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Última atualizaçãoSeg, 20 Nov 2017

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Missões

Cristãos paquistaneses são libertos da acusação de blasfêmia

O site da Portas Abertas divulgou a soltura dos cristãos Arif Masih e Tariq Masih, que estavam presos no Paquistão acusados de blasfêmia. De acordo Associação para o Desenvolvimento Legal de Evangélicos (LEAD) os homens foram absolvidos das acusações de que eles teriam desrespeitado o Alcorão.

A decisão foi feita pelo Tribunal do juiz Iftikhar Husain Cheema, de Wazirabad, uma cidade do Paquistão. Ao que parece, os dois homens, que são irmãos, vendiam fogos de artifício para ter uma renda extra e um cliente muçulmano adquiriu fogos para o casamento em outubro de 2013 e os artefatos não funcionaram corretamente.

A queixa diz que os homens usaram páginas do Alcorão para fabricar os fogos, mas durante o processo as testemunhas foram ouvidas e os cristãos foram libertados.

“O nosso colega Nadeem Masih, um advogado cristão, trabalhou diligentemente e concordou com as queixas das vítimas, ouvindo as testemunhas e, com a ajuda da família, obteve declarações em favor dos dois homens. Suas declarações foram consideradas pelo tribunal e eles foram liberados”, relatou o LEAD.

O Paquistão tem uma das leis mais severas que atingem os não-muçulmanos que a lei da blasfêmia que pode condenar os acusados à morte.  A lei é usada para qualquer insulto religioso e muitas vezes é usada para incriminar desafetos, principalmente quando esses são cristãos.

 

Fonte: Prime


Missionário que dedica vida a evangelizar muçulmanos na China testemunha conversões a Cristo

Um missionário que se dedica à evangelização de muçulmanos na China contou que sua dedicação a esse ministério começou logo após ter uma visão, em que Jesus o perguntava o que ele tinha de mais valioso.

Zhang disse que no momento em que teve a visão decidiu que dedicaria sua vida a apresentar Jesus Cristo aos seguidores do Islã, de acordo com informações da Missão Portas Abertas.

“Um dia eu estava orando e tive uma visão – uma mulher estava derramando uma garrafa de óleo precioso sobre Jesus. Jesus olhou para mim e perguntou: ‘O que é mais valioso para você?’ Eu refleti e busquei a resposta do fundo da minha alma, e respondi: ‘Minha vida é o que tenho de mais valioso, e estou disposto a lhe dar. Use-a, Senhor, com o teu poder’. Esse era o meu forte desejo, me tornar um missionário e trabalhar entre os muçulmanos”, contou.

O início dessa jornada aconteceu com apoio e orientação da Portas Abertas, que sugeriu que a pregação do Evangelho fosse feita de forma indireta, mas eficaz.

“Meu primeiro contato com os muçulmanos do meu país foi durante uma viagem missionária de curto prazo, quando eu era estudante do segundo ano. Poucos anos depois de minha formatura, tive a oportunidade de participar de uma pesquisa de campo, da Portas Abertas, na China. Me deram a oportunidade de ensinar em uma escola, em um vilarejo muçulmano. A sugestão foi a de que eu não pregasse o Evangelho diretamente, mas que eu apenas construísse relacionamentos e compartilhasse o amor, com respeito”, relatou o missionário.

Um dos momentos mais marcantes dessa experiência, segundo Zhang, foi quando um menino tímido de uma das salas dessa escola se dirigiu a ele e falou sobre a transformação pela qual havia passado ouvindo suas palavras.

“Eu não acreditava no amor, não sabia que existia, mas depois de conhecer você, eu vejo que estava errado. O amor realmente existe”, disse o menino ao missionário. “Comecei a chorar por ver que o amor transformou o coração daquele menino. Jesus pode derrubar as paredes da religião, e derreter o gelo das diferenças culturais”, acrescentou o missionário.

Zhang relatou que na China, milhares de muçulmanos vão a essas escolas ouvir as pregações do Evangelho: “Confesso que, no início, uma parte de mim dizia que seria muito difícil viver entre os muçulmanos da China, mas no fundo eu sabia que faria um trabalho significativo, através do amor de Cristo. Deus é bom! Nós não somos super-heróis para salvar o mundo, mas somos filhos de Deus e só precisamos fazer o nosso trabalho […] Meu objetivo é ajudá-los a crescer, para que um dia, eles possam impactar suas próprias comunidades”, concluiu.

 

Fonte: G+

Igreja símbolo do cristianismo no Níger não tem verba para ser reconstruída

O trabalho de reconstrução de igrejas no Níger caminha em ritmo lento. Seis meses após os ataques as igrejas, os cristãos ainda tentam recuperar as propriedades danificadas.

A igreja Batista “Roundabout”, símbolo do cristianismo no país, foi uma das igrejas atacadas.

Fundada em 1929, o templo recebeu muitas pessoas e levou a mensagem do Evangelho para quem não conhecia. Com o ataque, o telhado desabou, a fachada do prédio e as paredes foram atingidas pelas chamas.

Este não foi o único templo atingido, os muçulmanos extremistas da capital Niamey atacaram 70 igrejas, escolas e orfanatos que eram administrados por cristãos. O motivo do ataque seria uma vingança aos ocidentais pelas charges de Maomé publicadas pela revista francesa Charlie Hebdo.

Roundabout, por conta da sua importância, foi um dos primeiros alvos dos extremistas e por falta de verba a igreja não tem condições de passar por um restauro para voltar a receber os fiéis.

 

Fonte: Prime

Mesmo sob intensa perseguição do Estado Islâmico, número de cristãos na Síria só cresce

A guerra civil na Síria transformou o país em um campo de perseguição aos cristãos. Até 2011, a nação era considerada uma das mais tranquilas para os seguidores de Jesus em locais onde os muçulmanos são maioria.

No entanto, os quatro anos de severas privações, mortes e ataques perpetrados pelo Estado Islâmico tem feito o número de cristãos no país subir.

A constatação foi feita pelo pastor Tom Doyle, vice-presidente para o Oriente Médio da ONG Ministério Global.

De acordo com informações do Christian Today, mais de 230 cristãos são considerados desaparecidos na Síria, enquanto outros 15 mil vivem sob risco de ataque iminente dos terroristas muçulmanos.

Para Doyle, porém, as ameaças e as mortes violentas que muitos sofreram, os cristãos no país se mantém firmes e comprometidos com a fé em Jesus, e têm, mesmo nessas condições, evangelizado pessoas que ainda não conhecem a mensagem da Bíblia.

O relato de Doyle está em um livro, onde ele reúne depoimentos de 10 missionários implantadores de igrejas no país. De acordo com o pastor, eles receberam uma oportunidade das autoridades de deixar o país em segurança, ou ficar e enfrentar o risco. Todos optaram por permanecer e ainda recrutaram outras 15 pessoas para serem treinadas e ficarem responsáveis por implantar mais igrejas, ampliando o trabalho.

“Estamos prontos para ficar, estamos dispostos a sofrer, nós estamos prontos para morrer aqui na Síria por Jesus”, disseram os missionários, segundo Doyle, que acrescenta: “Todos eles se comprometeram em comprar um pedaço de terra, para que no caso serem assassinados por terroristas, possam ser enterrados ali como mártires”.

O trabalho, dessa forma, continua a todo vapor e o pastor comemora o fato de que a equipe se mantém divulgando o Evangelho na Síria e enviando relatórios às entidades de apoio fora do país, compartilhando sobre os avanços e os testemunhos de novas conversões.

 

Fonte: G+

Governo pressiona e igrejas cristãs de Angola aceitam projeto de criação de denominação única

Um acordo de unificação das igrejas cristãs na Angola está muito perto de ser colocado em prática pelos líderes religiosos do país. A proposta partiu do governo, que vê a necessidade de uma representação única dos cristãos.

Foi criada uma comissão instaladora com membros da Igreja de Coligação Cristã de Angola, e seu presidente, pastor Antunes Huambo, disse que as 1.200 igrejas e templos considerados “seitas ilegais” pelas autoridades receberam com grande satisfação o projeto da unificação.

Quando concluído, o projeto criará a Igreja Nacional, de acordo com informações do site local Angop. Huambo destacou que o Ministério da Justiça e Direitos Humanos deu um prazo de 18 meses para que o processo de unificação das diferentes denominações do país seja concluído.

O país lusófono é campo missionário de diversas denominações, incluindo Assembleia de Deus, Batista, Universal e Mundial, dentre outras, e vive uma explosão de denominações neopentecostais.

Antunes Huambo afirmou que hoje o Estado angolano não reconhece nenhuma Igreja. “De fato, é uma lei que não se enquadra do ponto de vista sociológico, antropólogo, histórico e realista do nosso povo. E se as 1.200 Igrejas e seitas se unirem, numa única igreja nacional, as autoridades competentes não irão ter dificuldades em legalizá-la, porque todos estarão agrupados numa única instituição religiosa”, comentou.

Segundo o pastor, a doutrina na futura Igreja Nacional vai contemplar os valores, a diversidade, o respeito pela diferença e os princípios bíblicos e teológicos das Sagradas Escrituras, assim como as leis da Constituição da República de Angola.

Segundo o líder religioso, o que existe no momento é uma desordem generalizada: “Temos vindo a constatar que alguns conselhos eclesiásticos estão a esconder igrejas e seitas ilegais”, enfatizou.

 

Fonte: G+


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