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Última atualizaçãoSab, 11 Nov 2017

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Judeus que creem em Jesus estão sendo barrados de imigrar para Israel

Quando o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, anunciou que a nação estava “comprometida com a liberdade de todos os credos”, muitos judeus messiânicos tentaram fazer a aliá, termo que designa a imigração judaica para Israel.

“Em todo o Oriente Médio, as comunidades cristãs têm sido dizimadas e as minorias perseguidas. Mas aqui em Israel, estamos orgulhosos de ter uma comunidade cristã que está crescendo e prosperando, e nós garantimos os direitos de todos”, afirmou Netanyahu enquanto recebia o presidente norte-americano Donald Trump em seu país.

No entanto, judeus messiânicos revelaram que têm tido o direito negado de imigrar para Israel, por causa de sua fé. Um deles disse ao site Kehila News Israel que quando ouviu o discurso de Netanyahu, “só conseguia pensar: infelizmente os direitos de todos ainda não estão garantidos”.

Israel tem encorajado ativamente judeus de todo o mundo para fazerem a aliá. Aqueles que imigram, recebem um pacote de benefícios para começar a construir sua vida na nação, incluindo descontos em compras de casas e carros, reduções de impostos sobre sua renda e aulas gratuitas de hebraico.

Durante esse processo, o indivíduo precisa provar com seus documentos que é judeu ou neto de judeus. No entanto, os judeus que acreditam em Jesus Cristo são encarados como “cristãos” e não são considerados elegíveis para a cidadania israelense — mesmo que tenham provado a sua linhagem judaica.

Um casal de judeus messiânicos, que escolheu manter sua identidade anônima, apresentou todos os seus documentos para fazer aliá e esperou uma resposta por meses. Eles compraram uma casa em Israel e começaram a viver de suas economias, sem contar com o apoio do estado. Finalmente, veio a resposta do Ministério do Interior de Israel.

“‘Você teve a cidadania negada porque pertence ao judaísmo messiânico, que é uma exceção à Lei do Retorno’, apesar do fato de sermos 100% judeus”, contou J.

Ele ainda observou que em todas as nações democráticas do mundo, os judeus são livres para acreditar no que quiserem. Mesmo em Israel, é possível encontrar um judeu envolvido na Nova Era, Budismo ou ateísmo.

“Mas se eu acredito em Yeshua (Jesus), sou rotulado como um ‘missionário perigoso’”, disse J. “A ideia do Primeiro-Ministro não é garantir os direitos de todos. Talvez, agora é a hora de defender as palavras que ele proclamou ao presidente dos Estados Unidos”.

Os advogados de J. acreditam que o casal não irá receber a cidadania, apesar de um processo de apelação que já dura anos.

Em outro caso, a judia israelense A. e seu marido, que não é judeu, foram chamados pelo Ministério do Interior e interrogados separadamente. “Nós sentimos como se fôssemos criminosos”, disse ela.

“Nós não estamos aqui para tentar mudar as leis de Israel. Estamos apenas pedindo alguma forma de permanecer aqui e continuar servindo a nossa cidade”, disse J.

Fonte: Cpad News


Um casal cristão perde a guarda de dois filhos por "falar a verdade que o coelho da pascoa não existe"

Em abril, no Canada um casal cristão apresentou uma ação judicial contra a Sociedade de Apoio Infantil 'Hamilton', depois que esta retirou duas crianças adotivas de sua casa, porque eles recusaram a mentir para as meninas, dizendo que o coelhinho da Páscoa realmente existia.

"Nós temos uma política de não mentir", disse Derek Baars, um dos pais adotivos, naquele momento, ao comentar que um funcionário da organização insistiu que ele e sua esposa, Frances Baars, contassem às suas duas filhas de 3 e 4 anos, que "o coelhinho da Páscoa é real".

"Nós explicamos à agência que não estamos preparados para contar uma mentira às crianças. Se as crianças nos perguntassem sobre esse assunto, não mentiríamos para elas", acrescentou.

Membros da Igreja Presbiteriana Reformada da América do Norte, Derek e sua esposa perderam a guarda sobre suas filhas e as crianças foram levadas da casa onde moravam com o casal.

Não sendo suficiente isso agora a província de Ontário aprovou uma nova lei que permite que o governo separe crianças de suas famílias que se recusam a aceitar a (identidade de gênero ou expressão de gênero), escolhida por seus filhos.

O chamado 'Ato de Apoio às Crianças, Jovens e Famílias de 2017' - ou 'Lei 89' - foi aprovado por um votação de 63 a 23, de acordo com o site 'The Christian Times'.

A nova lei exige as entidades de proteção de crianças, adoção, provedores de serviços de adoção e juízes levem em consideração e respeitem a "raça, ancestralidade, local de origem, cor, origem étnica, cidadania, diversidade familiar, deficiência, credo, sexo, orientação sexual e identidade e expressão de gênero" de cada criança.

"Eu consideraria que é uma forma de abuso, quando uma criança se identifica de um jeito e seu cuidador está dizendo: 'não, você precisa fazer isso de um jeito diferente", disse o ministro dos Serviços para Crianças e Famílias, Michael Coteau, que apresentou o projeto de lei para ser votado. "Se é abuso, e se estiver dentro da definição, uma criança pode ser removida do ambiente onde vive para ser colocada em proteção, onde o abuso é interrompido".

O projeto de lei substitui a Lei de Serviços à Criança e da Família, ou a Lei 28, que rege a proteção da criança, serviços de acolhimento e adoção.

O projeto de lei 28 afirmava que os pais de uma criança retém o direito de "direcionar a educação da criança e a educação religiosa". No entanto, a nova lei altera-se assim: "direcionar a educação e a educação da criança ou do jovem, de acordo com o credo da criança ou do jovem, identidade comunitária e identidade cultural".

Irwin Elman, advogada provincial de crianças e jovens da Ontário, disse em um comunicado: "Acredito que este novo Ato, em seus princípios, representa uma mudança de paradigma para a província com seu compromisso com a participação de crianças e jovens em todas as decisões que os afetam, a criação de um sistema de serviço centrado na criança e o compromisso com os direitos das crianças".

Jack Fonseca, estrategista político sênior da Coalizão 'Campaign Life', discorda das diretrizes da na 'Lei 89'.

"Com a aprovação da 'Lei 89', entramos em uma era de poder totalitário, dado ao Estado, como nunca antes testemunhado na história do Canadá. A 'Lei 89' é uma grave ameaça para os cristãos e para todas as pessoas de fé que têm filhos ou que desejam formar suas famílias através da adoção".

Fonte; Guia-me

"Um ateu não consegue provar cientificamente que Deus não existe", diz cientista cristão

Conhecido por seus estudos aprofundados sobre comprovações científicas dos relatos bíblicos sobre a criação do mundo e também outros fatos sobrenaturais, o cientista Adauto Lourenço falou um pouco sobre como deve ser uma abordagem adotada em uma conversa com um ateu.

Questionado sobre qual seria a melhor forma de apresentar a mensagem do Evangelho a um ateu - que usa a ciência para questionar a existência de Deus - o cientista explicou é preciso deixar de gastar esforços com o desnecessário, como por exemplo, provar cientificamente a existência de Deus.

Professor Adauto esclareceu que não existe um formato específico para essa abordagem, mas há fatores importantes a serem considerados.

"Não há uma fórmula mágica, mas existe algo muito interessante que nós podemos trabalhar, que é o seguinte: eu consigo provar cientificamente que Deus existe? A resposta é não, porque isso é uma questão de fé. Mas um ateu conseguiria provar cientificamente que Deus não existe? A resposta é não, porque isto também é uma questão de fé", explicou o cientista.

Buscando ser ainda mais claro em sua explicação, Adauto citou um episódio que vivenciou ao conversar com um cientista ateu e conseguiu fazê-lo reconhecer "a possibilidade de Deus existir".

Depois de dar uma palestra em uma universidade, Adauto foi abordado por um professor ateu, que elogiou sua exposição, mas tentou sugerir que ela seria meramente construída sob princípios religiosos.

"Ele veio conversar comigo e disse o seguinte: 'muito interessante [a palestra], mas eu imagino que você acredite em Deus'. Eu respondi: 'sim, eu acredito em Deus", contou Adauto.

"A proposta que eu fiz para ele foi a seguinte: 'Eu acho muito interessante a sua posição. Na sua posição, se morreu, acabou?'. Ele me respondeu que sim e eu continuei: 'Mas a minha posição é melhor", acrescentou.

Adauto Lourenço explicou àquele professor sobre a certeza, de que pela fé, viverá a eternidade feliz, mesmo após a morte.

"Se a sua posição for verdadeira, nós dois morremos felizes, porque acreditamos no que queremos, mas e se a minha posição for verdadeira? Eu morro e continuo feliz", explicou Adauto ao professor ateu.

O professor acabou reconhecendo e considerando a possibilidade da existência de Deus: "Se Deus existe...".

Após seu relato, Adauto Lourenço destacou que a discussão sobre a existência de Deus não cabe no campo da ciência, porque nenhuma das partes conseguiria comprovar sua posição por meio dos conhecimentos científicos.

"O que precisamos entender é que nós estamos tratando de fé", finalizou.


Oportunidade em São Paulo
Quem quiser assistir a uma palestra do professor Adauto Lourenço terá a oportunidade de fazê-lo durante o Encontro Nacional de Universitários, em São Paulo. 

Com o tema "A Razão da Fé", o cientista estará junto a diversos outros mestres e doutores falando a jovens sobre como se portar de maneira que reafirme a sua fé no ambiente acadêmico.

O evento será realizado em Sumaré (SP), de 28 a 30 de julho, na Estância Árvore da Vida.


Serviço:
Encontro Nacional de Universitários - A Razão da Fé
Data: 28 a 30 de julho
Local: Estância Árvore da Vida - Sumaré (SP)
Mais informações: http://uni17.org/ 

Funcionário cristão é afastado de escola após orar por aluno nos EUA

O secretário de uma escola em Virgínia (EUA) foi afastado de seu trabalho por orar com um aluno que estava apresentando um comportamento inadequado em sala de aula. A oração foi considerada “inaceitável” pelo distrito escolar, mesmo com o conhecimento e consentimento da mãe do aluno.

O caso veio à luz na semana passada, quando o diretor da McIntosh Elementary School e um secretário da escola, foram colocados em licença administrativa depois que o secretário orou por um estudante do jardim de infância que estava tendo "alguns desafios comportamentais", informou a Daily Press.

No dia 17 de maio, o diretor Francis, um secretário que não foi identificado e o oficial de segurança da escola responderam a um pedido de assistência do professor do aluno sobre o comportamento do garoto, disse a porta-voz da Newport News Public Schools, Michelle Price.

A mãe do aluno, que estava na escola na época, também correu para a sala de aula para ver o que estava acontecendo. Eles tentaram acalmar o menino, mas aparentemente não tiveram sucesso. O oficial de segurança e a mãe deixaram a sala, ficando apenas o professor, o diretor e o secretário com o aluno.

Licença administrativa

Michelle Price disse que a mãe entendeu que o secretário faria uma oração com o aluno, com um óleo de unção usado nas igrejas, para tentar acalmá-lo. Os relatórios locais não disseram o que aconteceu a seguir.

Seis dias depois, a divisão escolar veio a conhecer o fato, depois de receber um relatório anônimo sobre isso, de acordo com a imprensa. No dia 23 de maio, Francis e o secretário foram colocados em licença administrativa. Michelle explicou que a ação tomada não foi punitiva e foi feita apenas como parte dos procedimentos durante uma investigação.

A divisão escolar ainda está investigando o incidente, segundo a advogada. Enquanto isso, o blogueiro ateu Hemant Mehta comentou o incidente, dizendo que a escola "parece ser administrada como uma igreja", referindo-se ao uso de óleo de unção para tentar acalmar a criança.

Ele disse que mesmo se os administradores da escola tivessem o consentimento da mãe sobre o uso de óleo de unção em seu filho, "isso não significa que eles deveriam ter feito algo assim". O blogueiro ateu se perguntou se outros estudantes também estão sujeitos ao tratamento do "óleo de unção" quando se comportam mal.

Fonte: Guia-me

Talibã estupra rapazes e usa vídeos como chantagem para forçá-los ao terrorismo

O Talibã do Afeganistão tem chantageado jovens para realizar atos terroristas para o grupo jihadista, estuprando-os e filmando os abusos, de acordo com um dos terroristas do grupo.

Um jovem terrorista do Talibã, chamado Haibatullah, filmado na base nacional da instalação de segurança em Kabul compartilhou sua história em uma entrevista divulgada pela 'Fox News', na última quinta-feira, explicando como ele foi exposto pela primeira vez à ideologia islâmica radical, apresentada por um amigo.

"Ele disse que os americanos e os estrangeiros fazem o que quiserem em nosso país", disse Haibatullah, descrevendo como seu amigo tentou convencê-lo. "E devemos lutar contra os estrangeiros".

O jovem de 18 anos decidiu se juntar a um campo secreto de treinamento terrorista em Quetta, onde durante dois meses ele foi ensinado a usar várias armas e a recitar versos do Alcorão sobre como era "obrigatório usar a jihad contra os estrangeiros" e "lutar contra os infiéis".

Certo dia, quando Haibatullah recebeu ordens para se preparar como homem-bomba, ele se recusou, afirmando que não estava preparado. Ele disse à Fox News que também recebeu ordens de ter relações sexuais com um mulá - líder jihadista que tem grande influência no islamismo xiita - mas também se recusou a fazê-lo.

"Então, um dia após o almoço, Haibatullah - que tinha apenas 17 anos na época - foi chamado pelo mulá. Algum tempo depois, ele acordou atordoado e sentindo muita dor, com suas pernas cobertas de sangue", observou o relatório.

"Depois disso", explicou Haibatullah, "ele me disse que filmou o estupro e, se eu não seguisse suas ordens, realizando o atentado como eles ordenaram, aquele vídeo seria divulgado".

O jovem afirmou que ele foi estuprado mais duas vezes depois disso. O mulá também chamou os pais do jovem para informar que Haibatullah está com o Talibã. Além disso, ele acredita que outros rapazes também foram drogados e estuprados, mas se recusaram a divulgar seus relatos.

Um funcionário do Diretório Nacional de Segurança (NDS) confirmou que Haibatullah não foi o único jovem estuprado e que os talibãs estão de fato drogando e estuprando outros rapazes em frente às câmeras para chantageá-los e forçá-los a realizar atos terroristas.

"Outro alto funcionário da NDS também apontou que os mulás geralmente identificam aqueles que têm "mentes mais vulneráveis??" para tais atrocidades e que também estão testemunhando "um aumento entre os jovens que injetaram grandes quantidades de hormônio de crescimento humano em suas veias", relatou a Fox.

Haibatullah foi preso após realizar um ataque ao consulado alemão, na província do norte de Mazar-e-Sharif, em novembro do ano passado (2016), que deixou 20 civis mortos e mais de 120 feridos, embora a liderança do Talibã tivesse dito aos jihadistas que "só estariam lutando contra outros soldados naquele dia".

O jovem disse que lamentava suas ações e sabia que matar seus próprios compatriotas era um erro.

"Estou 100% arrependido", disse ele.

Terrorismo e estupro

O governo afegão tem lutado contra o Talibã e o Estado islâmico - grupo terrorista ainda maior. Na quarta-feira, Kabul sofreu um bombardeio maciço, que levou a pelo menos 80 mortes, principalmente civis, embora ainda não esteja claro de quem é a autoria do ataque.

Apesar de serem rivais de muitas maneiras, Estado Islâmico e Talibã usam táticas similares, quando se trata de forçar as pessoas a aderirem à jihad ("guerra santa").

O Estado Islâmico tornou-se conhecido por seus infames campos de treinamento para crianças (que o grupo chama de "Filhotes do Califado"), onde garotos são sequestrados e forçados a aprender a ideologia radical, treinados para realizar tiroteios e decapitações, além de outros tipos de atentado.

O Estado Islâmico também é conhecido por usar o estupro em grande escala e a escravidão sexual, com milhares de Yazidis e outras mulheres e meninas minoritárias sendo submetidas a horrores "inimagináveis", como revelam os relados das sobreviventes.

Fonte: Cpad News


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