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Última atualizaçãoQui, 21 Set 2017

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Comissão da reforma política decide que líder religioso não será obrigado a se afastar para disputar eleições

A Comissão Especial da Reforma Política aprovou nesta terça-feira (9) a unificação para seis meses dos prazos de desincompatibilização para quem quer concorrer a cargos públicos. A medida faz parte do segundo relatório parcial do deputado Vicente Candido (PT-SP).

Pela desincompatibilização, a pessoa que pretende concorrer a mandato eletivo deve afastar-se de cargo, emprego ou função pública de exercício atual para disputar as eleições. Também existem prazos legais de desincompatibilização para algumas funções privadas de visibilidade, como dirigentes sindicais e radialistas, por exemplo.

Candido alterou o prazo de quatro para seis meses, independentemente do cargo em disputa, depois do debate na comissão na última quinta-feira (4). A proposta traz um Projeto de Lei Complementar que altera a Lei de Inelegibilidade (Lei Complementar 64/90), que hoje prevê prazo de afastamento de seis meses para a maior parte dos cargos, mas quatro ou três meses para alguns.

O relator fez outra mudança para que militares, membros do Ministério Público e do Judiciário saiam de função pública quando se filiarem aos partidos. Atualmente, o militar com mais de dez anos de serviço e sem cargo de comando, por exemplo, só vai para inatividade se for eleito.

Líderes religiosos

A comissão especial também rejeitou a inclusão de líderes religiosos na desincompatibilização de seis meses para concorrer a cargos públicos. O item foi muito criticado por alguns parlamentares. 

O deputado Márcio Marinho (PRB-BA) afirmou que a inclusão é discriminatória. “Acho que há um medo porque os líderes religiosos têm interface grande à sociedade. Por que não o cantor, os artistas, o jogador de futebol. Por que só os líderes religiosos?”

Para o deputado Ronaldo Fonseca (Pros-DF), a mudança, se aprovada, pareceria direcionada a atingir determinadas lideranças religiosas. “Estão com medo de quê? Já é proibido se usar igreja para fazer política, é abuso de poder religioso. Não tem lógica.” 

A colocação de prazos idênticos acabaria favorecendo alguns possíveis candidatos em relação a outros, segundo o deputado Marcos Rogério (DEM-RO). “Estamos atribuindo aos líderes religiosos o mesmo poder de influência que o prefeito? Não me parece proporcional nem razoável.” 

Já para o relator, a inclusão de religiosos não é uma perseguição, mas uma busca de isonomia entre outros possíveis candidatos. “O assunto é tão relevante que temos aqui uma bancada com 90 parlamentares ligados a instituições religiosas. Estou no caminho da isonomia”, argumentou Candido. Segundo ele, assim como apresentador de rádio ou televisão tem uma audiência, o líder religioso tem a possibilidade falar a grandes públicos e precisa deixar suas funções com seis meses de antecedência. Candido informou que o item rejeitado hoje poderá voltar ao texto em votação futura.

Favorável à proposta do relator, o deputado Aliel Machado (Rede-PR) afirmou que instituições religiosas recebem recursos públicos para projetos sociais e, por isso, deveria ser desincompatibilização como outras funções. “O caso do líder religioso envolve questões públicas e dinheiro público, indiretamente. Essa regra é justa e correta.”

Conforme a deputada Maria do Rosário (PT-RS), a comissão não quer diminuir a liberdade religiosa no Brasil. “Não podemos criar um dissenso agora que pode atrapalhar o principal depois, que é o financiamento. Se não tivermos paciência política, vamos inviabilizar”, comentou.

Fonte: Agência Câmara Notícias e Folha Gospel


"A religião muitas vezes oprime, mas a cruz nos fez livres", diz Priscilla Alcantara no Bial

Na última terça-feira (9), o apresentador Pedro Bial recebeu em seu novo programa 'Conversa', personalidades do meio cristão que têm alcançado grande repercussão nas redes sociais. Entre eles estiveram a cantora Priscilla Alcantara, o humorista Vini Rodrigues e o cantor Ton Carfi.

Após passar o trecho de um de seus vídeos para o seu canal no Youtube, Bial perguntou à sua convidada: "Com seus vídeos, a quem você ajuda e quem você irrita?".

Priscilla respondeu à pergunta direta do apresentador, explicando que seu público acabou sendo formado por jovens que se identificam com sua forma de olhar para a vida cristã.

"Eu ajudo pessoas que de algum modo foram frustradas ou traumatizadas com a religião. Eu ajudo todo mundo que precisa de uma esperança na vida. A maioria são jovens, pessoas a partir de uns 14 anos. De alguma forma elas me vêem como amiga. Eu exponho muito a minha fé e a minha vida com Deus para de algum modo ajudá-las e elas confiam em mim".

"A religião religião muitas vezes oprime e sobrecarrega o homem, sendo que a cruz nos fez livres da escravidão. Então, muitas vezes, essas pessoas foram frustradas com a religião, mas eu as ajudo a não descontar essa frustração (que a religião trouxe) em Deus", explicou.

Após a primeira parte da explicação da cantora e Youtuber, Bial insistiu na segunda parte de sua pergunta: "E quem não gosta...?".

"Algumas pessoas religiosas, mais tradicionais, que não gostam muito daquilo que eu faço, exatamente por sair do padrão. Mas eu tenho uma vida com Deus e Ele nunca me impôs algum tipo de rótulo", disse.

Priscilla acrescentou que um ponto importante da mensagem que ela quer passar aos jovens em suas pregações e vídeos é que Deus está acima de qualquer religião.

"Deus não é uma religião. Ele é alguém. Quando você acha que Deus se limita à religião, traz esse certo peso e parece que andar com Deus é um fardo pesado, sendo que não é. Se você vê Deus como alguém, vai entender que para você se tornar santo, não é questão de seguir uma lista de regras", destacou.

A cantora também concordou com o apresentador, quando ele a interrompeu, sugerindo que é mais uma questão de intimidade com Jesus.

"Quanto mais você anda com uma pessoa, mais você aprende com ela, mais você se parece com ela. Quanto mais você tem intimidade com Ele [Jesus], mais você se parece com Ele", destacou.

O sociólogo da USP, Ricardo Mariano também foi convidado a participar de um bate-papo em conjunto com os três convidados do programa e temas, como casamento gay e política também ganharam um espaço na conversa.

O programa completo pode ser conferido no vídeo abaixo.

Fonte: Guia-me 

'Fui abandonada por meus pais numa ilha para morrer ao ficar grávida aos 12 anos'

Em muitos lugares de Uganda, país no leste da África, mulheres que não eram casadas e ficavam grávidas eram abandonadas pela própria família em uma ilha no lago Bunyonyi para lá morrerem e não mais envergonhar seus parentes.

As que tinham mais sorte eram resgatadas - e uma delas ainda está viva.

Patience Atuhaire, repórter da BBC África, conversou com Mauda Kyitaragabirwe que foi largada nessa ilha aos 12 anos, mas conseguiu sobreviver.

"Quando minha família descobriu que eu estava grávida, me colocaram numa canoa e me levaram à Akampene [Ilha da Punição]. Fiquei lá sem comida ou água por quatro noites. Lembro de ter ficado faminta e com frio. Eu quase morri", contou Kyitaragabirwe.

No quinto dia, um pescador apareceu. Ele disse a ela que poderia levá-la para casa. "Eu desconfiei. Perguntei a ele se estava me enganando e se ele queria me jogar na água", relata a africana.

Mas ela foi surpreendida com a resposta. O pescador disse que iria levá-la para ela ser a mulher dele. "Então, ele me trouxe para este lugar", disse à repórter, num tom afetuoso e reflexivo.

 

Sentada numa cadeira simples na varanda da casa onde vive com o marido, na vila de Kashungyera, distante dez minutos de barco da ilha - que nada mais é que um pequenino pedaço de terra com mato -, ela conta detalhes de como foi abandonada e resgatada.

Inicialmente, Kyitaragabirwe não sabia como cumprimentar a repórter da BBC. Tyson Ndamwesiga, neto dela e guia local, contou que ela falava o dialeto local. Kyitaragabirwe abriu um sorriso e segurou a repórter pelo cotovelo, num gesto que o povo bakiga somente reserva aos parentes que há muito não veem.

Kyitaragabirwe é esbelta, caminha com passos firmes e acredita ter aproximadamente 80 anos. A família dela, contudo, acha que ela é muito mais velha. Ela nasceu antes de as certidões de nascimento serem comuns nessa região de Uganda. Então, é impossível precisar a idade de Kyitaragabirwe.

"Ela tinha um cartão de eleitor antes da independência de Uganda [em 1962]. Isso é o que usamos para contar de trás para frente. Achamos que ela tem uns 106 anos", diz Ndamwesiga, um morador do local.

Para a tradicional sociedade bakiga, uma mulher jovem só podia ficar grávida depois do casamento. Casar uma filha virgem significava receber um dote, normalmente pago com gado.

Uma mulher grávida sem estar casada era vista não apenas como motivo de vergonha, mas como alguém que impediria a família aumentar o patrimônio. Por isso, para se livrar do "fardo", era comum abandoná-la na ilha, para que lá morressem.

Localizada numa área remota, a ilha praticamente continuou assim depois que missionários e colonizadores chegaram em Uganda, no século 19. Na época em que as mulheres que ficavam grávidas antes de se casarem eram abandonadas no local, pouca gente sabia nadar ─ em especial as mais jovens.

Perguntei a Kyitaragabirwe se ela ficou com medo. Ela balança a cabeça para um lado, franze a teste e me responde.

"Deveria ter 12 anos. Se você é retirada de casa e colocada em uma ilha onde ninguém mais vive, no meio de um lago, você não ficaria com medo?"

Em outra parte da região, no atual distrito de Rukungiri, meninas grávidas eram atiradas de um penhasco nas cachoeiras de Kisiizi.

A lenda diz que a prática só parou quando uma das meninas arrastou consigo seu irmão.

Nunca ninguém sobreviveu à queda. Mas o mesmo não aconteceu na Ilha da Punição, graças aos homens que não podiam arcar com os custos de pagar por uma noiva.

Isso porque os homens que se casavam com as mulheres que viviam no local não tinham de pagar o dote.

Depois de seu marido tê-la levado para sua casa, no vilarejo de Kashungyera, Kyitaragabirwe virou motivo de curiosidade e fofoca.

Durante décadas, ela se tornou uma atração turística - sua casa era uma parada regular para turistas na trilha histórica da região.

Enquanto falava sobre sua história de vida, ela parava de falar e olhava para suas mãos de maneira contemplativa.

Em outros momentos, como quando lhe perguntei como ela perdeu a visão de um olho, Kyitaragabirwe se mostrou evasiva, instintivamente levando sua mão ao rosto.

O assunto mais sensível pareceu ser o destino do bebê que ela carregava quando foi abandonada para morrer.

"Estava grávida de poucas semanas. Nunca tive o bebê. Naquela ocasião, você não podia lutar para se defender. Se você fizesse isso, seria espancada", diz ela, enxugando as lágrimas.

Mesmo que não tenha sido totalmente direta, entendi o que Kyitaragabirwe quis dizer. A agressão foi tão violenta que ela perdeu o bebê.

A prática de punir as meninas - descrita no idioma local como "okuhena", termo que deu nome à ilha (Akampene) - era centenária. E Kyitaragabirwe teria sabido das consequências de uma gravidez.

"Eu ouvi falar de outras meninas que foram enviadas à Ilha da Punição, mas ninguém próximo a mim. Parece que eu também fui tentada pelo Satã", ri ela.

Kyitaragabirwe nunca mais viu ou ouviu falar do homem que a levou ao "caminho do Satã". Mas diz ter sabido que ele morreu há muitos anos.

De seu marido, James Kigandeire, que morreu em 2001, Kyitaragabirwe disse: "Ele me amava! Ele realmente cuidava de mim".

"Ele dizia: Eu tirei você da selva, e não vou fazê-la sofrer".

"Tivemos seis crianças juntos. Ficamos em casa juntos até ele morrer".

E, mesmo que tenha demorado décadas, ela finalmente se reconciliou com sua família.

Ela sorriu e disse: "Depois que me tornei cristã, perdoei todo mundo, até meu irmão que me levou de canoa até a ilha".

Kyitaragabirwe é considerada a última mulher a ter sido abandonada na ilha, uma vez que a prática morreu com a ascensão do cristianismo e com o fortalecimento do governo na região.

Ainda assim, mulheres grávidas não casadas foram desaprovadas pela sociedade por muitos anos.

"Eu tenho três filhas. Se algumas delas ficasse grávida antes de se casar, não a culparia ou puniria por isso", diz Kyitaragabirwe.

"Sei que isso pode acontecer com qualquer mulher. Se uma mulher jovem ficar grávida hoje, ela pode vir para a casa dos pais e receber os devidos cuidados. As pessoas que ainda realizam tais práticas são cegas", conclui.

Fonte: Uol

Muçulmanos copiam culto pentecostal para impedir conversões ao cristianismo

Um número crescente de grupos islâmicos da Nigéria está usando o formato dos cultos pentecostais para impedir que muçulmanos se convertam ao cristianismo, de acordo com a agência de notícias Agence France-Presse.

A Nigéria era um país composto por maioria muçulmana em 1953, quando apenas 21,4% da população era cristã e 33,3% pertencia a outras religiões. Os islâmicos representavam 45,3% dos nigerianos, segundo dados do Centro Pew Research.

No entanto, a partir de 2010, a Nigéria passou a ter uma população mais equilibrada, formada por 80,5 milhões de cristãos e 75,7 milhões de muçulmanos, segundo o estudo.

Atualmente, a Nigéria possui a maior população cristã da África, abrangendo quase 60 milhões de protestantes, cerca de 20 milhões de católicos e mais de 750 mil cristãos de outras linhas teológicas.

Os principais grupos cristãos têm crescido na Nigéria desde a década de 1970, segundo o Pew Research. No entanto, o maior índice de crescimento foi registrado nas igrejas pentecostais, marcadas por uma adoração intensa e vibrante.

Para contrariar essa tendência, alguns grupos islâmicos introduziram no sudoeste da Nigéria "novas modalidades de oração, doutrinação e repertórios de adoração que normalmente se aproximam de modelos associados ao cristianismo pentecostal", avaliou Ebenezer Obadare, professor de sociologia da Universidade de Kansas, nos Estados Unidos.

Esses grupos islâmicos agora realizam sessões carismáticas nas manhãs de domingo, acrescentando um dia alternativo às tradicionais orações de sexta-feira. Segundo Obadare, esta medida foi feita para impedir que muçulmanos frequentem os cultos cristãos nos domingo de manhã.

Na cidade de Lagos, o imã da sociedade muçulmana Nasrul-lahi-li Fathi imita até mesmo o estilo de pregação dos pastores evangélicos da Nigéria. Enquanto anda para cima e para baixo diante de milhares de fiéis, homens e mulheres sentados nos tapetes de oração levantam as mãos para o céu e louvam a Alá — exatamente como fazem os pentecostais.

Fonte: Guia-me

Professora proíbe referências ao cristianismo e cola adesivos LGBT em cadernos de alunos

A organização 'Liberty Counsel' enviou uma carta às Escolas Públicas do Condado de Hillsborough (Flórida), alertando sobre uma professora que proibiu os alunos de usarem adornos com cruzes em sala de aula e está envolvida em uma ação de ativismo político LGBT ultrajante em sua sala de aula, punindo alunos que não concordam com esta ideologia.

Lora Jane Riedas, professora de matemática da Riverview High School, colocou adesivos com o arco-íris - usado como símbolo LGBT - nos cadernos de seus alunos.

A decoração da sala de aula de Riedas promove de forma flagrante uma agenda pró-LGBT.

Riedas retuitou uma publicação do "huffpostqueer", aparentemente durante um dos dias de aula sobre sua "série favorita da web sobre a teoria Queer [que deu origem à ideologia de gênero] para os pequenos" que indica: "Está aqui como falar às crianças sobre o que significa ser um aliado do movimento LGBTQ".

A professora também faz parte do 'Instituto de Liderança da Rede de Educação para Gays, Lésbicas e Héteros' (GLSEN).

Riedas proibiu pelo menos três alunos de usarem colares com cruzes em sua sala de aula, alegando que eles são "símbolos de gangues". Uma das cruzes, um pequeno crucifixo usado por uma estudante da nona série e atual cliente do Instituto Liberty Counsel, tem menos de uma polegada de comprimento.

Riedas exigiu que o estudante parasse de usar seu colar cruzado e a perseguiu com várias acusações falsas de "mau comportamento", depois que a estudante retirou o adesivo com o 'arco-íris LGBT' que a professora havia colado em seu caderno.

Riedas é assumidamente lésbica e sua parceira, que também é professora em Riverview, chegou a se vestir como uma freira durante a semana do espírito escolar, usando um crucifixo feito de caveiras. Ela twittou ironizando a 'fantasia', dizendo que tinha "um mau hábito" e que isso era "assustador".

Riedas está promovendo as atividades políticas coercitivas do 'Dia do Silêncio', movimento promovido pelo 'GLSEN' e programadas para se realizarem na última sexta-feira, 21 de abril de 2017.

O guia do 'GLSEN' incentiva os professores a exigirem que os alunos de idades a partir de 12 anos se envolvam em várias formas de ativismo político coercitivo LGBT, ignorando a opinião dos pais sobre isso ou até mesmo crenças religiosas dos alunos.

Os alunos podem ou "se juntar ao movimento para se dar bem" ou correrem o risco de serem "excluídos", caso discordem dos pontos de vista radicais da professora e do instituto ao qual ela é ligada.

Parte da coerção do GLSEN inclui que os alunos "apoiam" o "Dia do Silêncio" estejam isentos de arguições em sala de aula, enquanto aqueles que não participam do "Dia do Silêncio" devem se preparar para responder às perguntas da professora em classe. O 'GLSEN' incentiva os professores a "imprimirem" a propaganda LGBT em aula e "fazerem com que os alunos leiam e escrevam silenciosamente sobre o que aprenderam".

"O comportamento de intimidação de Lora Jane Riedas é ultrajante e inconstitucional", disse Mat Staver, fundador e presidente do Liberty Counsel.

"Um professor não pode proibir os alunos de usarem colares com cruzes, enquanto outros estudantes são autorizados a usar qualquer outro tipo de adorno. Também os professores não podem retaliar contra os alunos que se recusam a exibir adesivos com arco-íris em seus livros ou cadernos para promover uma agenda política LGBT. A sala de aula é para a aprendizagem, não para promover a agenda LGBT", disse Staver.

Fonte: Folha Gospel e Guia-me


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