11222017Qua
Última atualizaçãoSeg, 20 Nov 2017

slot

“Quando Deus me mostrou a verdade da sua Palavra, Ele me libertou”, diz ex-lésbica

Kaya Brown, de 22 anos, foi homossexual  por dez anos até ter um encontro poderoso com Jesus Cristo no sofá da sala de sua avó. Ieacha Lusk foi lésbica por 19 anos e moradora de rua por 12 anos antes de Deus impacta-la.

Essas são algumas das histórias de homens e mulheres que se envolveram em relacionamentos homossexuais, reunidas no documentário “Here's My Heart” (“Aqui Está Meu Coração”, em tradução livre).

A obra foi idealizada por MJ Nixon, que se tornou lésbica aos 12 anos e virou transgênero aos 18, antes de conhecer Cristo e ser transformada.

“O Senhor começou a me mostrar todas essas pessoas que eu conheci nas diferentes comunidades que eu fiz parte nos últimos seis anos, desde que eu fui salva”, disse ela. “Todos estes homens e mulheres têm testemunhos poderosos do poder de Deus, que os libertou de serem transgêneros, bissexuais e homossexuais”.

Nixon espera que seu documentário, que será disponível apenas em inglês, possa alcançar muitas pessoas através do amor de Deus. Além disso, ela pretende “equipar o corpo de Cristo para ministrar a comunidade LGBT”.

A produtora quer que seu projeto abra os olhos daqueles que estão dentro da igreja, mas negam que a homossexualidade seja um pecado. “Um dos grupos mais difíceis de alcançar são os cristãos que acreditam que não tem problema viver esse estilo de vida e mesmo assim amar Jesus”, disse ela.

“Eu olho para Romanos 1:26, eu não posso negar que isso não é natural. Não importa o quanto eu tente justificar a homossexualidade, é antinatural. Quando Deus me mostrou a verdade da Sua Palavra, Ele me libertou. Eu não podia olhar para Ele e dizer: ‘Não Deus, eu quero viver do meu jeito’”, acrescentou Nixon.

Fonte; Guia-me


“Não pense em construir uma grande igreja, mas sim uma grande cidade”, diz pastor

O tempo, a agenda e o foco são três questões presentes na rotina de qualquer pastor. Para esclarecer esse dilema, o pastor Josué Campanhã falou a dezenas de líderes na abertura da 6ª edição da Feira Literária Internacional  Cristã (FLIC) nesta quinta-feira (31).

Em sua atuação no desenvolvimento de líderes, Campanhã disse que tem observado que muitos pastores estão em busca de equilíbrio. “As pessoas estão desesperadas e arrancando cabelos porque estão com a agenda entupida”, disse ele.

“O equilíbrio da vida depende de onde estamos colocando tempo, da nossa visão de vida e da forma como administramos essas coisas”, avaliou o pastor. “Talvez a gente tenha que desistir de lutar a batalha contra o tempo. Não é essa batalha que vai fazer nossa vida fazer diferença no mundo”.

Campanhã usou uma frase do escritor Pedro Chagas, que diz: “Há um equilíbrio tênue entre o que te faz andar e o que te faz parar. E muitas vezes, o que te faz parar é o que te faz andar”.

“É uma frase muito óbvia, mas que talvez atinja o cerne da nossa crise. Porque nós queremos andar cada vez mais rápido, colocando cada vez mais coisas na nossa agenda, mas a gente não quer parar de fazer nada do que a gente faz”, explica o pastor.

Campanhã afirmou que ainda tem percebido que os líderes estão longe da batalha que deveriam estar lutando. “Enchemos nosso cesto com uma porção de coisas e não temos tempo para nada. Mas talvez a pergunta não seja saber como vamos administrar o tempo, mas sim qual é o foco, qual é a única coisa que Deus quer fazer através de nós que vai ter um tremendo impacto no mundo”.

O pastor também observou que alguns líderes se acomodaram em fazer o que sempre fizeram, se acomodaram com seu salário e até mesmo com a casa que oferecida pela igreja.

“Para que Deus vai te dar dinheiro se você não vai repartir com o outro? Há muitos líderes pensando em construir uma grande igreja. Esqueça isso. Pense em construir uma grande cidade”, afirmou Campanhã.

“Se você quer um impacto duradouro na sua vida, primeiro você precisa eliminar o que faz bem, para se concentrar naquilo que você potencialmente pode ser o melhor. Mas você não vai conseguir ser o melhor se Deus não fizer através de você. O motivo de vivermos na mesmice é porque nos acomodamos naquilo que a gente faz bem”, analisou.

Fonte: Guia-me

Após estupro, jovem superou depressão com a fé: "Deus derramou alegria em mim"

Laurie Singer Harper têm uma história marcada de alegrias, mas também de muitas lutas e dores. Desde nova precisou ter coragem e força para enfrentar um grande problema que lhe aconteceu na adolescência. Ela cresceu na Carolina do Norte (EUA) e afirma que encontrou sua alegria na escola quando descobriu a ginástica. “Foi muito divertido aprender novas habilidades. Eu sentia muita alegria quando estava no ar. Me sentia confiante", disse em entrevista para o site CBN News.

Mas, as coisas mudaram quando Laurie completou 15 anos. Ela estava em uma festa, quando um menino que conhecia pediu para que ela o acompanhasse até o andar de cima para conversar. O rapaz a prendeu em um quarto, colocou um travesseiro sobre sua cabeça e a estuprou. Ninguém podia ouvi-la gritar.

Laurie diz: "Lembro-me de ficar deitada na cama pensando, por quê? Por que isso havia acontecido comigo? Por quê? Por que eu? Estas são coisas que não acontecem com pessoas como eu. Mas eu odiava entrar num quarto sem saber o que ia acontecer comigo. Eu odiava o fato de estar em uma posição que eu estava indefesa", comentou.

Laurie se sentiu envergonhada para contar o que havia acontecido a alguém. Ela diz: "Eu apenas lembro de estar tão triste, tão triste e tão deprimida sobre isso que eu não sabia o que fazer. Não queria conversar com as pessoas. Eu não queria conversar com ninguém sobre isso", contou.

Depressão

A vergonha ia crescendo e por isso ela passou a se odiar e a se isolar da família e dos amigos, caindo em depressão. "Eu acordava pela manhã, mas eu me sentia como se estivesse morta. Não queria sair da cama e me sentia mais feliz dormindo. Eu não tinha mais nenhuma esperança". Então ela começou a se cortar.

"Eu me olhava no espelho e começava a cortar minha bochecha até sangrar. Na verdade, eu não conseguia entender por que estava fazendo isso. Eu me odiava tanto que, se não fosse morrer, eu sofreria". Poucos meses depois do estupro, Laurie confiou em seu melhor amigo. Mas essa confiança foi rapidamente quebrada.

Laurie diz: "Meu amigo acabou contando para outras pessoas. Eu não podia acreditar que meu melhor amigo, que eu confiava, diria a alguém". Por impulso, Laurie derrubou um punhado de pílulas que encontrou em casa e resolveu tomá-las. Ela lembra: "Depois de tomar essas pílulas eu pensei que não queria morrer. Então, desci as escadas e falei com minha mãe".

A mãe de Laurie chamou o centro de controle de veneno e soube que não havia nenhum perigo. Mas ela sabia que sua filha precisava de ajuda, então ela a levou a um psiquiatra, que a colocou em medicação para depressão. Laurie diz: "Ao contrário de sempre deprimida, comecei a me tornar mais equilibrada. Mas apenas a medicação não me dava alegria na minha vida. Eu estava vivendo a vida, mas não me sentia bem por dentro. Eu não me sentia bem, como costumava me sentir. Eu ainda me sentia no piloto automático".

A verdadeira cura

Um dia Laurie conheceu uma estudante da faculdade que a convidou para um grupo de jovens cristãos chamado Young Life. Ao mesmo tempo, Laurie notou que havia algo diferente sobre ela. "Eu nunca tinha visto uma alegria como essa em alguém. Quero dizer, eu estava pensando que essa garota tinha algo especial. E seja o que for, eu queria".

Então Laurie foi ao encontro do grupo e descobriu o segredo de sua nova amiga: fé em Jesus. "Quando comecei a aprender sobre quem é Jesus, comecei a receber alegria no meu coração novamente. Não importava o que estava escuro ou o que havia acontecido na minha vida. Ele me amava de qualquer maneira. Eu disse ‘sim, Senhor, venha em minha vida. Estou pronta. Estou no lugar mais escuro que já estive, e eu aceito você totalmente. Pode vir!’ Depois que eu aceitei Jesus, senti que a depressão havia desaparecido".

"A presença de Deus me dá a confiança para saber que Ele vai estar lá e Ele vai me proteger". Laurie diz que foi Deus quem a conduziu a uma carreira de sonho como uma mulher acrobática, e também ao seu marido, Will Harper, que é ator. Ela aprendeu que quando ela procura Deus através das provas da vida, ela encontrará alegria. "Agora eu tenho esperança para o futuro. Eu sei que Ele tem um plano e propósito para minha vida. Tudo mudou", finalizou.

Fonte: Guia-me

Especialistas dizem que, no futuro, todo mundo terá um chip implantado no corpo

“Você receberá um chip. É só uma questão de tempo”. Essa foi a constatação de um jornalista americano após pesquisar e preparar uma extensa reportagem sobre o uso de microchips no ambiente corporativo.

Depois que uma empresa do estado norte-americano de Wisconsin decidiu implantar microchips em seus funcionários para abandonar crachás e códigos de acesso, a internet entrou em um debate total. Lideranças religiosas e fiéis ficaram tão chocados que passaram a protestar de forma incisiva contra a empresa.

De acordo com o jornalista Jefferson Graham, do portal USA Today, outros setores da sociedade quiseram saber mais sobre a iniciativa, mostrando uma dicotomia em relação ao assunto. “Isso acontecerá com todos”, diz Noelle Chesley, 49 anos, professora associada de sociologia da Universidade de Wisconsin-Milwaukee. “Mas não este ano, e não em 2018. Talvez não seja minha geração, mas certamente a dos meus filhos”, acrescentou.

Gene Munster, investidor e analista da Loup Ventures, é um defensor da realidade aumentada, da realidade virtual e de outras novas tecnologias. Ele acha que chips embutidos em corpos humanos estão a 50 anos de distância. “Em 10 anos, o Facebook, o Google, a Apple e a Tesla não terão seus empregados quebrados. Você verá algumas pessoas adeptas de tecnologia avançada adotando, mas não grandes empresas”.

A ideia de implantar um chip também tem “muita conotação negativa” hoje, mas em 2067 “teremos sido dessensibilizados pelo estigma social”, diz Munster.

Por enquanto, a empresa que obrigou os funcionários a usarem o chip não mostrou maiores utilidades para a ferramenta. Munster diz que foi um “golpe de marketing” para chamar a atenção para o seu produto, com manchetes em todo o mundo. A empresa, que vende quiosques de cafeteria corporativos projetados para substituir máquinas de venda automática, gostaria que os quiosques fizesse as transações sem dinheiro.

Isso iria além do pagamento com seu smartphone. Em vez disso, os clientes com o chip implantado simplesmente agitariam suas mãos em vez de usar aplicativos. Os idealizadores esperam que, no futuro, as pessoas façam check-in no aeroporto sem passaportes; liguem carros, destranquem portas ou desativem alarmes, tudo com o chip.

Os defensores da tecnologia frisam que o chip não é um rastreador de GPS. No entanto, os analistas acreditam que esses implantes acompanharão todos os nossos movimentos.

“Depois de anos como uma subcultura, ‘a hora é agora’ para que os chips sejam mais utilizados”, diz Amal Graafstra, fundador de uma empresa ligada à tecnologia. “Nós vamos começar a ver implantes de microchips obtendo o mesmo domínio de aceitação que piercings e tatuagens tê hoje”, acrescentou.

“Isso se tornará parte de você da maneira que um celular é”, diz Graafstra. “Você nunca pode esquecer, e você não pode perdê-lo. E você tem a capacidade de se comunicar com as máquinas da maneira que você não poderia antes”, disse, aprovando o desenvolvimento.

Mas diante da nova onda de debates sobre o assunto, qual seria o próximo passo? Os especialistas afirmam que os consumidores aderirão aos chips antes que as empresas os peçam.

Chesley diz que as empresas são mais lentas para responder a mudanças maciças e que haverá uma questão de idade. Os funcionários mais jovens estarão mais abertos a isso, enquanto os trabalhadores mais velhos se negarão.

“A maioria dos empregadores que têm força de trabalho intergeracional pode avançar gradualmente. Não consigo imaginar pessoas com idade mais avançada entusiasmadas sobre ter dispositivos implantados em seus corpos”, ponderou.

Adiciona Alec Levenson, pesquisadora do Centro de Organizações Efetivas da Universidade do Sul da Califórnia, diz que “a grande maioria das pessoas não apoiará isso”, o que pode levar a uma espécie de discriminação no trabalho.

“É com isso que estamos preocupados”, diz Bryan Allen, chefe de gabinete da deputada estadual Tina Davis (D), que está apresentando um projeto de lei na Pensilvânia para proibir a incorporação obrigatória de chips. “Se houver fiscalização, impediremos que um empregador diga ‘ou você faz isso, ou você não pode mais trabalhar aqui'”, comentou.

Vários estados passaram leis semelhantes. “Você precisa ter muita confiança para colocar um desses em seu corpo”, diz Kent Grayson, professor de marketing na Kellogg School of Management da Northwestern University. Segundo ele, os trabalhadores precisarão de garantias de que o chip é saudável, não pode ser pirateado, e sua informação é privada.

Enquanto isso, lideranças religiosas usam as redes sociais a expressar seu descontentamento com o uso dessa tecnologia. “Quando Jesus foi criado, ele foi levado corpo e alma, e foi ele, não um zumbi, não um fantasma. Seremos ressuscitados da mesma forma”, escreveu um internauta cristão.

Os especialistas, no entanto, desdenham. “Acostume-se a isso”, diz Chesley, lembrando que há dez anos, os funcionários não consultavam o e-mail corporativo durante o fim de semana, por uma questão cultural ligada à folga. Hoje, isso mudou, “quer nos agrade ou não”, ponderou. “Seja tecnologia portátil ou um chip embutido, o chip sempre conectado sempre será parte de nossas vidas”, concluiu a professora.

Fonte: Gospel Mais

Homens devem ajudar esposas nas tarefas domésticas, diz pastor: “Não existe amor sem serviço”

A estabilidade e paz no lar depende de dedicação, compreensão e atenção aos ensinamentos bíblicos, além da demonstração de admiração e companheirismo. Todos esses itens foram explicados pelo pastor Paulo Mazoni durante o 4º Congresso Lagoinha em Família.

Mazoni é pastor da Igreja Batista Central de Belo Horizonte (MG) e pregou sobre “O grande mistério da felicidade no lar”. Sua exposição foi abrangente, compreendendo a responsabilidade dos pais como educadores e também a relação entre cônjuges.

O pastor afirmou que muitos casamentos se destróem porque a receita bíblica não é seguida: “A maior queixa dos homens é: ‘a minha mulher só reclama de mim’. As mulheres estão destruindo seus casamentos por causa das críticas aos maridos”, introduziu, afirmando que Deus deixou dentro do homem a necessidade de ser admirado por sua esposa.

Por outro lado, Mazoni destacou que os homens devem ajudar suas esposas nas tarefas domésticas, como forma de traduzir em um gesto prático o mandamento bíblico presente em Efésios 5:22-33: “A mulher seja submissa ao marido, e que o marido deve amar sua mulher assim como Cristo amou a Igreja”.

“Não existe amor sem serviço. Deus colocou na mulher a necessidade de se sentir amada dessa maneira. A esposa acha que o marido não a ama, quando ele não a ajuda. A mulher quer a prova de que é amada. Amigão, a louça é sua!”, disparou o pastor, salientando que o discurso deve ter representação prática.

“O que une não é só uma benção, uma oração ou uma cerimônia. O que une é você ir para dentro de casa, respeitando e amando como Cristo amou”, afirmou, reiterando o versículo 33 da passagem bíblica: “Portanto, cada um de vocês também ame a sua mulher como a si mesmo, e a mulher trate o marido com todo o respeito”.

Paternidade

Segundo o pastor, a vida moderna tornou os pais negligentes, mesmo que involuntariamente, e isso se reflete nos problemas sociais que atingem a todas as classes.

“Hoje vemos uma geração de pais que não investem tempo nos filhos, além de meninos desorientados sem pai”, lamentou. “Muitos pais têm trabalhado muito e não passam tempo com os filhos. Tudo que temos de pior na sociedade resolveria se nós tivéssemos pais cuidando dos filhos”, acrescentou.

 


Bingo sites http://gbetting.co.uk/bingo with sign up bonuses