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Última atualizaçãoQui, 21 Set 2017

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Notícias

Cristãos são decapitados por não negarem a Jesus em novo ataque terrorista, no Quênia

Membros do grupo extremista Al Shabaad mataram 13 pessoas no último fim de semana, no litoral do Quênia. De acordo com um sobrevivente do ataque, os muçulmanos da aldeia do condado de Lamu ajudaram os militantes islâmicos a identificar locais onde os cristãos moravam. Em entrevista para o site Morning Star News, ele comentou que várias das vítimas foram decapitadas.

Os extremistas mataram quatro cristãos em Kipini, no domingo (9), não muito longe da floresta de Boni, esconderijo dos rebeldes do Al Shabaab, que por sua vez lutam contra o governo na Somália. No início da manhã de sábado, em Jima, eles mataram outros nove em ataques que começaram às 11h.

Na noite anterior, eles haviam matado outras pessoas com machados, decapitando suas vítimas, de acordo com as fontes locais. "Os cristãos foram obrigados a recitar os dogmas islâmicos e eles não podiam fazer isso. Então, foram mortos", disse uma fonte. "Nós pedimos ao governo que investigue e traga esses muçulmanos que estão abrigando os terroristas da Al Shabaab, porque os cristãos que foram decapitados eram fazendeiros", alertou.

Segurança

Aqueles que conseguiram fugir e sobreviver tiveram suas terras danificadas por animais selvagens e ainda estão em grande choque, acrescentou a fonte. "O governo reforçou a segurança na área e esperamos que as vítimas que fugiram possam retornar em breve, pois precisam de aconselhamento sobre traumas emocionais", afirmou.

Os cristãos da região deixaram suas aldeias. "Agora estamos residindo na delegacia de polícia em hindi, por medo de novos ataques", disse um residente da área ao Morning Star News. Muitas pessoas da área ainda estão desaparecidas e temem que o número de vítimas possa aumentar.

Grave crise

Duas outras fontes no condado de Lamu disseram que os cristãos na região costeira do Quênia estão em grave crise à medida que enfrentam escassez de alimentos depois de fugir de suas fazendas. O secretário do Interior, Fred Matiang'i, impôs um toque de recolher de três meses nos condados de Lamu, Tana River e Garissa, em uma tentativa de combater os ataques da Al Shabaab. A medida começou no domingo (9) e estará em vigor até o dia 9 de outubro.

Os rebeldes da Al Shabaab, grupo aliado à Al Qaeda, lançaram vários ataques no nordeste do Quênia, uma vez que as forças do Quênia lideraram uma união africana na Somália contra os rebeldes, em outubro de 2011 em resposta a ataques terroristas contra turistas e outros na costa da região. Os ataques aos cristãos também continuaram. O Quênia ocupa hoje o 18º lugar na lista de perseguição religiosa do Ministério Portas Abertas.

Fonte: Guia-me


40 anos da Igreja Universal: Edir Macedo diz qual o segredo do sucesso

Há 40 anos, no dia 9 de julho de 1977, em um sábado, um pastor de 32 anos liderava o primeiro culto da Igreja Universal do Reino de Deus. O nome do pastor, Edir Macedo, o local era um galpão de uma antiga funerária no subúrbio do Rio, preenchido por bancos de madeira "comprados em prestações a perder de vista", segundo Macedo em sua autobiografia "Nada a Perder".

A perder de vista, nas décadas seguintes, era o empenho da Universal em erguer seu império num país onde a expansão evangélica veio a galope. Naquele 1977, nove em dez brasileiros se diziam católicos, e cerca de 6%, evangélicos. Corta para 2017: o primeiro grupo despencou para 50%, enquanto o segmento de Macedo quintuplicou para 30%, segundo pesquisa Datafolha.

A Universal percorreu um longo caminho do suado começo na periferia à chegada ao metro quadrado mais caro do país, com a abertura em abril de uma sede no Leblon –"lugar onde sempre sonhamos entrar e nunca conseguimos, mas para o nosso Deus nada é impossível!!!", como definiu um convite virtual para a inauguração.

O Reino de Deus hoje, em estimativas da igreja: 320 bispos e 14 mil pastores em ação (para comparar, há 24 mil padres assessorando 103 milhões de católicos). Essa trupe conduz 7.157 templos para 7 milhões de seguidores no Brasil. Outros 2.857 estão à disposição de dois milhões de fiéis em mais de cem nações, da Rússia aos Emirados Árabes.

O que também multiplicou foi a vontade interna de "desconstruir a imagem caricata do cristão associada à pessoa fanática, imersa em dogmas e preconceitos", diz o professor de sociologia da USP Ricardo Mariano. "A Universal tem se reinventado como organização cristã focada na autoajuda e no empreendedorismo."

Vide o lançamento, em 2013, da campanha "Eu Sou a Universal", que "representa o cristão batalhador e confiante, uma 'pessoa independente' e com 'opinião própria'", afirma Mariano sobre a peça publicitária que traz do sushi chef Matsumoto ao surfista Piruca.

Para Mariano, "a campanha procurou dissociar a imagem da igreja à dos estratos de baixa renda e escolaridade, por meio de fiéis com perfis de classe média bem-sucedidos profissionalmente, ocupando variadas posições na sociedade".

A autoajuda transborda em projetos como Godllywood. Sob guarda de Cris Cardoso, filha de Macedo, o grupo de mulheres evangélicas se insurge contra "os valores errados que a nossa sociedade tem adquirido através de Hollywood".

"Historicamente, as igrejas evangélicas atingiram mais significativamente as classes D e E. Com a ascensão social dos últimos anos, boa parte do público da Universal é a classe C", diz o pesquisador da Unicamp Carlos Gutierrez, autor de uma tese sobre a igreja.

"Muitos atribuem a transformação em suas vidas à fé evangélica. Diversas igrejas têm adotado linguagem não necessariamente religiosa, mas sim pautada em saberes como motivação empresarial, manuais de administração etc. Assim, cultos tornam-se 'palestras' e 'terapias'", afirma.

Em "Deus, o Demônio e o Homem: A Igreja Universal do Reino de Deus", coescrito com o teólogo sueco Anders Ruuth, o antropólogo Donizete Rodrigues vale-se do conceito de "igreja de supermercado", extraído da sociologia do francês Pierre Bourdieu. "A religião é bem de consumo num altamente competitivo mercado simbólico-religioso, daí o eficiente marketing da Universal", afirma Rodrigues.

O poder da igreja tem dois poderosos troncos. Um deles é o midiático, com a compra da Record em 1989. Macedo lembrou da transação em seu blog: "O representante de Silvio [Santos, então sócio da emissora] disse o valor. Respondi na fé: 'Não tem problema. Negócio fechado!'".

"Mais recentemente, as novelas bíblicas da Record têm criado um espaço que visam se opor à dramaturgia de outros canais", diz a professora da UFPR Karina Belloti, que estuda evangélicos e mídia. Campeã de audiência, "Dez Mandamentos" virou filme homônimo, que ultrapassou "Tropa de Elite 2" como maior bilheteria do cinema nacional.

Outro braço é o político, com o PRB. A Universal nega vínculo com o partido, que contudo tem vários bispos licenciados em seu alto escalão e emplacou na Prefeitura do Rio um deles, Marcelo Crivella, sobrinho de Macedo e ex-ministro de Dilma Rousseff.

Em "Plano de Poder" (2008), Macedo diz que "a potencialidade numérica dos evangélicos como eleitores pode decidir qualquer pleito eletivo". No livro, o bispo defende que apenas um presidente evangélico poderia criar um Estado laico, "sem privilégios à Igreja Católica", destaca o pesquisador Carlos Gutierrez.

Para a igreja, a expansão assusta e faz dela alvo de uma campanha difamatória amplificada pelas redes sociais. A Universal chegou a criar um blog para desbaratar "fraudes sórdidas". Algumas: pastores ungem vassouras para vender, uma campanha ataca a crença dos católicos na hóstia, o "pão do mal", e a prefeitura de Crivella financia a cinebiografia do tio Macedo.

O segredo do sucesso

Em artigo publicado no jornal Folha de São Paulo, neste domingo, 9 de julho, o fundador da Igreja Universal diz que naquele 9 de julho de 1977, de dentro de uma antiga funerária no subúrbio do Rio de Janeiro, quando pregava para algumas poucas pessoas que ali compareciam, ninguém poderia imaginar que estavam iniciando um dos maiores movimentos de fé e de solidariedade que, rapidamente, ganharia o Brasil e se espalharia pelo mundo.

Segundo Edir Macedo, a Universal enfrentou preconceitos e injustiças, lutou contra tentativas de cerceamento praticadas por quem não aceita que é o homem que escolhe a fé que atende a suas aspirações, não a fé ou igreja que escolhem o homem. Diz ainda que a igreja estimula seus 9 milhões de fiéis para que busquem o sucesso profissional e o conforto material que merecem.

Confira abaixo, a íntegra do artigo de Edir Macedo:

O segredo da Universal
Qual é o segredo do sucesso da Igreja Universal do Reino de Deus? Essa é uma das perguntas que mais ouvi nos últimos 40 anos.

Imagem redimensionadaEm 9 de julho de 1977, de dentro de uma antiga funerária no subúrbio do Rio de Janeiro, quando pregava para algumas poucas pessoas que ali compareciam, ninguém poderia imaginar que estávamos iniciando um dos maiores movimentos de fé e de solidariedade que, rapidamente, ganharia o Brasil e se espalharia pelo mundo.

Enfrentamos preconceitos e injustiças. Lutamos contra tentativas de cerceamento praticadas por quem não aceita que é o homem que escolhe a fé que atende a suas aspirações, não a fé ou igreja que escolhem o homem.
Por outro lado, parte dos nossos agressores talvez não conheça o verdadeiro trabalho da Universal e o resultado dele na vida das pessoas.

Por exemplo, no estímulo aos nossos 9 milhões de fiéis para que busquem o sucesso profissional e o conforto material que merecem.

Nossos 7.157 templos e catedrais instalados em todos os Estados e no Distrito Federal e nossas 2.857 igrejas no exterior são campo fértil para encontrar gente que se reencontrou com a vida e hoje prospera.
Na união de homens e mulheres solitários, ajudamos na busca do verdadeiro amor que estabelece casais e forma famílias, por intermédio da Terapia do Amor.

Resgatamos dependentes do inferno do vício. Somente em 2016, foram mais de 55 mil auxiliados por nosso programa Vício Tem Cura.

Acolhemos moradores de rua, em um total de 560 mil atendimentos por ano, em nossos "Anjos da Madrugada". Ressocializamos detentos em todo o Brasil. Entre os presos e seus familiares, fazemos mais de 837 mil atendimentos por ano pelo programa social Universal nos Presídios.

Amparamos 56 mil mulheres vítimas da violência doméstica com nosso programa Raabe.

Mobilizamos milhões de jovens carentes ou sem perspectiva na busca de um futuro como cidadãos de bem com a Força Jovem Universal.

Ofertamos afeto e atenção a 386 mil idosos abandonados por suas famílias com o programa Calebe.

A força para realizar tanto vem de uma só fonte: da Palavra.

Os professores, verdadeiros esteios de nossa sociedade, sabem o quanto suas palavras e ações podem afetar seus alunos.

Assim formam médicos, que exercem a arte da cura; forjam engenheiros nas mais variadas vertentes; arquitetos que projetam casas, pontes e cidades.

As palavras dos professores também concebem políticos e governantes que criam, fiscalizam e executam leis para beneficiar a população.

Mas se a palavra de um professor forma aqueles que desenvolverão nações e feitos incríveis, o que dizer da Palavra de Deus, do que Ela pode fazer na vida daqueles que A praticam?

Essa Palavra nunca volta vazia. Ela se cumpre, exatamente como está escrito, independentemente da passagem do tempo. Ela é eficaz.

Pois bem: é por causa d'Ela que a Universal trabalha. E é por isso que tem superado todo tipo de adversidade e chegou até aqui com relativo sucesso.

Sucesso por ter atravessado fronteiras, superando barreiras de diferentes línguas, costumes, culturas, religiões, sociedades ultraconservadoras e muito mais.

O êxito, no entanto, é relativo. Ainda há muito o que se fazer para divulgar essa Palavra mundo afora. E esse é o nosso principal foco.

Essa Palavra é o poder das Sagradas Escrituras fluindo como o vento do Espírito na transformação de vidas recuperadas em todos os sentidos. A Palavra de Deus é a razão para termos chegado até aqui. E é por causa dela que temos a certeza de que vamos atingir muito mais.

Aos 40 anos de existência, nós, da Universal, dedicamos tudo isso a Deus e à Sua Palavra.

Estamos firmes na certeza, absoluta, de que o Céu e a Terra passarão, mas as Palavras do Altíssimo não hão de passar (Mateus 24:35).

BISPO EDIR MACEDO BEZERRA é líder espiritual e fundador da Igreja Universal do Reino de Deus


Fonte: Folha de São Paulo e Folha Gospel

Mais de 260 pessoas são curadas durante ministração de missionários, em SP

Na última sexta-feira (30), a Igreja do Evangelho Quadrangular Vila Arens, em Jundiaí (SP) recebeu a equipe do ministério de missionários conferencistas 'Global Awakening' - liderada pelo pastor Randy Clark - para a realização da Conferência "Invasão de Poder" ('Power Invasion').

Acompanhado de uma equipe de dezenas de jovens e adolescentes missionários e outros membros de sua equipe, pastor Randy ministrou naquela noite sobre o poder de Jesus para curar e libertar. O líder norte-americano testemunhou que Deus tem usado o seu ministério para curar pessoas que sofrem com diversos tipos de enfermidade e também falou sobre a responsabilidade que este ministério coloca sobre sua liderança.

"Eu creio que para esta noite, Deus vai liberar dons de cura. Eu creio que há pessoas que precisam de cura esta noite", afirmou Randy durante sua ministração.

"Se eu recebesse o crédito pelas curas seria como tentar 'roubar a glória de Deus' e isto não é algo aconselhável a se fazer, porque Deus compartilha de tudo conosco, menos a Sua glória. [...] Nós, que estamos aqui ministrando não podemos fazer isso, porque poderia 'apagar' o mover do Espírito Santo", acrescentou.

Randy Clark também alertou que outra forma de tentar "roubar a glória de Deus" poderia vir da parte das pessoas que receberam a cura e não reconhecem que foi Deus quem operou o milagre.

O pastor destacou que, por mais que tenha viajado o mundo todo e visto muitos milagres de cura, o Brasil acaba sempre se destacando pela força da fé das pessoas.

"Aqui no Brasil vemos mais milagres que em qualquer outro país por onde viajo. Geralmente eu encontro mais fé aqui no Brasil, mais expectativa", afirmou.

"Talvez algum médico tenha dito a você [enfermo] que o seu caso não tem cura, que é impossível. Mas eu conheço outro médico que pode te dar outro diagnóstico esta noite", acrescentou.


Mensagem
Em sua pregação, Randy destacou que Deus revela Sua glória por meio de Suas obras e ressaltou a importância de conhecer os caminhos e planos de Deus para amadurecer um relacionamento com Ele.

"Em Êxodo 33, Moisés fala para Deus: 'Mostra-me os teus caminhos, para que eu possa Te conhecer melhor'. É importante conhecer o caráter de Deus, mas também temos que compreender os caminhos de Deus, as maneiras como Ele opera; aquilo que Deus pode fazer e como Ele faz", afirmou.

O preletor da noite também frisou que este conhecimento sobre os caminhos de Deus não tem como vir de outra fonte, senão a Bíblia.

"Eu não estou interessado em filosofias sobre Deus. Eu estou interessado no Deus que é revelado neste livro [Bíblia]. A Bíblia revela para nós os caminhos de Deus. No mesmo capítulo 33, Moisés diz a Deus: 'Mostra-me a Tua glória' e a maneira principal pela qual Deus mostra a Sua glória é através daquilo que Ele faz, as Suas obras", afirmou.

 

Curas
Falando sobre os milagres que ele acreditava que Deus poderia operar naquela noite, Randy destacou cura e libertação também fazem parte das manifestações do Reino.

"Eu vou explicar o que Deus fará esta noite. Eu acredito, baseado em 2 Corintios 4:14, onde Paulo escreve que fomos transformados de um povo de velha aliança para nova aliança e esta aliança, o poder do Espírito Santo veio sobre todo o povo, não somente sobre os reis, sacerdotes e profetas. Moisés desejou que todo o povo pudesse profetizar na nova aliança e isso se tornou realidade", afirmou.

"O desejo de Deus é que a Igreja acorde para receber sua herança, dê passos de fé e veja Deus vindo, manifestando o Seu Reino. Jesus faz isto entre nós, através de cura e libertação", acrescentou.

Após compartilhar sua mensagem, Randy começou a orar e ministrar sobre cura aos que estavam presentes e relataram algum tipo de enfermidade. No total, 263 pessoas foram curadas.

Líder da IEQ Arens, em Jundia Jundiaí, o pastor Dirlei Gonçalves celebrou aquela noite como um tempo de alívio e como algo que vai na contramão da enfermidade que o país está vivendo.

"Nós estamos realmente muito felizes em receber Randy Clark e toda essa equipe maravilhosa, que voluntariamente vem ao nosso país - especificamente aqui à nossa sede - para trazer um tempo de alívio, paz e milagres, contrapondo-se a este tempo tão difícil que o Brasil está passando. O país está doente em todos os níveis de governo, enfim, está doente mesmo. Deus mandou dos Estados Unidos para nós este grupo que veio anunciar a obra de Deus e demonstrar que Deus realmente não se esqueceu do Brasil", afirmou.

Billy Graham fala sobre falecida esposa: "Teve grande influência em meu ministério"

Billy Graham disse que ao reconfortar aqueles que estão em luto pela perda de um ente querido, é importante lembrá-los que Deus entende seu sofrimento e promete nunca irá deixá-los ou abandoná-los.

O fundador de 98 anos da Associação Evangelística Billy Graham compartilhou seus pensamentos sobre o sofrimento em resposta a uma pergunta colocada por uma leitora que havia recentemente perdido seu marido. Ela afirmou que sabia do destino dele, pois ele era um cristão convicto, mas nem por isso ela deixava de sentir a dor da perda.

"Perdi meu marido para o câncer há alguns meses atrás, e não entendo por que meus sentimentos ainda estão confusos", escreveu a leitora. "Por um lado, eu sou muito grata por saber que ele agora está com Jesus, até mesmo porque ele estava sofrendo terrivelmente. Mas, por outro lado, sinto que minha vida foi arrancada e me sinto vazia e miserável. O que há de errado comigo?".

Graham enfatizou primeiro que "não há nada de errado" com a leitora: "Você experimentou uma grande perda em sua vida, e seria mesmo surpreendente se você não reagisse assim", disse ele.

"O mais importante que posso dizer é assegurar-lhe que Deus entende seu sofrimento", continuou o pastor. "Ele também entende seus sentimentos, que para você podem parecer contraditórios e confusos, mas não para Ele, porque Deus sabe o que você está passando".

Uma das verdades mais reconfortantes da Bíblia é que "Deus entende o quão fracos e frágeis somos nós, e ainda assim ele ainda nos ama", disse Graham.

"A Bíblia diz: 'Como um pai tem compaixão de seus filhos, o Senhor tem compaixão daqueles que O temem, porque ... Ele lembra que somos pó' (Salmo 103: 13-14)", lembrou.

Graham incentivou a leitora a se lembrar que Deus está sempre com ela - mesmo quando ela se sentir abandonada por seus amigos ou familiares.

"Deus tem outros planos para o seu futuro, peça a Ele que te mostre quais são", ele aconselhou. "E, entretanto, se agarre ao pensamento de que seu marido está agora livre de todas as dores e limitações desta vida e está seguro para sempre com Jesus. E algum dia você também estará assim".


Autoridade para falar
Graham parece falar com bastante conhecimento sobre este assunto, pois ele mesmo perdeu sua esposa, Ruth, que ele chamou carinhosamente de "companheira para a vida", em 2007.

Ao relembrar o falecimento de sua esposa, após 10 anos, a página oficial do renomado evangelista trouxe recentemente uma declaração um tanto reveladora de Billy Graham sobre Ruth.

"Espiritualmente falando, minha esposa foi uma grande influência em meu ministério", afirmou.

Logo após o falecimento de Ruth, Graham já havia destacado que ele sentia que ele e sua esposa foram chamado por Deus também "como uma equipe".

"Ruth era minha parceira da vida, e fomos chamados por Deus como uma equipe", disse ele pouco depois da morte da esposa. "Ninguém mais poderia suportar a carga que ela carregava. Ela era uma parte vital e integral do nosso ministério, e meu trabalho ao longo dos anos teria sido impossível sem o seu encorajamento e apoio".

"Estou tão agradecido ao Senhor que Ele tenha me dado Ruth, e especialmente durante estes últimos anos que passamos juntos, morando nas montanhas", acrescentou. "Nós reavivamos o romance da nossa juventude, e meu amor por ela continuou a crescer a cada dia. Eu sentirei terrivelmente falta, mas estou ainda mais ansioso pelo dia em que eu possa se juntar a ela no céu".

Fonte: Guia-me

Missionário recebe 600 chibatadas, mas resiste com fé: "Quero estar onde Deus quer"

O missionário João Marcos Florentino compartilhou a emocionante história de Daniel, um professor de uma universidade islâmica que se converteu ao cristianismo e por isso foi preso e torturado por extremistas. Durante sua viagem missionária pelo Oriente Médio, no período do Ramadã, João conheceu o homem culto, estudioso, que era bem sucedido no país e que perdeu tudo para fazer missões.

“Ele era proprietário de um supermercado o que possibilitava dar a sua família uma vida de muito conforto. Ele também era professor e foi justamente por seus estudos e discussões em sala de aula sobre o alcorão e sua doutrina que várias dúvidas foram se formando em seu coração, especialmente as relacionadas ao Senhor Jesus”, contou João Marcos.

Daniel questionava se os cristãos, judeus e muçulmanos reconhecem a Abraão como patriarca, porque os judeus não se tornaram cristãos, e os cristãos não se tornaram muçulmanos. O missionário João continua: “Angustiado, ele procurou seu líder para dialogar sobre seus questionamentos e sobre aquilo que Deus vinha lhe revelando. Porém a reação do líder da mesquita ao ouvir suas argumentações foi de ódio e incompreensão”, contou no artigo publicado no site da Junta de Missões Mundiais.

João disse que Daniel foi denunciado ao governo, sendo preso e condenado a um ano e seis meses de prisão, além de 600 chibatadas. Daniel também teve todos os seus bens confiscados, como supermercado, casa, seis automóveis, entre outros. Sua esposa e filhos tiveram de morar de favor com familiares.

Mudança de vida

“Para não morrer, teve que deixar a esposa e os filhos após cumprir a sentença e fugir para outro país. Ali, Deus o conduziu a uma igreja cristã, onde foi acolhido e o pastor começou pacientemente o discipulado e a ajudá-lo em suas dúvidas. Foi então que entregou sua vida a Jesus. Foi-lhe dada oportunidade de sair daquele país, mas decidiu ficar para continuar a estudar profundamente a teologia bíblica, mesmo que lhe custasse continuar separado da família”, contou João.

Quando finalmente Daniel teve a chance de voltar para seu país de origem e reencontrar a sua família, ele levou consigo uma Bíblia e encontrou 17 pessoas interessadas em estudar as Escrituras. Daniel chegou a criar um caderno de perguntas e respostas, que se tornou seu livro de ensino. Dessas 17 pessoas, batizou quatro, mas foi denunciado novamente. Dessa vez, seu vizinho o denunciou.

João Marcos explica: “A polícia secreta revirou toda a casa dele. O marcante de tudo isso foi que seu caderno estava em cima da mesa quando a polícia chegou, e como eles estavam procurando a Bíblia, não perceberam os escritos. Assim que os agentes se distraíram, conseguiu tirar o caderno da mesa e o escondeu. A polícia achou dinheiro e a Bíblia. Ele explicou que a posse da Bíblia era por ele ser um estudioso do islamismo, mas os agentes não aceitaram suas alegações. Mais uma vez foi detido e por 20 dias foi torturado”, contou.

Missões

Quando Daniel foi libertado, precisou mais uma vez fugir. Ele conseguiu sair do país com a família e foi assim que ele encontrou o missionário João. “A família e ele vêm sendo acompanhados por um de nossos missionários da terra no Oriente Médio, ao tempo que tem sido uma bênção para o Evangelho nessa região atuando como missionário”, disse João.

“No fim do encontro que tivemos, perguntamos a ele o que deseja para si e sua família, se gostaria de voltar para casa ou ir para outro local. Sua resposta foi: ‘O que eu quero é estar onde Deus quer que eu esteja, não importa onde’”, finalizou. O nome do missionário Daniel foi substituído para não ferir sua proteção local.

Fonte: Guia-me


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