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Última atualizaçãoSab, 11 Nov 2017

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Notícias

Igrejas evangélicas se unem para protestar contra a violência no Rio de Janeiro

Aproximadamente dez igrejas evangélicas de São João de Meriti, na Baixada Fluminense, uniram centenas de pessoas em um protesto contra a violência da cidade, na manhã de sábado (27), em Copacabana, na Zona Sul do Rio. O grupo chegou a paralisar o trânsito na Avenida Atlântica, nos dois sentidos, na altura do Copacabana Palace.

Os evangélicos pediam paz e exibiam faixas com frases clamando por ajuda, como “Salve-nos! Estamos sofrendo com a violência” e “Não aguentamos mais a violência”.

Pastor Cristiano Pesset, da igreja Batista Referencial de Vida de São João de Meriti, organizou o protesto, que teve como objetivo chamar a atenção da população e do governo do estado para o alto índice de roubo na Baixada e cobrar reforço no policiamento da região. “Na nossa igreja 80% dos membros já foram assaltados por criminosos com arma de fogo”.

Há três meses o carro de Pesset foi roubado em frente à igreja, e há dois meses o carro de sua esposa também foi levado. Ambos foram achados no Morro da Pedreira, na Zona Norte. “O problema da violência é generalizado, mas na Baixada não tem policiamento. Em São João de Meriti somos quase um milhão de moradores para cerca de 250 policiais e três viaturas sucateadas”, alertou o pastor.

A população está desamparada. Anteriormente São João era considerada uma cidade pacata, com pessoas que tinham o hábito de conversar na rua com os vizinhos. “Hoje está todo mundo assustado. Quem pode está sem mudando, porque a situação chegou em um nível insustentável”, reclamou o pastor da Igreja Batista.

Um grupo também participou do ato cobrando ao governo do estado a contratação de 4 mil policiais aprovadas. 

Fonte: Folha Gospel e O Globo


Filha de Gretchen desiste de posar nua: "Não é o que Deus quer" após se converter

Após surpreender as redes sociais com o anúncio de sua conversão ao Evangelho, a filha adotiva de Gretchen, Jenny Miranda tomou uma decisão que parece reforçar ainda mais a sua transformação de vida: ela desistiu de um contrato que parecia estar já se encaminhando para ela posar nua para uma revista masculina.

Segundo a ex-dançarina do Mr. Catra, devido às mudanças em sua vida, este tipo de contrato já não faz mais sentido.

"Posar nua está fora de cogitação totalmente. Estava quase fechando, já tinha falado com meus pais e estava tudo certo. Hoje entendo que não era isso que Deus queria para mim. A sex symbol foi totalmente cortada da minha vida", disse.

Recentemente, Jenny movimentou as redes sociais com a notícia de sua conversão ao Evangelho. Segundo seu relato, a decisão teria ocorrido no início deste mês de maio, em um culto da igreja Bola de Neve, em Curitiba, onde mora com seu noivo.

"Enquanto o pastor estava louvando, comecei a ouvir um negócio pedindo para ajoelhar. Eu falava comigo mesma: 'Não vou ajoelhar'. Meu joelho foi dobrando, comecei a queimar, suar, pegar fogo. Tirei a blusa e estava muito frio. Olhei desesperada para o Artur. Caí de joelhos e chorei o culto inteiro", contou ela, em uma entrevista com a Uol.

“Decidi aceitar Jesus. Foi uma das melhores escolhas que fiz na minha vida”, acrescentou Jenny em comunicado enviado por sua assessoria.

Além de seu testemunho e suas novas decisões profissionais, a transformação de Jenny também parece estar chegando ao seu vestuário. Ela trocou os decotes e minissaias por vetidos mais compridos.

A leitura da Bíblia também faz parte de seu cotidiano e ela já fala em se batizar, mas isso só deve acontecer após ela se casar com o noivo, o jogador do Paraná Clube, Artur Jesus.

Fonte: Guia-me Folha Gospel

Rabinos estão separando sacerdotes que irão servir no Terceiro Templo

Rabinos de Israel têm contado com a genética para restabelecer os sacerdotes que irão atuar no futuro Terceiro Templo

Segundo o rabino Yaakov Kleiman, os sacerdotes que poderão servir no Terceiro Templo são Cohen, ou seja, homens judeus que provêm da descendência de Arão, o primeiro sumo sacerdote de Israel. Para reunir e treinar essas pessoas, ele inaugurou há nove anos o Centro Cohen, em Jerusalém.

Para intensificar seu trabalho de seleção, Kleiman se voltou para a genética através de estudos realizados por pesquisadores israelenses, que descobriram um cromossomo que indica uma ascendência comum entre homens judeus descendentes da classe sacerdotal.

“De acordo com a profecia, haverá um Terceiro Templo. Quando ele existir, teremos que identificar os sacerdotes”, Kleiman explicou ao site Breaking Israel News. “Os Cohen são a mão de obra do Templo. Sem eles, o local se tornará um prédio vazio”.

Sendo também um Cohen, Kleiman observa que esse fenômeno genético representa uma evidência da aliança sacerdotal descrita na Bíblia. “Esta prova científica é uma confirmação de que a aliança sacerdotal seria eterna”, disse o rabino, citando Números 25:13.

Embora os sacerdotes sejam um subconjunto da tribo de Levi, esta ferramenta genética se provou ineficaz na identificação dos levitas. Além disso, a genética não conseguiu encontrar marcadores para as tribos individuais de Israel.

Embora esteja contando com o apoio da ciência, Kleiman observa que a genética não terá a palavra final. Segundo a tradição judaica, o profeta Elias irá surgir antes do retorno do Messias para esclarecer quem é sacerdote ou não e em quais tribos cada judeu pertence.

“Eis que eu vos enviarei o profeta Elias, antes que venha o grande e terrível dia do Senhor; E ele converterá o coração dos pais aos filhos, e o coração dos filhos a seus pais; para que eu não venha, e fira a terra com maldição. (Malaquias 4:5-6)”

No entanto, o rabino acredita que seu trabalho não terá sido inútil quando este tempo chegar. Ele espera que os sacerdotes geneticamente verificados já estejam atuando no Terceiro Templo quando o profeta Elias for enviado.

“Quando Elias chegar, se ele quer as informações do DNA, teremos o maior prazer de dar a ele”, brincou o rabino Kleiman. “Mas ele provavelmente fará suas determinações baseado numa fonte maior”.

Fonte: Guia-me

Segundo estudo, perseguição a cristãos se compara à Roma de Nero

Um encontro promovido pela International Christian Concern em Washington, EUA, que reuniu ativistas e um desertor norte-coreano detalhou os graves abusos contra os direitos humanos perpetrados contra cristãos. Uma atenção maior foi dedicada à situação na Coreia do Norte, onde todos que vivem sob o regime comunista de Kim Jong-Un sofrem abusos.

Vários estudiosos do assunto apontaram que a conduta do ditador transformou o país no mais fechado do mundo, onde há uma tentativa deliberada de se extinguir o cristianismo.

Greg Scarlatoiu, diretor executivo do Comitê de Direitos Humanos na Coréia do Norte, afirmou: “Antes da tomada do poder comunista, a capital Pyongyang era conhecida como a ‘Jerusalém do Oriente’. Na Coréia do Norte, o cristianismo era praticado abertamente e a existência de várias igrejas na mesma rua [era] uma visão comum”.

O especialista já liderou esforços para a publicação de pelo menos 24 relatórios e livros sobre os abusos dos direitos humanos dos cristãos. Scarlatoiu lembrou que foi a partir da decisão do Comitê Provisório do Povo, em 1946, que a Coréia do Norte forçou o fechamento maciço de igrejas.

Os agitadores do Partido Comunista foram inseridos em comunidades cristãs católicas e evangélicas e começaram a criticar os sermões que não se alinhavam ao regime, destaca.

Em 1962, o então presidente Kim Il-sung, avô de Kim Jong-Um, afirmou: “não podemos avançar em direção a uma sociedade desenvolvida com pessoas religiosas. Por isso temos de julgar e punir aqueles que ocupam cargos de liderança nas igrejas protestantes ou católicas”.

Essa medida teve grande impacto, pois se em 1948, antes do comunismo, cerca de um quarto da população norte-coreana pertencia a alguma crença religiosa, em 2017 o número está agora abaixo de 1%.

Ao longo dos anos, o regime dos “Kim” matou centenas de milhares de seu próprio povo sob diversas alegações, começando com Kim Il-sung, continuando com seu filho, Kim Jong-il, e perpetuou-se com seu neto, Kim Jong-un.

Fazendo uma comparação com os índices atuais de perseguição, Scarlatoiu acredita que a liberdade religiosa é a principal questão na defesa dos direitos humanos no século 21. “Essa perseguição religiosa, em particular aos cristãos, é comparável com a Roma de Nero, bem como com o genocídio assírio, grego e armênio da Primeira Guerra Mundial ou o genocídio dos Yazidi”, sentenciou.

Há estudos que apontam que um cristão é martirizado, em média, a cada cinco minutos em algum lugar ao redor do mundo.

Fonte: Comunhão e Folha Gospel

Muçulmano que fugia do Estado Islâmico é resgatado por cristãos e se entrega a Jesus

Mahmoud pensava que todos os cristãos eram mentirosos e que queriam matar os muçulmanos. Foi essa educação que ele recebeu desde criança pelos seus anciãos. O homem iraquiano acabou crescendo cauteloso e desconfiado. Ele pensava dessa forma, até o dia em que se viu resgatado justamente por cristãos, quando o barco que ele e outros refugiados estavam afundou na costa da Grécia. As informações são do Christian Aid Mission.

Mahmoud foi forçado a fugir do Iraque depois que o Estado Islâmico (EI) ocupou suas terras e o torturou quando ele se recusou a apoiar o grupo terrorista. Depois de escapar, ele se juntou a outros iraquianos que procuravam iniciar uma nova vida em terras estrangeiras.

Mas seu otimismo se transformou em um pesadelo quando o barco em que ele e os outros refugiados estavam, afundou. O medo não parou de aumentar, mesmo quando ele viu os socorristas gregos vindo para salvá-los. De fato, Mahmoud mais tarde confessou que estava cheio de pavor, acreditando que os trabalhadores cristãos que se aproximavam iriam matar ele e os outros muçulmanos que estavam sendo resgatados.

"Eu os vi chegar, e eu estava chorando, tremendo por causa do meu medo", disse recentemente ao diretor de um ministério cristão liderado na Grécia. "Eu sabia que eles iriam me matar porque eu sou muçulmano, como foi o que me ensinaram".

Conversão

Os cristãos gregos puxaram ele e os outros passageiros da água. O grupo foi levado para a costa e receberam roupa seca e comida. O diretor do ministério cristão se encontrou com Mahmoud e falou sobre Jesus. Quando ele veio a conhecer Jesus, Mahmoud foi instantaneamente cativado, e logo se viu querendo aprender mais sobre Deus.

Foi aí que ele percebeu que seus anciãos muçulmanos haviam mentido sobre os cristãos e sobre Deus. Depois que o diretor do ministério lhe falou mais sobre Jesus, ele perguntou a Mahmoud se queria aceitar a Cristo como seu Senhor e Salvador.

Mahmoud ficou imóvel por alguns minutos, orando. Ele então disse aos membros do ministério: "Nunca senti essa paz em minha vida". Ele então se converteu a Jesus completamente. Mahmoud é apenas uma das centenas de milhares de refugiados que chegaram à Grécia por causa de conflitos no Oriente Médio.

A mensagem da salvação

O ministério cristão local na Grécia, cujos membros falam árabe, estão ministrando a essas pessoas e, ao mesmo tempo, fornecendo comida e outros itens essenciais, como cobertores, sacos de dormir, tendas, fraldas e itens de higiene. A diretora do ministério feminino disse ao Christian Aid Mission que depois do que passaram em sua terra natal, os refugiados estão ansiosos para ouvir a mensagem da salvação de Cristo.

"Nós temos aqueles que literalmente estão fugindo do Islã e Estado Islâmico, e eles dizem que não querem mais essa religião", disse ela. Os imigrantes também estão cheios de gratidão aos trabalhadores cristãos na Grécia por recebê-los, dar-lhes comida e protegê-los, tornando-os mais receptivos à mensagem do Evangelho.
Fonte: Cpad News


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