escutam, tudo tem a ver com conotação sexual”, disse.

“E se a gente não tiver cuidado com essas pessoas que a gente olha e acompanha, a gente só acaba vendo essa questão da liberdade sexual. De você explorar os prazeres do seu corpo. Mas, Deus sempre quis nos livrar dessa falsa liberdade. O que eu vejo por ai são meninas presas a isso. A pornografia te faz querer algo que não existe na vida real”.

Dica 03: Procure ajuda!

“Procure a ajuda de alguém. Converse com o seu pastor ou com o seu líder espiritual. Você pode até achar que vai passar vergonha, mas você não é a única pessoa que passa por isso”, finalizou.

Fonte: Guia-me


Funções do Pastor

Não sabemos o que um médico faz quando não está atendendo um paciente? Ou o que um professor faz quando não está dando aulas? Provavelmente faz o que a maioria das pessoas fazem quando não estão trabalhando. Agora, muitos acreditam que é fácil a vida de um pastor, por parecer que ele só trabalha quando está pregando. Mas o que pastores fazem quando não estão pregando? Muitos nem imaginam, mas pastores possuem cargos múltiplos.

Algumas pessoas só relacionam a vida de um pastor às atividades que acontecem aos domingos nas igrejas. Mas a vida de um pastor está muito além das atividades dominicais relacionadas com o púlpito. É claro que é extremamente importante a pregação e o preparo para a mesma, mas a vida pastoral exige muito mais do que a maioria das pessoas imaginam. Vou listar pelo menos 15 coisas que fazemos, quando não estamos pregando:

1. Conselheiro: A grande maioria dos pastores fazem algum tipo de aconselhamento. Em grande parte, o curto tempo de ministração da palavra não é suficiente para ajudar as pessoas da igreja local, e os pastores precisam dedicar tempos à atender suas ovelhas de forma mais pessoal.

2. Consultor de carreiras: Emprego e carreira são assuntos recorrentes no gabinete pastoral as pessoas. Os impactos profissionais de uma pessoa influenciam na sua capacidade de evolução pessoal. E isso sempre é um assunto importante para o pastor. Pra não dizer nas pessoas que estão buscando trabalho ou procurando alguém para contratar.

3. Consultor de negócios: Líderes empresariais, geralmente buscam ajuda para discernir suas decisões corretas. Grande parte deles buscam o pastor para orar e discutir suas idéias e até mesmo sobre novos empreendimentos.

4. Supervisor de espaços: pastores fazem o papel de supervisão nas instalações da igreja. Mesmo tendo uma excelente equipe de manutenção, os olhos do pastor estão sobre os cuidados do espaço do culto, salas, banheiros e tantas demandas que se exige de uma igreja para atender bem as pessoas.

5. Juiz de paz: Pastores ajudam na reconstrução de relacionamentos entre casais, pais e filhos e até mesmo sócios. Tentam trabalhar os problemas de divisão e intervém nas crises, exercitando os princípios de cooperação e perdão entre as partes.

6. Assistente social: O pastor sempre é procurado para melhorar a qualidade de vida de pessoas que atravessam problemas financeiros e situações difíceis na igreja local

7. Coordenador de voluntários: Todo pastor coordena os esforços mútuos de equipes para encontrarem a comunicação entre as partes e desenvolver projetos comunitários.

8. Gerente de Eventos: Todo pastor acaba supervisionando diferentes eventos, e entrando na discussão de detalhes e responsabilidades de papeis e necessidades.

9. CEO: Todos sabem que Jesus é o “dono" da igreja, mas as responsabilidades administrativas e gerenciais foram confiadas aos discípulos oficiais, seus pastores e apóstolos. Eles assumem a liderança e decisões estruturais.

10. Headhunter: Um pastor precisa ter a sabedoria de montar uma boa equipe e precisa procurar suas “cabeças" pensantes para o melhor desenvolvimento do seu ministério. A busca desta equipe é um trabalho duro de “garimpo”.

11. Contas a pagar e receber: Ministério precisa de dinheiro. E o pastor precisa ser o advogado das contribuições. Geralmente é um grande fardo para o pastor essa tarefa, mas ele precisa pensar de maneira mais macro em relação ao dinheiro e investimentos que o ministério exige.

12. Instrutor: Pastores ajudam pessoas a encontrarem suas habilidades de alguma forma e fazer essa habilidade funcionar dentro de um ministério da igreja.

13. Professor: A igreja exige que o pastor seja uma pessoa inteligente e que domine muitos assuntos. Há uma expectativa em relação a compreensão geral do pastor e que ele se comunique e fale bem em púlpito.

14. Escritor: Existem muitos textos que precisam ser feitos para a igreja, sejam estudos, sejam boletins, sejam temas, sejam sermões, sejam livros, e até mesmo uma porção de emails para toda a igreja, é necessário encontrar tempo e inspiração em meio a toda a correria ministerial.

15. Relações públicas: Todo pastor administra pessoas e precisa ser um comunicador eficiente. Fazendo com que a visão influencie outras pessoas. É um trabalho que exige amor e cuidado para poder influenciar pessoas. Por isso o trabalho pastoral vai bem atém dos serviços dominicais.

Fonte: Guia-me

‘Alfinetadas’ do altar

Ser corrigido nunca é tão fácil — ainda mais quando o concerto vem do altar. Na igreja liderada pelo Paxtorzão, uma ovelha ficou chateada pelos cantos porque achava que todas as pregações estavam sendo, na verdade, alfinetadas contra ela.

O Pax, claro, explicou ao rapaz que não é bem assim. A Bíblia nos ensina que “toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção e para a instrução na justiça”, em 2 Timóteo 3:16.

Fonte: Guia-me

 

Ex-bruxo conta como se entregou a Jesus e foi liberto de maldição: "Sou vitorioso em Cristo"

Como sumo sacerdote da santeria, John Ramirez sabia que ele estava destinado a se juntar aos cinco principais demônios da santeria no Inferno. Mas durante muito tempo, ele não se importou, pois era respeitado e temido por ser bruxo tão poderoso em seu bairro de South Bronx.

Nascido em uma família que tinha tradição em feitiçaria, John foi consagrado já em tenra idade sob ameaça demoníaca em uma leitura de tarô. Seus pais foram avisados de que se não dedicassem o filho à santeria, o garoto ficaria cego. Obedientemente, sua mãe submeteu a criança aos rituais de consagração.

Depois disso, "toda a minha personalidade - o representava o que eu era - não estava mais lá", disse John em um vídeo do YouTube. "Eu senti como se alguém colocasse um cobertor preto por cima de mim. Eu não estava respondendo apenas à minha mãe e meu pai, eu estava respondendo aos demônios".

Ele foi treinado sob a tutela de adoradores do diabo de alto escalão. Ele se infiltrava em funerais para "capturar" os espíritos das pessoas mortas e usá-los para matar outros indivíduo pelo mesmo tipo de morte. Ele também recolheu o sangue de traficantes mortos na rua para realizar rituais satânicos.

"As pessoas sabiam que eu carregava comigo, uma força a ser considerada", disse ele. "Eu gostava daquele poder. Eu fui subestimado como um jovem rapaz. Mas depois eu tinha o poder e a autoridade para fazer o que quisesse".


A grande mentira
Quando John tinha 13 anos, seu pai morreu em uma briga de bar. Como o rapaz sofreu sucessivos abusos físicos e emocionais por parte de seu pai, John viu a sua morte não como uma tragédia, mas como um alívio para ele e sua mãe.

"Como um jovem garoto, eu pedia a ajuda de Deus para livrar a minha mãe, quando o meu pai estava batendo nela", disse ele. "E ninguém apareceu. Mas o diabo apareceu porque ele matou meu pai. Eu acredito que o diabo me disse: 'Ninguém te ama, mas eu te amo. Seu pai não pode oferecer nada para você, mas eu sou o seu provedor. Vou dar-lhe o que você quiser. Basta pedir".

A santeria é uma forma caribenha de bruxaria com raízes na África. Atividades como se embriagar com bebidas alcoólicas, vestir-se de branco, realizar rituais com velas vermelhas e sangue humano integram prática satânica. John começou a praticar seus rituais fora de seu apartamento e, por razões que não podia explicar, seus feitiços eram dirigidos especialmente a cristãos.

"Nas boates, eu olhava em volta e buscava identificar os 'cristãos", disse ele. "Eu sabia que estava no campo de jogos do diabo. Então eu sabia que se eu pudesse chegar até alguém que já tivesse bebido uma cerveja ou duas, eu diria: 'Tenho algo a dizer-lhe hoje' e se a pessoa me perguntasse 'O que você tem a me dizer?', eu responderia 'você abriu a porta para mim".0

Ele acabou sendo promovido no palo Mayombe - um ramo da santeria - ganhando mais e mais poder. John travou guerras espirituais em nome de Satanás em sua vizinhança.

"O diabo me disse que eu tinha que visitar meu bairro no reino espiritual para enfraquecer a região no ambiente físico. O que quer que você mate no reino do espírito, você pode matar no natural".

Mas ele percebeu que, algumas vezes, suas maldições não tinham o efeito esperado e isso geralmente acontecia quando ele descobria que pessoas estavam orando. As maldições não eram eficazes quando as pessoas oravam. Seu bairro havia sido santificado, abençoado por meio da oração. Ele e seus discípulos do mal não podiam tocá-lo. "Mas nos outros bairros, era hora de festa", disse ele.


Um convite especial
Quando completou 25 anos, John conheceu uma garota bonita e começou a sentir algo por ela. Ela o convidou para a igreja e para a sua casa, onde seus pais lhe falaram sobre Jesus.

"Eles abriram a Bíblia e disseram: 'Ei, escute, nós queremos falar com você sobre isso'. Eu disse a ela: 'Bem, eu não posso vir mais à sua casa. Seus pais são loucos", relatou John. "Então eu disse: 'Ok! Pelo menos deixe-me fazer a digestão do alimento e, em seguida, vocês podem falar sobre esse tal Jesus'. Eu pensei que depois que de deixá-los falar, eu teria vontade de ir para o culto no templo satânico e matar animais durante toda a noite para conseguir voltar e vê-la, mas ela não sabia disso".

Posteriormente, John concordou em participar dos cultos na igreja, pois ele considerava os cristãos apenas "divertidos e inofensivos".

"Nós tínhamos um sistema diferente do que eles tinham. Eles faziam coisas como nos abraçar, nos beijar e dizer: 'Aleluia, nós amamos você", John lembrou. "Então eu continuei a ir à igreja para agradá-la, mas eu não deixaria as pessoas descobrirem sobre as coisas com as quais eu estava envolvido [santeria]".

Numa manhã de domingo, o pastor fez um apelo e John foi à frente. Mas o que aconteceu logo em seguida foi assustador.

"De repente, eu fiquei possuído por demônios. Peguei o pastor pela garganta, o segurei no alto e disse: 'Eu vim para te buscar'. Muitos homens saíram de seus assentos, tentaram me agarrar. Eu simplesmente jogava para longe as pessoas ao meu redor, como bonecas de pano", disse John.

"E então cerca de 200 pessoas se levantaram, estenderam suas sobre nós mãos e começou uma guerra espiritual por aquela pessoa que eu teria matado em um piscar de olhos. Eu vi o poder de Deus naquela igreja. Um dos rapazes estava sussurrando no meu ouvido, 'Diga, Jesus é o Senhor. Diga: Jesus é Senhor. Diga!'. Eu não podia abrir minha boca. E, de repente eu consegui dizer: 'Jesus é o Senhor' e o diabo deixou aquele lugar".

Claro, sua agressão contra o pastor o deixou ainda mais perturbado. Ele estava relutante em voltar para aquela igreja.

Alguns dias mais tarde, um senhor cristão lhe deu um presente: uma blusa que trazia a inscrição "Você é um guerreiro de Cristo". O gesto de bondade, perdão e amor impactou John profundamente. "Foi incrível", disse ele. Eu não podia acreditar que Jesus me amava.

Alternar entre os lados da escuridão e da luz não era mais uma questão simples. "Eu estava comprometido com o lado negro", disse John. "Eu estava comprometido com os demônios. Eu estava comprometido com o diabo. E eu estava entre dois mundos".

Desespero
John não sabia como orar, arrepender-se ou desfazer seus pactos com Satanás. Desorientado e desepserado, John decidiu cometer suicídio.

"Eu disse: 'O Senhor Jesus não pode me ter. O diabo não pode me ter. A melhor saída é o suicídio", disse ele. "Na minha ignorância, na minha vergonha, na minha confusão, eu pensei que estava longe. Eu estava espiritualmente seco".

Com a arma na mão, ele começou a falar com Deus.

"Eu não sei do que eles chamam você, Jesus. Qualquer que seja o nome pelo qual eles te chamam na igreja, eu não gosto de você. Eu nunca gostei de você. Eu nunca tive nada a ver com você. Eu não quero me comunicar com você. Eu te odeio. Eu não quero ser parte de você. Eu nunca quis ser um cristão. Eu te nego. Vou adorar ao diabo até o dia que eu morrer", esbravejou John, mas logo depois sussurrou: "Mas se você é maior do que o deus que eu sirvo, então se revele a mim hoje à noite ou me deixe em paz".

Depois, John adormeceu e sonhou que estava em um metrô cheio de pessoas. Ele não sabia para onde o metrô estava indo, mas sentiu que não era nada bom.

"Havia uma senhora vestida, muito elegante e ela começou a falar comigo em uma língua demoníaca. Eu entendi a língua. Ela dizia: 'Traidor! Você está nos deixando'. Então, eu tentei entrar no meio do trem, no meio do povo, fugindo dela e então, Bam! As portas se abriram. Eu acabei no inferno".

Ainda no sonho, John se viu em reinos escuros, com um calor sobrenatural e desesperança. Ele deu um passo e então Satanás apareceu para ele.

"Eu estive com você desde os nove anos de idade", o diabo teria dito a ele. "Eu tenho sido um pai para você. Eu lhe dei tudo. Vou mantê-lo aqui, porque se eu posso mantê-lo aqui, você não vai acordar no andar de cima [terra] Você pertence a mim. Você não vai sair. Você sabe segredos demais da minha religião".

Mas depois que Satanás o agarrou, uma cruz apareceu de repente nas mãos de John.

"Eu coloquei a cruz sobre o diabo e ele ficou inofensivo, como um bebê. O diabo não tem poderes ao pé da cruz", relatou.


Batalhas
John acordou liberto de Satanás e transformado. "Eu sabia que Jesus é o Senhor. Eu dobrei meu joelho diante da cruz e Jesus entrou na minha vida", disse John, que abandonou sua parafernlha satânica, mas ainda assim sentiu ataque espiritual todas as noites, durante um mês.

"À noite, sentia uma presença entrar na sala", lembra John. "E então, quando eu ia virar, eu realmente, por vezes, via o que estava lá. Ou às vezes quando eu adormecia, sentia as mãos de alguém agarrando a minha garganta e tentando me tirar da cama e tentar rasgar a minha alma do meu corpo.

"Às vezes eles me agarravam pelos pés e a cama balançava, e que iria levá-la e levitar a cama e levitar me a tal ponto que às vezes eu mesmo atingido o teto", disse ele. Eu não conseguia respirar; Eu não podia gritar. Eu não podia falar. Eu me sentia como se estivesse sufocando; Eu sentia como se estivesse sufocando a vida fora de mim. E eu gostaria de tentar chamar por Jesus, e as palavras não saíam e, em seguida, no final, as palavras saíam: 'Jesus, me ajude. Jesus, me ajude".

John ficou perplexo com a batalha que se estendeu por sua alma. Por que Jesus não o libertava rapidamente por completo? Então ele sentiu a resposta: "Eu queria saber o quanto você me amou, o quanto você confia em mim".

Com isso, ele foi liberto daqueles ataques satânicos. "Nunca mais um demônio apareceu em minha casa", disse John.

Hoje, John compartilha o evangelho com todos, sempre que tem a oportunidade. Ele escreveu um livro sobre suas experiências, chamado "Fora do Caldeirão do Diabo".

"Eu tenho sido vitorioso em Cristo", disse John. "Eu tenho paz. Eu não sou mais vazio. Eu tenho satisfação. Eu tenho um propósito e eu tenho um destino hoje. Tudo porque eu disse 'sim' para a cruz. "Hoje, John é evangelista, filiado a uma igreja com sede em Nova Iorque.

"Agora eu sou um evangelista para o Reino de luz, não mais um servo das trevas", disse ele. "Eu exponho o lado negro cada vez que o Senhor me dá uma chance, para que vocês não tenham mais que morrer em seus pecados. Vocês não têm mais que derramar seu sangue, como na santeria. Jesus derramou o sangue para você. Esse é o sangue que conta: o que foi derramado na cruz".

Fonte: Guia-me

DICAS DE SAÚDE: Azeite de Oliva qual usar? Virgem Extravirgem ou Refinado?

Você costuma ficar confuso na hora de comprar o azeite de oliva? Há tantas opções no mercado, não é? As três variedades mais conhecidas são a virgem, a extravirgem e a refinada. Mas você sabe qual é a diferença entre elas? Qual é a mais saudável? 

“Todos os azeites de oliva têm como matéria-prima a azeitona. O que os diferencia é o número de etapas de refinamento pelas quais passam. Isso altera a acidez do óleo, ou seja, a qualidade. Quanto menor for seu índice de acidez mais benefícios ele terá”, explica Daísa Mara Pinhal, nutricionista do Oba Hortifruti, em São Paulo.

Dos três tipos, o que tem menor acidez (até 1%) é o extravirgem, por isso, aposte nele! Esse óleo possui substâncias que combatem o colesterol ruim. Também impede o depósito de gordura abdominal, afinando a cintura e afastando o risco de doenças cardíacas e diabetes. Só não pode abusar na quantidade, pois uma colher de sopa contém cerca de 108 calorias! O ideal é consumir duas colheres de sopa por dia: uma no almoço e outra no jantar.

E como deve ser usado? É recomendável utilizá-lo em pratos que não vão ao fogo, como, saladas, pães, queijos e outros petiscos. Se aquecido, esse óleo pode perder suas propriedades benéficas.

“Já para pratos quentes, como carnes, o azeite virgem é a melhor opção. Mesmo sendo um pouco mais ácido que o extra (até 2%), ao ser aquecido, seu aroma é ressaltado e seu sabor é mais adocicado”, afirma a especialista.

E o tipo refinado? Melhor usá-lo em frituras. Ele tem mais de 2% de acidez; porém, ainda assim, é mais saudável que o óleo tradicional de soja, por exemplo. Mas cá entre nós, o melhor mesmo é não consumir frituras, não é? Assim você manterá uma vida mais saudável.

Fonte: Olivae


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