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Última atualizaçãoSex, 14 Ago 2020

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Billy Graham fala sobre falecida esposa: "Teve grande influência em meu ministério"

Billy Graham disse que ao reconfortar aqueles que estão em luto pela perda de um ente querido, é importante lembrá-los que Deus entende seu sofrimento e promete nunca irá deixá-los ou abandoná-los.

O fundador de 98 anos da Associação Evangelística Billy Graham compartilhou seus pensamentos sobre o sofrimento em resposta a uma pergunta colocada por uma leitora que havia recentemente perdido seu marido. Ela afirmou que sabia do destino dele, pois ele era um cristão convicto, mas nem por isso ela deixava de sentir a dor da perda.

"Perdi meu marido para o câncer há alguns meses atrás, e não entendo por que meus sentimentos ainda estão confusos", escreveu a leitora. "Por um lado, eu sou muito grata por saber que ele agora está com Jesus, até mesmo porque ele estava sofrendo terrivelmente. Mas, por outro lado, sinto que minha vida foi arrancada e me sinto vazia e miserável. O que há de errado comigo?".

Graham enfatizou primeiro que "não há nada de errado" com a leitora: "Você experimentou uma grande perda em sua vida, e seria mesmo surpreendente se você não reagisse assim", disse ele.

"O mais importante que posso dizer é assegurar-lhe que Deus entende seu sofrimento", continuou o pastor. "Ele também entende seus sentimentos, que para você podem parecer contraditórios e confusos, mas não para Ele, porque Deus sabe o que você está passando".

Uma das verdades mais reconfortantes da Bíblia é que "Deus entende o quão fracos e frágeis somos nós, e ainda assim ele ainda nos ama", disse Graham.

"A Bíblia diz: 'Como um pai tem compaixão de seus filhos, o Senhor tem compaixão daqueles que O temem, porque ... Ele lembra que somos pó' (Salmo 103: 13-14)", lembrou.

Graham incentivou a leitora a se lembrar que Deus está sempre com ela - mesmo quando ela se sentir abandonada por seus amigos ou familiares.

"Deus tem outros planos para o seu futuro, peça a Ele que te mostre quais são", ele aconselhou. "E, entretanto, se agarre ao pensamento de que seu marido está agora livre de todas as dores e limitações desta vida e está seguro para sempre com Jesus. E algum dia você também estará assim".


Autoridade para falar
Graham parece falar com bastante conhecimento sobre este assunto, pois ele mesmo perdeu sua esposa, Ruth, que ele chamou carinhosamente de "companheira para a vida", em 2007.

Ao relembrar o falecimento de sua esposa, após 10 anos, a página oficial do renomado evangelista trouxe recentemente uma declaração um tanto reveladora de Billy Graham sobre Ruth.

"Espiritualmente falando, minha esposa foi uma grande influência em meu ministério", afirmou.

Logo após o falecimento de Ruth, Graham já havia destacado que ele sentia que ele e sua esposa foram chamado por Deus também "como uma equipe".

"Ruth era minha parceira da vida, e fomos chamados por Deus como uma equipe", disse ele pouco depois da morte da esposa. "Ninguém mais poderia suportar a carga que ela carregava. Ela era uma parte vital e integral do nosso ministério, e meu trabalho ao longo dos anos teria sido impossível sem o seu encorajamento e apoio".

"Estou tão agradecido ao Senhor que Ele tenha me dado Ruth, e especialmente durante estes últimos anos que passamos juntos, morando nas montanhas", acrescentou. "Nós reavivamos o romance da nossa juventude, e meu amor por ela continuou a crescer a cada dia. Eu sentirei terrivelmente falta, mas estou ainda mais ansioso pelo dia em que eu possa se juntar a ela no céu".

Fonte: Guia-me


Mais de 260 pessoas são curadas durante ministração de missionários, em SP

Na última sexta-feira (30), a Igreja do Evangelho Quadrangular Vila Arens, em Jundiaí (SP) recebeu a equipe do ministério de missionários conferencistas 'Global Awakening' - liderada pelo pastor Randy Clark - para a realização da Conferência "Invasão de Poder" ('Power Invasion').

Acompanhado de uma equipe de dezenas de jovens e adolescentes missionários e outros membros de sua equipe, pastor Randy ministrou naquela noite sobre o poder de Jesus para curar e libertar. O líder norte-americano testemunhou que Deus tem usado o seu ministério para curar pessoas que sofrem com diversos tipos de enfermidade e também falou sobre a responsabilidade que este ministério coloca sobre sua liderança.

"Eu creio que para esta noite, Deus vai liberar dons de cura. Eu creio que há pessoas que precisam de cura esta noite", afirmou Randy durante sua ministração.

"Se eu recebesse o crédito pelas curas seria como tentar 'roubar a glória de Deus' e isto não é algo aconselhável a se fazer, porque Deus compartilha de tudo conosco, menos a Sua glória. [...] Nós, que estamos aqui ministrando não podemos fazer isso, porque poderia 'apagar' o mover do Espírito Santo", acrescentou.

Randy Clark também alertou que outra forma de tentar "roubar a glória de Deus" poderia vir da parte das pessoas que receberam a cura e não reconhecem que foi Deus quem operou o milagre.

O pastor destacou que, por mais que tenha viajado o mundo todo e visto muitos milagres de cura, o Brasil acaba sempre se destacando pela força da fé das pessoas.

"Aqui no Brasil vemos mais milagres que em qualquer outro país por onde viajo. Geralmente eu encontro mais fé aqui no Brasil, mais expectativa", afirmou.

"Talvez algum médico tenha dito a você [enfermo] que o seu caso não tem cura, que é impossível. Mas eu conheço outro médico que pode te dar outro diagnóstico esta noite", acrescentou.


Mensagem
Em sua pregação, Randy destacou que Deus revela Sua glória por meio de Suas obras e ressaltou a importância de conhecer os caminhos e planos de Deus para amadurecer um relacionamento com Ele.

"Em Êxodo 33, Moisés fala para Deus: 'Mostra-me os teus caminhos, para que eu possa Te conhecer melhor'. É importante conhecer o caráter de Deus, mas também temos que compreender os caminhos de Deus, as maneiras como Ele opera; aquilo que Deus pode fazer e como Ele faz", afirmou.

O preletor da noite também frisou que este conhecimento sobre os caminhos de Deus não tem como vir de outra fonte, senão a Bíblia.

"Eu não estou interessado em filosofias sobre Deus. Eu estou interessado no Deus que é revelado neste livro [Bíblia]. A Bíblia revela para nós os caminhos de Deus. No mesmo capítulo 33, Moisés diz a Deus: 'Mostra-me a Tua glória' e a maneira principal pela qual Deus mostra a Sua glória é através daquilo que Ele faz, as Suas obras", afirmou.

 

Curas
Falando sobre os milagres que ele acreditava que Deus poderia operar naquela noite, Randy destacou cura e libertação também fazem parte das manifestações do Reino.

"Eu vou explicar o que Deus fará esta noite. Eu acredito, baseado em 2 Corintios 4:14, onde Paulo escreve que fomos transformados de um povo de velha aliança para nova aliança e esta aliança, o poder do Espírito Santo veio sobre todo o povo, não somente sobre os reis, sacerdotes e profetas. Moisés desejou que todo o povo pudesse profetizar na nova aliança e isso se tornou realidade", afirmou.

"O desejo de Deus é que a Igreja acorde para receber sua herança, dê passos de fé e veja Deus vindo, manifestando o Seu Reino. Jesus faz isto entre nós, através de cura e libertação", acrescentou.

Após compartilhar sua mensagem, Randy começou a orar e ministrar sobre cura aos que estavam presentes e relataram algum tipo de enfermidade. No total, 263 pessoas foram curadas.

Líder da IEQ Arens, em Jundia Jundiaí, o pastor Dirlei Gonçalves celebrou aquela noite como um tempo de alívio e como algo que vai na contramão da enfermidade que o país está vivendo.

"Nós estamos realmente muito felizes em receber Randy Clark e toda essa equipe maravilhosa, que voluntariamente vem ao nosso país - especificamente aqui à nossa sede - para trazer um tempo de alívio, paz e milagres, contrapondo-se a este tempo tão difícil que o Brasil está passando. O país está doente em todos os níveis de governo, enfim, está doente mesmo. Deus mandou dos Estados Unidos para nós este grupo que veio anunciar a obra de Deus e demonstrar que Deus realmente não se esqueceu do Brasil", afirmou.

Ator de Transformers deixou o tráfico ao ser tocado por Deus: "O plano Dele é melhor"

Remi Adeleke é ex-militar e hoje um ator bem sucedido. Mas as coisas nem sempre foram tão boas para com ele. O artista passou por tempos bem obscuros em sua vida e carreira, e somente quando ele conheceu Jesus, tudo começou a mudar. Ele revela em um vídeo do movimento “I’m Second” seu testemunho.

"Desde que eu era jovem, eu sempre quis controlar as coisas. Sempre senti que precisava ser o único a fazer as coisas acontecerem na minha vida. É difícil para mim confiar nas pessoas ou confiar nos que estão longe de mim", revelou.

Ele lembra que vive em Nova York desde o início dos anos 2000 e que lutou contra a imagem de ser um "bandido". "Eu não tinha um exemplo de homem para me dizer o que eu deveria fazer. Então, comecei a roubar a minha mãe e isso progrediu para assaltar na rua. Depois disso comecei a vender drogas", contou.

Então, seu pai morreu. E isso acabou com sua vida. "Um dia eu estava deitado na cama, uma voz continuou me pressionando, dizendo que eu precisava me juntar ao exército".

Silêncio

Durante seu treinamento, Adeleke fez provas de sobrevivência no tempo frio do Alasca. "Enquanto eu caminhava por esta região selvagem, tive tempo de refletir no silêncio. Comecei a pensar em como eu tratava minha mãe e pessoas que eu amo. Desejava por essa presença paterna. Mas, comecei a ter pensamentos suicidas. Eu estava no ponto mais baixo da minha vida", ressaltou.

"Eu não sabia nada sobre a Bíblia, mas eu simplesmente comecei a gritar por Jesus. ‘Ajude-me Jesus, ajude-me’. Comecei a me cercar de cristãos que realmente viviam a Bíblia. Tudo o que eu queria fazer era estar com Ele", disse.

Então, Adeleke sentiu o Senhor dizer-lhe para sair do exército. "É hora de você seguir em frente", ele sentiu Deus dizer. Então ele saiu, mas as coisas ficaram ainda mais difíceis. "Eu não sabia como pagar as contas. Eu estava esperando ter muitas oportunidades para trabalhar e isso não aconteceu”, colocou.

“Comecei a ficar realmente nervoso e eu só tinha cerca de seis meses de poupança. Minha esposa estava grávida do nosso primeiro filho. Nós estávamos acabados e por isso nos divorciamos. Fiquei tão frustrado. Fiquei com raiva de Deus. Foi o silêncio", disse Adeleke.

Um novo tempo 

Então, o telefone tocou. "Uma senhora com quem trabalhei anos antes me lançou em um programa de TV. Ela disse: ‘Estou tentando encontrá-lo para um filme que será filmando amanhã. Os Transformers’. Eu começaria como um extra, mas algo aconteceu”, disse.

"Eles disseram que o diretor queria me atualizar para um papel principal e perguntaram se eu estava disponível para filmar o resto da produção. E eu disse: ‘com certeza’. O diretor era Michael Bay”, pontuou o ator.

"Quando eu olho para minha história, para as forças armadas, para um casamento, sendo pai, agora como ator. Se houver uma palavra para resumir isso eu diria: Deus. Ele esteve comigo durante toda a minha vida. Ele viu o bem, o mal e o feio. Ele usou tudo para me levar para onde eu estou hoje", contou.

No caminho

Agora, Adeleke quer seguir Jesus todos os dias de sua vida. "Eu só quero permitir que Deus faça tudo o que Ele quer fazer na minha vida. Se Ele quer me tirar desta carreira de ator na próxima semana, então que seja assim. Se ele quiser que eu volte para o exército, então que seja assim. Se Ele quiser que eu entre em um ministério de tempo integral, que seja assim", disse.

"Eu sei que o plano dEle é melhor do que qualquer plano que eu poderia ter. E mesmo que o plano dEle não tenha sentido para mim, é tudo o que eu preciso. E tudo isso não é apenas bom para mim, mas para minha família também", finalizou.

Fonte: Guia-me

Missionário recebe 600 chibatadas, mas resiste com fé: "Quero estar onde Deus quer"

O missionário João Marcos Florentino compartilhou a emocionante história de Daniel, um professor de uma universidade islâmica que se converteu ao cristianismo e por isso foi preso e torturado por extremistas. Durante sua viagem missionária pelo Oriente Médio, no período do Ramadã, João conheceu o homem culto, estudioso, que era bem sucedido no país e que perdeu tudo para fazer missões.

“Ele era proprietário de um supermercado o que possibilitava dar a sua família uma vida de muito conforto. Ele também era professor e foi justamente por seus estudos e discussões em sala de aula sobre o alcorão e sua doutrina que várias dúvidas foram se formando em seu coração, especialmente as relacionadas ao Senhor Jesus”, contou João Marcos.

Daniel questionava se os cristãos, judeus e muçulmanos reconhecem a Abraão como patriarca, porque os judeus não se tornaram cristãos, e os cristãos não se tornaram muçulmanos. O missionário João continua: “Angustiado, ele procurou seu líder para dialogar sobre seus questionamentos e sobre aquilo que Deus vinha lhe revelando. Porém a reação do líder da mesquita ao ouvir suas argumentações foi de ódio e incompreensão”, contou no artigo publicado no site da Junta de Missões Mundiais.

João disse que Daniel foi denunciado ao governo, sendo preso e condenado a um ano e seis meses de prisão, além de 600 chibatadas. Daniel também teve todos os seus bens confiscados, como supermercado, casa, seis automóveis, entre outros. Sua esposa e filhos tiveram de morar de favor com familiares.

Mudança de vida

“Para não morrer, teve que deixar a esposa e os filhos após cumprir a sentença e fugir para outro país. Ali, Deus o conduziu a uma igreja cristã, onde foi acolhido e o pastor começou pacientemente o discipulado e a ajudá-lo em suas dúvidas. Foi então que entregou sua vida a Jesus. Foi-lhe dada oportunidade de sair daquele país, mas decidiu ficar para continuar a estudar profundamente a teologia bíblica, mesmo que lhe custasse continuar separado da família”, contou João.

Quando finalmente Daniel teve a chance de voltar para seu país de origem e reencontrar a sua família, ele levou consigo uma Bíblia e encontrou 17 pessoas interessadas em estudar as Escrituras. Daniel chegou a criar um caderno de perguntas e respostas, que se tornou seu livro de ensino. Dessas 17 pessoas, batizou quatro, mas foi denunciado novamente. Dessa vez, seu vizinho o denunciou.

João Marcos explica: “A polícia secreta revirou toda a casa dele. O marcante de tudo isso foi que seu caderno estava em cima da mesa quando a polícia chegou, e como eles estavam procurando a Bíblia, não perceberam os escritos. Assim que os agentes se distraíram, conseguiu tirar o caderno da mesa e o escondeu. A polícia achou dinheiro e a Bíblia. Ele explicou que a posse da Bíblia era por ele ser um estudioso do islamismo, mas os agentes não aceitaram suas alegações. Mais uma vez foi detido e por 20 dias foi torturado”, contou.

Missões

Quando Daniel foi libertado, precisou mais uma vez fugir. Ele conseguiu sair do país com a família e foi assim que ele encontrou o missionário João. “A família e ele vêm sendo acompanhados por um de nossos missionários da terra no Oriente Médio, ao tempo que tem sido uma bênção para o Evangelho nessa região atuando como missionário”, disse João.

“No fim do encontro que tivemos, perguntamos a ele o que deseja para si e sua família, se gostaria de voltar para casa ou ir para outro local. Sua resposta foi: ‘O que eu quero é estar onde Deus quer que eu esteja, não importa onde’”, finalizou. O nome do missionário Daniel foi substituído para não ferir sua proteção local.

Fonte: Guia-me

Gays 'protestam' em conferência cristã e pastor aproveita para evangelizar: "Amamos vocês"

Um protesto que um grupo de defesa dos direitos LGBT tinha anunciado anteriormente como "histórico" acabou se tornando não tão notável assim no dia da abertura do encontro anual da Convenção Batista do Sul (SBC) em Phoenix (EUA), conforme relataram testemunhas. Apesar da manifestação aparentemente mais "tímida", os folhetos distribuídos pelo grupo incluíram o logotipo e o tema da Conferência 'SBC 2017' como alvo do protesto.

Não mais de 10 ou 15 pessoas pareciam se juntar ao protesto da organiza 'Faith in America' (FIA), pedindo que a SBC deixe de considerar a homossexualidade e a identidade transgênero como pecados. Eles distribuíram panfletos e abordaram pessoas para conversar do lado de fora do Centro de Convenções de Phoenix, se dispersarem por volta das 13h (horário local), conforme as testemunhas relataram à agência 'Baptist Press'.

O ex-presidente da Convenção Batista do Sul, James Merritt foi abordado por um manifestante que ele descreveu como "respeitoso" e afirmou que a presença do grupo não representou nenhuma ameaça ao evento, mas sim uma bênção aos participantes da conferência.

"Eu não consigo acreditar que eles vieram aqui por conta própria. Eles podem até pensar que sim", disse Merritt à 'Baptist Press'. "Mas eu acho que Deus os trouxe aqui, e Deus nos fez um favor, trazendo-os aqui para que possamos estender-lhes o amor de Cristo e a bondade do Espírito Santo".

Merritt, que é pastor principal da Igreja 'Cross Point', perto de Atlanta e apresentador do programa de TV 'Tocando Vidas', disse que pediu a Deus em suas orações matutinas, para que todos os manifestantes vissem o amor de Cristo em cada participante da Conferência a quem eles abordassem.

"Havia um cavalheiro mais velho aqui - que inclusive era de alguma igreja - e tentou me dar uma broche para eu usar", disse Merritt. "Eu apenas sorri para ele e não disse nada... Eles realmente foram respeitosos e têm o direito de estar aqui".

Além dos manifestantes, um outdoor móvel da FIA continuou a circundar silenciosamente o bloco adjacente ao Centro de Convenções, onde conferência anual da Convenção Batista do Sul foi realizada. A grande placa expunha uma estatística de que 40% dos adolescentes sem residência nos EUA são LGBT e convidaram os participantes do evento para uma refeição grátis às 18h30 No Hotel 'Hyatt Regency', localizado nas proximidades.

Merritt lembrou a reunião anual de 2002 em St. Louis durante sua presidência, quando os grupos pró e anti-LGBT alinharam as calçadas fora do centro de convenções de St. Louis. Naquele ano, cerca de 50 manifestantes homossexuais foram presos, informou a BP.

Um representante da Convenção Batista do Sul, Joe Sims - membro da Primeira Igreja Batista de Bremen, Geórgia - disse que ele e seu pastor também falaram com um manifestante durante a hora do almoço. Ao meio dia, ele só viu cerca de oito manifestantes.

"Eles nos entregaram um folheto", contou Sims, "e, claro, a primeira coisa que notei no folheto era que eles usavam nosso logotipo. Achei um tanto incomum que eles usassem nosso logotipo na frente, mas acho que foi um Maneira de distribuí-lo na entrada do evento".

Joe Sims relatou que "os manifestantes apenas queriam conversar".

"Meu pastor, Herman Parker, apenas fez a seguinte declaração: Não fomos nós, cristãos, quem classificamos a homossexualidade como pecado. Nós não colocamos na 'lista do pecados'. Foi Deus quem fez isso. Portanto, não podemos 'tirá-la da lista'. De qualquer forma, ainda amamos vocês", relatou Sims.

A FIA se descreve como um grupo sem fins lucrativos, fundado em 2006 "para encerrar décadas e séculos de ensinamentos religiosos para justificar a marginalização e discriminação de outros" e é "dedicada a influenciar os discursos da comunidade de mídia e fé sobre religião e sexualidade".

Em um comunicado de imprensa de 31 de maio o grupo anunciou o protesto, que o co-fundador da FIA e o co-presidente Mitchell Gold disseram que seria um "momento histórico".

"Não se trata de conflito e divisão, mas sim de falar a verdade e defender nossos filhos e adolescentes, que estão sendo feridos", disse ele em maio. "É também uma forma de encontrar local comum em torno de nossos filhos e jovens".

Fonte: Guia-me


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